postado por Matheus em 29 julho 2012

O Que Passou Por Meus Fones #1

     Olá a todos!!! Hoje eu estou aqui para postar a minha mais nova coluna semanal. Toda semana, aos domingos à noite, eu irei postar minhas mini-resenhas de todos os discos que ouvi pela semana. Eu resolvi fazer esse post porque é difícil escrever muito para um único disco, e assim eu posso mostrar tudo o que eu ouço, pois tudo isso merece notoriedade. Espero que gostem e não esqueçam de falar suas opiniões através dos comentários!
     Clicando no nome do álbum abrirá uma nova janela direcionando à página do álbum no Wikipédia, com mais informações. 


     O que podemos esperar de uma banda de pop/rock formado por duas irmãs? Músicas grudentas, músicas muito emotivas ou músicas agitas sobre curtir a vida? No caso, as três alternativas! O álbum começa com uma ótima música, “4Ever”, que fala sobre curtir a vida num ritmo bem agitado e contagiante. A próxima faixa, “Everithing I’m Not”, é mais emotiva, mas continua com o ritmo agitado. “When It Fall Apart” é bem “grudenta”, principalmente o refrão, onde a voz da vocalista é bem irritante. Depois das duas primeiras faixas as próximas boas chegam depois de “Speechless”, uma música romântica com um ritmo muito dramático, mas que não deixa de ser boa. A próxima, “Heavely Broken”, segue o mesmo padrão, só que um pouco mais animada no refrão. “Mother Mother” é a faixa mais diferente do álbum, começa com  um ritmo meio que latino e depois do refrão vai para um rock “pesado”, com direito à gritos da vocalista. “The Secret Life Of The Veronicas” é um álbum mais do mesmo, com altos e baixos, mas que tem músicas que merecem ser ouvidas! 

The Colour Of Spring | Talk Talk

     Quem nunca ouviu aquela música que é tão calma, mas tão calma, que dá vontade de dormir? Para quem gosta de músicas do tipo pode adorar (ou não) esse álbum. Talk Talk foi um dos pioneiros a usar sintetizadores e outras parafernalhas elétricas para fazer rock. O resultado não foi nada bom e em “The Colour Of Spring” eles rejeitaram essas máquinas. Com uma melancolia sem tamanho todas as faixas são extremamente paradas e calminhas. Isso combinou com a voz do vocalista, mas não com os meus ouvidos que não estão nem um pouco acostumados a ouvir músicas nesse estilo.  


Making Mirrors | Gotye 

     São muitas as bandas que começam sua carreira no anonimato e, repentinamente, fazem um grande sucesso. Esse é o caso do Gotye (se alguém sabe como se pronuncia seu nome por favor me avise)! Ele começou sua carreira em 2003, mas nunca foi conhecido. Mas em 2012 ele continuava no anonimato, até que lançou o single “Somebody That I Used To Know (feat. Kimbra)” que elevou sua carreira num alto patamar! Essa música ficou semanas em 1º lugar nas paradas de sucesso dos EUA, além de ganhar vários remixes e uma versão do Glee. Quem ouvir esse álbum esperando músicas como essa não vai se arrepender. 
     O álbum inteiro segue com um ritmo alternativo e diferente. Têm músicas mais animadas, “I Feel Better” e “In Your Light” são duas delas, mas a maioria do álbum segue o mesmo estilo de “Somebody That I Used To Know” Para quem gosta de Florence + The Machine, Lana del Rey e outras bandas do gênero irá adorar “Making Mirrors”, e aqueles que gostam de outros estilos deixarão se levar com faixar envolventes, principalmente em “Somebody That I Used To Know”.


     Considerado por muitos o melhor álbum do Elton John, esse álbum é um verdadeiro clássico do rock. Com músicas dos mais variados estilos, o disco começa com uma longa (mas não tediosa) música de 11 minutos, “Funeral For A Friend-Love Lies Bleeding”. Depois vem a maravilhosa “Candle In The Wind”, uma ótima homenagem à Marilyn Monroe, mas que ficou mais conhecida como a homenagem à Princesa Diana. A faixa título é muito dramática, mas maravilhosamente bela. 
     A criatividade do Elton é imensa! Além de abordar temas diferentes em sua músicas ( principalmente em “All The Girls Love Alice”, um dos primeiros rock a falar sobre o lesbianismo) ele cria nomes inusitados para suas músicas. Vai dizer que não é diferente uma música com o título “This Song Has No Title”? Esse álbum é um verdadeiro caldeirão pop, com músicas cheias de novidades para a época, além de ser um clássico do rock progressivo que merece ser ouvido por todos!

Sam's Town | The Killers 

     Eu ainda não descobri o que há na voz do Brandon Flowers (vocalista da banda) que me deixa tão encantado. As músicas podem nem ser boas, mas quando ele canta algo mágico acontece! De todas as faixas do disco eu só conhecia uma, o hit “Read My Mind”, uma música completamente envolvente. “Enterlud”, mesmo tendo apenas 49 segundos é ótima. “When You Were Young” tem uma letra bem estranha, mas, como a maioria das faixas, é irresistível. “My List” é de uma melancolia imensa, até a voz do Brandon fica diferente quando ele canta. As outras faixas podem ser boas, mas não são melhores que essas que citei, mas mesmo assim todas as músicas tem seu valor quando cantadas por Brandon Flowers. 

4 | Beyoncé

     Não é difícil saber porque “4" não vendeu bem quando ouvimos o disco inteiro. Ele não é ruim, pelo contrário, é muito bom, mas as músicas não são do tipo que viram hit! A maioria das músicas tem um ritmo R&B contagiante, mas que não vende bem. É impossível ficar parado ouvindo “End Of Time” e “Countdown”. Mas não é só de músicas dançantes que é feito “4", pelo contrário, a maioria das músicas são mais calmas. “I Was Here” é de uma dramaticidade sem tamanho, mas muito bela. “1+1" é uma das músicas mais românticas da Beyoncé, a letra é muito sentimental e emocionante. O álbum fecha com chave de ouro, com “Run The World (Girls)”, uma música dançante com uma letra feminista e com mais palavrões do que muitos raps por aí. Não sei se é o melhor álbum da Beyoncé, mas sem dúvida nenhuma é um ótimo álbum, que não apelou por músicas comuns pra vender bem, preocupando-se apenas com a qualidade.

Funhouse | Pink

     É incrível a facilidade da Pink em passar de uma música hilária para outra que quase nos faz chorar. Em ”Funhouse” ela faz isso perfeitamente. Começando com o hit contagiante “So What” o álbum é um misto de emoções. “I Don’t Believe You” é uma das músicas mais tristes que já ouvi, a voz da Pink é perfeita pra músicas do tipo, deixando-nos emocionados. O videoclip de “Please Don’t Leave Me” é bem engraçado, mas menos que o de “So What”. “Crystal Ball” é um tanto deprimente, mas muito menos que “I Don’t Believe You”. “Funhouse” é um álbum pra múltiplos gostos, agradando tanto os mais animados quanto aqueles que adoram uma música depressiva! 


1 comentários:

  1. Eu adoro a Pink. Numa música ela nos faz dançar coladinho e na outra nos faz suar. É incrível a versatilidade dela.


    Um leve bater de asas para todos!!!!!!!!!!

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