postado por Matheus em 16 setembro 2012

O Que Passou Por Meus Fones #8

     Mais uma vez eu estou aqui para compartilhar com vocês o que eu ouvi pela semana! Nossa! Já faz oito semanas que eu comecei essa coluna! Posso dizer que estou muito contente, tem muita gente que gosta dos posts e eu estou conhecendo cada vez mais músicas boas! Essa semana eu ouvi mais discos pops, mas tem alguns outros estilos por aí! Espero que gostem! 
     Não viu o post da semana passada? Veja aqui.
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Blood Sugar Sex Magik | Red Hot Chili Peppers

     Nesse primeiro grande álbum do RHCP, eles mostraram que são ótimos no que fazem, um “acid funk rock” muito bom e contagiante.  Para aqueles acostumados ao RHCP de atualmente, com um som bem mais diferente, pode achar “Blood Sugar Sex Magik” um pouco estranho. 
     Começando com a contagiante e poderosa “The Power Of Equality” o disco segue o mesmo estilo: um toque de funk, uma pitada de raggae, um pouquinho de rap e muito, muito rock. “Breaking The Girl” segue para um lado mais calmo e alternativo. A 6ª faixa, “I Could Have Lied”, segue o mesmo estilo da citada anteriormente, só que ainda melhor. De todo o álbum, a música mais conhecida é “Give It Away”, que tem um estilo bem rock e um refrão estonteante devido a poderosa voz de Anthony Kiedis, com uma letra melhor do que as outras do restante do álbum. “My Lovely Man” é uma homenagem ao antigo guitarrista da banda, Hillel Slovak, que faleceu. Nas mãos das bandas atuais a composição dessa música poderia resultar numa faixa dramática e melosa demais, mas nas mãos do RHCP ela resultou numa estonteante faixa de puro rock, mas que não deixa de lado seu tom dramático. 
     Considerado por alguns um dos melhores álbuns da década de 1990, “Blood Sugar Sex Magik” mostra que ele fez por merecer, com faixas contagiantes, letras inteligente (em alguns casos) e uma ótima dose de rock.



     Ouvindo esse disco depois de ouvir o maravilhoso “Anacrônico” é fácil perceber uma ótima mudança no estilo da banda. Nesse disco ela tem um ritmo bom, mas em seu próximo álbum (“Anacrônico”) o ritmo está muito mais bem produzido e melhor. Mas há uma coisa que não muda em nenhum dos dois: as ótimas composições. Diferente das composições cantadas por todas essas bandinhas nacionais atuais, as composições da Pitty sempre se mostram verdadeiras fontes de reflexão, críticas à sociedade moderna e também conta com algumas mensagens de auto-estima. 
     O álbum já começa bem, com 4 hits seguidos. O primeiro é “Teto De Vidro”, com um toque mais “pesado” e bem rock ‘n’ roll. “Admirável Chip Novo” tem um ritmo um pouco mais leve, mas com uma bateria persistente e esfuziante. Mas o destaque dessa música fica com a letra bem filosófica e que merece um tempinho de reflexão. A próxima faixa, “Máscara”, se mostra uma mensagem de auto-estima, mesmo que  escondida por trás do ritmo pesado. A última faixa da sequência de hits é “Equalize”. Ela é bem diferente do resto do álbum, sendo muito mais calma e com uma letra com um toque romântico muito lindo. Depois dessa sequência de hits o ritmo do álbum tem uma recaída, se mostrando menos poderosa e mais tediosa, mas as composições continuam ótimas, com destaque para a super-filosófica “O Lobo” e “Só De Passagem”, que tem uma ótima reflexão sobre a sociedade moderna. Na última faixa, “Semana Que Vem”, o ritmo empolgante das 4 primeiras faixas ressurge, além da letra inspiradora e motivadora. 
     “Admirável Chip Novo” pode ser resumido como um disco com composições maravilhosas, mas com ritmos nem sempre tão bons.     


Body Talk | Robyn

     Eu pouco conhecia a Robyn. A única vez que ouvi uma música dela foi no seu show de intervalo no VMA de 2010. Eu tinha adorado seu estilo, mas foi agora que relembrei-a e decidi conhecer mais sobre sua carreira e suas músicas. O seu estilo é indescritível: uma ótima mistura de pop, eletrônica, dance com um toque retrô. As duas primeiras faixas do álbum são desprezíveis, não por serem ruins, mas por serem tão sem sal. Por mim é na 3ª faixa que o álbum realmente começa. “Dancing On My Own” mostra o que eu estava esperando ver, aquele pop retrô com um ritmo maravilhoso e uma voz única, só ouvindo para saber. Todas as músicas soam do mesmo tipo, mas nenhuma tão empolgante quanto a citada anteriormente, até que vem “Hang With Me”, com uma batida ao mesmo estilo, mas com um toque a mais de retrôcidade, o que deixa a música ainda melhor. A próxima faixa, “Call Your Girlfriend” é tão boa quanto as outras citadas, mas a voz de Robyn soa ainda mais emocionante. 
     O ritmo escroto de “Dancehall Queen” é muito ruim, ruim mesmo. A mistura de reggae e música eletrônica não ficou nem um pouco bom. Outro ponto fraco do álbum é o excesso de repetição de versos nas músicas “Don’t Fucking Tell Me What To Do” e “We Dance To The Beat”, que as deixa tediosas e chatas. Com músicas maravilhosas e alguns pontos fracos “Body Talk” pode agradar múltiplos gostos, principalmente aqueles que adoram músicas dos anos 1980 ou aqueles que simplesmente adoram uma boa música pop.   


Confessions On A Dance Floor | Madonna     

     Hoje em dia ouvir um certo estilo musical faz com que a sociedade te rotule com afirmações quase sempre falsas. Entre elas pode se citar o sertanejo (caipira); funk (vagabunda); rock (satânico) e o pop (gay). Entre todas as artistas pops a que tem mais fama com os gays é, sem dúvida, a Madonna. Rotulações  e clichês de lado, pode se considerar “Confessions On A Dance Floor” como um ótimo disco, com um ritmo “disco retrô” empolgante. O álbum começa com o hit “Hung Up”. É quase impossível ficar parado ouvindo essa música, o seu ritmo disco vindo dos anos 1980 juntamente com a voz suave e incansável da Madonna formou uma música perfeita, tanto para ouvir em casa como em uma balada. A próxima faixa, “Get Together”, não tem a mesma empolgação nos vocais que a música anterior, mas o ritmo continua no mesmo estilo. “Sorry” é uma das melhores (senão a melhor) faixa do álbum. O seu estilo eletrônico com toques impertinentes fizeram com que a música virasse um hit que pode ser ouvido em qualquer lugar, numa boate, numa pista de patinação, em festas retrôs ou simplesmente em casa. “Future Lovers” fluiu para um lado mais Daft Punk, mais eletrônico. 
     “Jump”, outro hit do álbum, segue o mesmo estilo das outras músicas já citadas, mas nós vemos uma grande diferença na voz da Madonna, que soa de um jeito diferente e ótimo. Eu aconselho a todos pularem a 10ª faixa, “Isaac”, que é estranha, bizarra e totalmente desprezível. O ritmo eletrônico continua, só que junto com uns toques marroquinos e uma voz masculina muito bizarra. “Confessions On A Dance Floor” pode ser definido como gay para muitos, mas o melhor que temos a fazer é calar a nossa boca e escutar a música, que é o que realmente importa. 



     Ninguém pode negar que a Rihanna tem uma ótima voz, mas, como outros artistas atuais, nem sempre ela é bem usada. Em “Good Girl Gone Bad” isso pode ser observado muito facilmente. Em algumas faixas a voz dela é perfeita, mas em outras ela não tem nada de espetacular. 
     O álbum começa com o super-hit “Umbrella (feat. Jay-Z)”. Essa é uma das melhores músicas da Rihanna, e a melhor faixa do álbum. A sua letra inspiradora sem ser melosa se juntou com o ritmo meio R&B e as ótimas vozes da Riri e a do Jay-Z para fazer uma música estrondosa e muito empolgante. A próxima faixa “Push Up On Me” muda totalmente de ritmo. Sua melodia parece que saiu daquela onda hip-hop dos anos 1980. “Don’t Stop The Music” é outro hit so álbum. Sua melodia é contagiante, mas a voz da Rihanna nem se compara a sua voz em “Umbrella”. “Hate That I Love You (feat. Ne-Yo)” traz aquilo que todo álbum pop tem, uma balada romântica com uma letra bem sentimental. Em “Rehab” a voz da Rihanna brilha, mas o mais importante faltou: um bom ritmo. “Cry” é uma faixa bônus da versão do CD lançado na União Europeia. Seu toque romântico é bom mas a voz da Rihanna soa melosa demais. “Disturbia” traz ao álbum o estilo inicial, um pop muito contagiante. De todas as faixas românticas do álbum “Take A Bow” é a melhor. Com um toque calmo e bom a voz da Rihanna ganha destaque, sem ser melosa e dramática ao ponto certo. 
     Esse pode não ser o melhor álbum da carreira da Rihanna, mas ele contém ótimas músicas que merecem ser ouvidas.     



14 comentários:

  1. As vez escuto Red Hot e Pitty.Eles têm algumas músicas bem bacanas.

    O que mais escuto ultimamente é Adam Lambert, conhece? A voz dele, para mim, é divina.

    Um leve bater de asas para todos!!!!!!!!!!!

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  2. Robyn? Essa eu não conhecia. os outros artistas eu conheço e adoro.

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  3. Um pelos meus ouvidos passou .. tanta coisa que não sei por onde começar ! ^^

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  4. Ela é pouco conhecida, mas muito talentosa. Procure a música "Call Your Girlfriend", a melodia e a letra vão fazer com que vc se apaixone por ela!!!

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  5. Concordo com vc quando disse q o RHCP e a Pitty têm muitas músicas bacanas, mas eu ñ gosto mt do Adam Lambert. Eu acho q principalmente por ele ocupar o posto do Freddie Mercury no Queen, eu odiei essa decisão. Mas fazer o q né, cada um com o seu gosto!

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  6. Ouvia muito Red Hot Chili Peppers quando era mais nova, gostava muito das musicas deles.Faz tempo que não ouço mais. Madonna é Madonna. Gosto muito...Bjkss

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  7. Red Hot Chili Peppers. Nossa! A tempos que não escuto. Me deu vontade agora! Rihanna também é legal, mas estou na fase fossa, então nem vem com essa voz de dança dela...
    Bem legal *-*

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  8. Af, eu to muito desligada do mundo da música. Quer dizer, pelo menos "internacionalmente". Prefiro mil vezes as músicas nacionais, e gosto mais de sertanejo, pagode, forrózinho, hahaha!

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  9. Matheus Silva Pereira22 de setembro de 2012 23:21

    Já q vc tá nessa fase fossa, ouvir Call Your Girlfriend da Robyn é uma boa escolha... rsrsrs

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  10. Minha nossa faz tempo que não ouço Admirável Chip Novo da Pitty. Estou com saudades de ouvir música, pois meu pc foi pro conserto e esse emprestado não funciona o áudio...hehe

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  11. Madonna, Rihanna e Pitty: eu passo uma tarde feliz ouvindo as três *-*
    Eu adoro Cry e Take a Bow, além de adorar a maioria das músicas da Madonna. Adorei essas escolhas, as outras eu não conheço não.

    Gislaine,
    atualizado, comenta?
    Jeito Inédito

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  12. Rihanna adoro, Madonna depende do dia rs e Red Hot Chili Peppers sempre. Não curto muito as músicas da Pitty acredita, não sei pq, acho que é um bloqueio.
    Já a cantora Robyn não conhcia ainda, mas agora mesmo vou ouvir algumas músicas para ver se gosto.

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