postado por Paulo Cezar em 08 outubro 2011

Hunter Parceiro #6 - Editora Landmark

A Editora Landmark vem desde sua criação desenvolvendo sua linha editorial com o intuito de trazer ao público-leitor brasileiro o acesso à boa literatura, seja ela nacional ou estrangeira. O compromisso e a visão da Editora Landmark estão alinhados com o propósito de ir ao encontro das necessidades de um mundo que rapidamente se transforma e com o propósito de nutrir os ideais de uma época de conscientização global.

A Editora Landmark tem como sua tarefa primordial a revelação de mensagens importantes através dos livros que publicam, na certeza de que são muitos e diferentes os caminhos que nos conduzem ao crescimento e que tornam o conhecimento acessível a todos os leitores. Deste modo, desde sua formação, a Editora Landmark desenvolve linhas editoriais, sempre com textos e imagens que se complementam através de projetos elaborados especialmente para oferecer ao leitor cultura, entretenimento e momentos de grande prazer.

Estas linhas desenvolvidas apresentam-se em ficção brasileira, ficção estrangeira, crítica literária, ensaios sobre História e Filosofia, análise e apresentação de textos originais sobre os principais formadores da Sociedade Brasileira. Apresenta também novas versões, sempre em edições bilíngues, para grandes textos e obras da literatura universal, ampliando com isso a oportunidade do público brasileiro no acesso a esses autores, procurando resgatar em suas obras, através de novas traduções, os grandes autores da literatura muitas vezes esquecidos ou deixados em segundo plano, mas essenciais na formação do espírito crítico de um país e de seu povo.

Deste modo, a Editora Landmark também criou dois novos selos editoriais – Landmark Digital e Artes & Música – o primeiro voltado para as novas tecnologias com lançamento simultâneo de seu catálogo em formato digital e o segundo voltado para a divulgação de teses e dissertações acadêmicas, bem como para o resgate de títulos e da produção intelectual das áreas que envolvam as áreas musicais e das ciências humanas, sociais e artísticas nacionais. Esses materiais, que por força da restrição de certas linhas editoriais e pelos custos envolvidos não possuem possibilidade de atingir o grande público, estarão sendo lançados apostando-se em novas tecnologias para a divulgação dessa produção.
 

Algumas obras lançadas pela Editora Landmark.

Edição Bilíngue Inglês / Português 
Autor: Emily Brontë
Tamanho: 16cmx23cm
Páginas: 304

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES foi publicado em 1847 através do pseudônimo Ellis Bell. Hoje considerado um dos grandes clássicos da literatura universal, caracteriza-se como uma grande história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, tendo recebido fortes críticas quando de sua publicação no século 19.
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática é resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo.
O livro já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e televisão. A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e a de 2011, estrelada por Kaya Scodelario e James Howson.



Edição Bilíngue Inglês / Português 
Autor: Oscar Wilde
Tamanho: 16cmx23cm
Páginas: 392

Neste primeiro volume da coleção são apresentadas quatro das peças escritas por Oscar Wilde: “Vera, ou os Niilistas”, “A Duquesa de Pádua”, “O Leque de Lady Windermere” e a “A Importância de Ser Constante”.

VERA OU OS NIILISTAS
“Vera, ou os Niilistas” é uma tragédia melodramática cuja ambientação ocorre na Rússia e foi a primeira peça que Wilde escreveu para teatro, estreiando no Reino Unido em 1880 e em Nova York em 1881. A obra, uma versão reescrita de “Romeu e Julieta”, com toques de “Macbeth”, ambas as peças escritas por William Shakespeare, apresenta momentos de brilhantismo, apresentando o movimento niilista na Rússia e a posição do socialismo da época. Vera trabalha na taberna de seu pai, situada ao longo de uma estrada para os campos de prisão da Sibéria quando um grupo de prisioneiros pára na taverna e Vera reconhece imediatamente seu irmão, Dmitri, como um dos prisioneiros. Ele lhe implora para que ela vá até Moscou juntar-se aos niilistas, um grupo de terroristas que está tentando assassinar o Czar, como forma de vingar a sua prisão.

A DUQUESA DE PÁDUA
“A Duquesa de Pádua” é uma peça de inspiração elizabetana, escrita no ano de 1883 no Hôtel Voltaire em Paris, para a atriz Mary Anderson. É um conto de vingança, assassinato, traição, amor e redenção no século 16, onde Guido Ferranti pretende vingar a morte de seus pais, entretanto, Guido é transformado pelo amor e terá a difícil missão de decidir se desiste de sua vingança ou se vive a sua grande paixão.

O LEQUE DE LADY WINDERMERE
O Leque de Lady Windermere é uma comédia, apresentada pela primeira vez em 22 de fevereiro de 1892 no St James Theatre, em Londres, que satiriza a moral da sociedade vitoriana. A história trata de Lady Windermere que tem um casamento feliz, até que uma fofoca da sociedade londrina a faz suspeitar da fidelidade de seu marido. Em busca de provas, ela comprova que Lorde Robert Windermere está dando frequentemente grande somas de dinheiro para a Sra. Erlynne. Irritada com a infidelidade do marido, ela pretende se vingar, cometendo adultério. Depois de descobrir o que realmente aconteceu e ainda traumatizada pelo abandono de sua mãe há mais de vinte anos, a Sra. Erlynne segue Lady Windermere e tenta convencê-la a voltar para seu marido, pois tudo não passou de um grande engano, sacrificando-se a si mesma e sua reputação a fim de salvar o casamento de Lady Windermere.

A IMPORTÂNCIA DE SER CONSTANTE
A Importância de Ser Constante é uma comédia que estreou em 14 de fevereiro de 1895 no Teatro St. James, em Londres. Situada na Inglaterra durante a era vitoriana, o humor da peça encontra-se na manutenção de identidades fictícias dos personagens para escapar das indesejadas obrigações sociais. Jack Worthing é um homem solteiro e rico, que possui um irmão imaginário chamado Constante. Ele utiliza este nome para ir até a cidade e agir de forma imprudente sem se preocupar com as consequências de seus atos. Em uma de suas idas à cidade ele se apaixona por Gwendolyn Fairfax, porém sua mãe, Lady Bracknell, desaprova o relacionamento por não conhecer a origem da família de Ernest. Jack quando bebê fora abandonado e um homem muito gentil o criou, deixou-lhe uma fortuna e a tutela de Cecily Cardew. Aproveitando a ausência de Jack, seu melhor amigo Algy Moncrieff utiliza de seu amigo imaginário Constante para conhecer Cecily e eles se apaixonam; é quando Jack chega, seguido por Gwendolyn e Lady Bracknell. Assim os dois “Constantes” tem suas identidades reveladas. O livro foi adaptado diversas vezes para o cinema: em 1952, a primeira adaptação com direção de Antony Asquith, filho de H. H. Asquith, que como Secretário do governo na época, foi um dos autores das acusações de imoralidade para Wilde; em 2002, sob direção de Oliver Parker, com Colin Firth, no papel de Jack, Rupert Everett, como Algy, Judi Dench como Lady Bracknell. A Importância de Ser Constante marca o auge da carreira teatral de Oscar Wilde e marca também o seu declínio, pois foi em sua estreia que o Marques de Queensberry, pai de Alfred Douglas, amigo íntimo de Oscar Wilde, iniciou a sua empreitada contra o escritor.

TEATRO COMPLETO traz a produção teatral da vida do escritor Oscar Wilde, nome de um dos maiores autores da língua inglesa.



Autor: Jane Austen
Tamanho: 16cmx23cm

Jane Austen foi uma das maiores escritoras de romances do mundo. Considerada uma das responsáveis pela grande aceitação do gênero entre as mulheres, suas obras sempre lidam o lado feminino da burguesia inglesa de seu tempo.

A obra desta aclamada escritora tem sido constantemente adaptada para o teatro, cinema e televisão; nos meios acadêmicos, tem gerado abundantes e fecundos estudos de sua dimensão estética, sociológica e histórica; em vários países, inclusive o Brasil, são-lhe dedicados ativos e entusiasmados fã-clubes; e, na web, há um número assombroso de paginas que remetem a Jane Austen.

A nova coleção em edição bilíngue lançada pela Editora Landmark resgata todas as minúcias das obras de Jane Austen, a crítica social de sua época aos costumes e a padrão de vida inglesa, apresentando corretamente a ironia e o sarcasmo de seu estilo.

RAZÃO E SENSIBILIDADE foi o primeiro dos romances de Jane Austen a ser publicado, em 1811. O enredo, embora simples, não deixa de ser profundo e questionador: a história se estrutura em torno das irmãs Dashwood que ficam desamparadas com a morte do pai; sem dotes a serem oferecidos, elas têm poucas oportunidades de conseguir um bom casamento, mas a grandeza de seus sentimentos se revela importante contra a hipocrisia da sociedade preocupada apenas com as aparências.

Considerado a obra-prima de Jane Austen, ORGULHO E PRECONCEITO, já em seu início, demonstra o desenrolar da trama: a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de qualquer esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: declara que o foco serão os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor à obra ao falar sobre um tema comum da sociedade inglesa do século 18 e 19 e prepara o leitor para a caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes.

EMMA é um dos grandes romances de Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1815. A protagonista da história é a primeira heroína criada por Jane Austen sem problemas financeiros, sendo que a mesma declara que isto é uma das razões de ela não se preocupar com casamento. Assim como em seus outros romances, Jane Austen relata as dificuldades das mulheres no início do século 19, criando, através de seus personagens, uma deliciosa comédia de costumes.

MANSFIELD PARK é o trabalho mais autobiográfico de Jane Austen, refletindo o mundo de pretendentes religiosos e proprietários de terra, das caçadoras de maridos, dos esnobes e dos tolos do interior, no qual a escritora viveu e procurou o amor. Entretanto, o texto parece entrar em conflito com as tradicionais heroínas e o tema corrente de Jane Austen (pelo viés social), fato que tem aturdido por décadas os críticos da autora.

A ABADIA DE NORTHANGER foi publicado em dezembro de 1817, em conjunto com “Persuasão”, apesar de ter sido escrito em 1798. A obra transparece toda a habilidade da autora em criticar socialmente seu tempo por meio de análises morais de seus personagens. Com boa dose de senso de humor, os excessos que beiram o ridículo dos romances góticos são criticados de forma cotidiana e plausível, um feito que, entre inúmeras razões, torna a autora uma das mais importantes e lidas por todo mundo.

PERSUASÃO é o último romance completo escrito por Jane Austen, sendo publicado postumamente em 1818 e é amplamente apreciado como uma simpática história de amor, de trama simples e bem elaborada, e exemplifica o estilo de narrativa irônica de Jane Austen, sendo original por diversos motivos, entre eles, pelo fato de ser uma das poucas histórias da escritora que não apresenta a heroína em plena juventude.




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