postado por Matheus em 25 novembro 2012

O Que Passou Por Meus Fones #15



Como vocês podem ter percebido semana passada eu não postei minha amada coluna semanal aqui no blog, por não ter internet em casa. Mas agora eu estou aqui, com resenhas de vários discos, dos mais variados estilos e para os mais variados gostos. Hoje tem mais discos porque além dos discos da semana passada eu ainda postei as resenhas de alguns que eu ouvi essa semana. Eu duvido que você não goste de nenhum dos discos aqui citados. Vejam as resenhas e tirem suas conclusões!!!
Não viu o post anterior? Olhe aqui.
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Red | Taylor Swift


Mudar de estilo musical pode ser um grande risco para artistas que fizeram fama por outro estilo. Em alguns casos isso não sai muito bem, como a drástica mudança de estilo da Avril Lavigne em “Goodbye Lullaby”, mas para a Taylor Swift a sua mudança do country total para um electro-pop country não foi nada ruim, pelo contrário: deixou suas músicas com um toque a mais.

Muitos ligavam a Taylor como a figura da menininha que cantava músicas country super românticas com uma linda voz, sem nada demais. Mas em “Red” ela se elevou muito mais, alcançando um novo nível de qualidade musical. Suas melodias não estão tão melosas como as de antigamente, suas letras não são mais as mesmas composições românticas vazias e sua voz não é apenas aquela voz fofinha que todos estavam acostumados. Já na primeira música, “State Of Grace”, nós vemos tudo isso que foi citado anteriormente, se juntando para formar uma música romântica ao ponto certo e com um grande toque de “emocionalidade”. A faixa título segue mais para o country de antigamente, mas com um toque pop no refrão que a deixou ainda melhor. Melancolia é uma coisa presente em todo o álbum. Em muitas vezes ela pode estra escondida por trás de batidas pops, mas em algumas faixas ela transborda. Esse é o caso de “Treacherous”, “I Almost Do” e “Begin Again”, que dão um toque diferente ao álbum, mas que mesmo assim são boas músicas. No começo da resenha eu disse que parte do álbum tinha um lado meio electro-pop; “I Knew You Were Trouble” é a primeira faixa do disco com esse estilo. Mas ela não é um mar de rosas, por vezes o estilo electro é exagerado e a voz da Taylor cai nessa onda, não cantando tão bem como de costume. Um pouco depois vem o maior hit do álbum até agora, “We Are Never Getting Back Together”. O seu estilo também é meio electro-pop, mas na medida certa. A voz da Taylor também está perfeita, combinando perfeitamente com a letra romântica e autobiográfica. 
Mas nesse disco os vocais não ficam apenas a cargo da Taylor Swift. Em “Red” há duas participações especiais muito boas, que completaram o álbum. A primeira delas é a do Gary Lightbody, vocalista do Snow Patrol, na música “The Last Time”. Para quem conhece um pouco da banda sabe que o estilo deles é o mais melancólico possível, sendo assim a voz dele caiu como uma luva quando se junta com a maravilhosa voz da Taylor, criando um clima indescritível para a música. A segunda colaboração é a de Ed Sheeran na música “Everything Has Changed”. Essa música é bem menos melancólica, mas não menos romântica, sendo assim uma das melhores do álbum, tanto pelos ótimos vocais quanto pela melodia mais que contagiante da mesma.
Depois de tudo isso aqui descrito já deu pra ter uma noção do que é “Red”, o mais novo trabalho da Taylor. Um grande disco que mistura muito bem elementos pop e eletrônico junto com o ritmo antigo da Taylor (o puro country) para formar músicas para diversos gostos, mas que agradam principalmente aos românticos de plantão.


Born This Way | Lady Gaga


Para todos aqueles que me conhecem o mínimo possível não é novidade que eu sou um little monster (nome dado a todos os fãs da Lady Gaga), então é claro que eu já ouvi esse disco incontáveis vezes. Mas com a vinda da Gaga pro Brasil há alguns dias e com a minha impossibilidade de ir a algum show eu decidi ouvi-lo mais uma vez, só pra entrar no clima.

E, como sempre que o ouço, eu fico maravilhado! Suas músicas são no mínimo maravilhosas (pelo menos a grande maioria)! É indescritível o estilo do álbum em si, pois ele passa pelos mais variados gêneros sem perder o foco, passando pelo rock, dance, house music, música eletrônica e é claro o pop. Já no começo damos de cara com uma ótima música que mistura muito bem dance com house para formar uma música contagiante com uma batida estonteante, assim é “Marry The Night”! Depois vem outro hit, 1º lugar nos EUA, “Born This Way”. Sua composição é maravilhosa, com uma letra inspiradora e com uma ótima mensagem de auto estima, mas sem nada de dramático. Pelo contrário, seu ritmo é tão contagiante que é quase impossível ficar parado ouvindo-a. “Government Hooker” tem um ritmo bem electro-pop, não tão contagiante quanto ao de outras músicas, mas essa música tem uma letra muito boa. Sem nada de inspirador ela fala sobre prostituição e o governo, de uma forma forte e crua, sem nada de glamoroso. “Judas” dá uma decaída feia em questão de qualidade. Em um todo a faixa é mais do mesmo, sem nada de diferente, apenas uma letra que queria ser polêmica, um ritmo nem tão contagiante e uma voz por vezes estranha da Gaga. Das músicas não tão conhecidas do álbum “Americano” é uma das melhores. Ela tem um ritmo latino tão bom como o de outras faixas, e ver a Gaga cantando em espanhol também é espetacular, sem contar que isso combinou perfeitamente com o ritmo da música.  “Hair” segue o mesmo estilo de “Born This Way”, com uma letra inspiradora e um ritmo muito dançante! O disco segue com algumas música sem grande fama, mas igualmente boas (destaque para “Highway Unicorn (Road To Love)”, com seu ritmo pop com um toque de rock ao fundo e “Scheibe” bem electro-pop contagiante) mas no finalzinho há duas faixas catastróficas: são elas “Yoü And I” e “The Edge Of Glory”.
“Yoü And I” é diferente de tudo que você já viu na música pop. Ela não tem nada de comum, mas é inegavelmente maravilhosa. Seu ritmo não é tão pop, indo muito mais pro rock ‘n’ roll (a faixa teve a participação do lendário guitarrista Brian May, do Queen) e sua letra conta uma das melhores estórias de amor que eu já vi em músicas. Já “The Edge Of Glory” é outra pérola da Gaga. Seu ritmo é simples, mas completamente poderoso. Essa música segue para um lado mais dance pop anos 80, com um toque retrô, e sua letra, dedicada ao falecido avô da Gaga, é emocionante!
Com todos esses elogios aqui feitos nem é preciso redizer que “Born This Way” é uma verdadeira obra-prima do pop atual! No meio de tantos discos “vazios” lançados ultimamente ele se destaca em vários pontos; sua batida contagiante (em todas as faixas), suas letras mais que maravilhosas e a personalidade única da Gaga são apenas alguns dos quesitos que fizeram com que “Born This Way” ficasse maravilhoso do jeito que ficou.


18 Months | Calvin Harris


O mundo da música eletrônica atual parece que só faz sucesso com o David Guetta e o LMFAO. Mas isso não quer dizer que eles sejam os únicos com o talento necessário para isso. E em “18 Months” Calvin Harris mostrou isso de uma forma "melhor impossível".
Todas as músicas desse álbum não diferem das músicas do David Guetta: ótimas músicas eletrônicas dançantes com vocais por vezes ofuscados pela melodia. Mas as músicas do Calvin têm um quê artístico a mais, deixando as músicas contagiantes e muito boas. Já de cara damos de cara com um tipo de música bem comum no álbum. “Green Valley” é instrumental, com uma batida simples e perfeita. Um pouco mais a frente vem uma música muita conhecida por muitos, mas que poucos sabem o nome (eu era um deles). “Feel So Close” mostra tudo de melhor que o álbum tem pra dar, uma melodia harmoniosa e contagiante e uma letra não tão espetacular, mas muito acima do padrão das letras de músicas eletrônicas. Depois vem o verdadeiro hit “We Found Love (feat. Rihanna)”, que já foi colocada no álbum “Talk That Talk”, da Rihanna, e foi reutilizada aqui, deixando o disco ainda melhor. O disco fica ainda melhor quando abre a faixa “Iron (feat. Nicky Romero)”, que com seu estilo meio Daft Punk deu uma pequena mudança no estilo do álbum. E o que dizer da romântica e dançante “I Need Your Love (feat. Ellie Goulding)? Sem nada a comentar sobre essa música maravilhosa!
De todos os vocais do álbum o que mais se destaca é, sem dúvida alguma, o da Florence Welch em “Sweet Nothing”. É incrível como sua voz, acostumada com músicas indie independentes da sua banda Florence And The Machine, se adequou tão bem com o ritmo eletrônico da música, fazendo com que a letra quase depressiva ficasse ainda melhor. A última faixa do disco, “Thinking About You (feat. Ayah Marar)”, continua com uma letra romântica e uma batida muito boa.
Depois de ouvir esse disco eu posso dizer que meus conceitos sobre boas músicas eletrônicas foram completamente modificados. Se você acha que sabe tudo sobre música eletrônica mas ainda não ouviu “18 Months” posso dizer que você não conhece uma boa música eletrônica de verdade! 




Very | Pet Shop Boys


O Pet Shop Boys é, no mínimo, uma banda extravagante, animadíssima e muito, muito pop. Todas as suas músicas são dançantes e com um toque pop que é puro anos 80/90. E em “Very” esse estilo permanece do começo ao fim!

Pra quem conhece um pouco do Pet Shop Boys sabe que suas músicas tratam de temas quase sempre gays, e os ritmos também não são dos mais másculos. Então se você tem algum tipo de preconceito contra esse tipo de música, cai fora! Mas se você é uma pessoa que gosta de qualquer tipo de música, desde que seja boa, você pode se deliciar com esse disco. Ele já abre com uma música que transmite tudo o que eu acabei de falar, essa é a “Can You Forgive Her?”. “Liberation” é uma das faixas mais calmas e despreocupadas do disco; sua melodia é simples e leve, deixando-a uma música muito boa. Depois dessa faixa vem “A Different Point Of View” com uma batida bem disco, que a deixou contagiante, principalmente quando se junta com o vocal do Neil Tennant (vocalista da banda) no refrão emocionante. “To Speak Is A Sin” é uma faixa esmagadora! Ela começa com um toque de saxofone meio cafona, mas que caiu muito bem. Mas não demora muito pra esse toque sair e dar lugar a um dos melhores vocais do Neil Tennant, cantando uma boa letra para aqueles que estão “no armário”. O álbum termina muito bem com uma versão da música “Go West”, da banda Village People, banda essa que gravou o clássico (rsrs) “Macho Man”.
Com a pequena descrição dessas poucas faixas já dá pra ter uma ideia completa de o que é “Very”: um disco extravagante e extremamente excêntrico, que não tem medo da reação de pessoas ignorantes quando vêm as composições totalmente liberais que estão em todo o álbum.    


Who You Are | Jessie J


A amada Jessie J não difere muito de várias outras divas pop atuais, quase sempre com figurinos extravagantes, sempre com músicas muito bem produzidas e algumas vezes polemizando. Mas ouvindo “Who You Are” por completo podemos perceber que ela é mais que isso. Sua voz é marcante e a batida de suas músicas nunca deixa de lado um toque meio R&B que combina perfeitamente com sua voz que por vezes arrasa.

O disco já abre muito bem com a faixa descontraída “Price Tag (feat. B.o.B)”. Sua letra é muito animadora e junto com a voz simples da Jessie e da participação especial do rapper B.o.B ela se torna uma boa música pop. Mas depois de toda essa alegria “Nobody’s Perfect” chega pra dar um clima mais obscuro ao disco. A Jessie está mais que perfeita nessa música; sua voz arrasa em todas as partes, desde o refrão emocionante, os “oh, oh, oh” e até os palavrões. Sua letra é mais que maravilhosa, uma explicação para todos aqueles que ela já fez se sentirem mal, falando que ninguém é perfeito, sempre intercalada com alguns palavrões (que foram necessários pra música ficar tão boa). “Abracadabra” é uma balada mais do mesmo, mas que se destaca com a voz da Jessie J. “Casualty Of Love” segue esse mesmo estilo, mas com uma batida mais romântica e acolhedora. Mas o disco não segue esse estilo “fofinho” e romântico até o fim. Um pouco à frente está a animada “Who’s Laughing Now”. Ela é uma faixa poderosa, em todos os sentidos. A voz da Jessie está completamente poderosa, o ritmo é bem R&B com um toque muito animado e a letra “poderosa” é uma forma mais que perfeita de demonstrar que podemos passar por cima de todos os nossos problemas, e que um dia ainda mostraremos para quem não acreditou em nós que somos nós que iramos rir!
Talvez a melhor parte do disco esteja no final, na faixa título. O ritmo dessa música é extremamente simples, sempre acompanhada de um violão ao fundo, mas quando a Jessie J entra ela se mostra mais que perfeita. Nessa música ela não canta apenas muito bem, ela canta de uma forma verdadeira e forte, capaz de emocionar muitas pessoas. A composição então, nem se fala!   
Talvez o único defeito de “Who You Are” seja sua transição abrupta e rápida de diferentes estilos, pois em uma faixa nós vemos uma Jessie dançante e contagiante e logo depois ela está mais romântica e melancólica. Mas mesmo assim muitas faixas desse disco são maravilhosas, seja por suas batidas quase sempre contagiantes, por suas composições mais que perfeitas ou pela voz da Jessie J, simplesmente indescritível!


Light Me Up | The Pretty Reckless

Quando eu ouvi uma música do The Pretty Reckless pela primeira vez eu não tive dúvidas, foi amor a primeira vista! Sua músicas são todas cheias de atitude, com batidas fortes e uma voz sensual e potente da Taylor Monsen. E em “Light Me Up” toda essa atitude, toda essa sensualidade e toda essa potência transbordam, fazendo com que cada segundo do disco fosse intenso.
O disco abre com uma faixa meio fraquinha, mas muito boa, essa é “My Medicine”. No começo da música a Taylor canta com uma voz quase angelical, mas não demora muito para ela arrasar. Pra mim, é na terceira faixa que o disco realmente começa! “Make Me Wanna Die” tem uma batida pesada, que logo fica mais leve, e logo depois pesada novamente, deixando a numa zona estonteante. E na voz da Taylor a música encontra o que precisava, uma voz que consegue ser leve e logo depois explodir em um refrão arrepiante. A faixa título é a primeira a mostrar que o disco também tem seu lado mais leve, mais calmo, mas só um pouco. “Just Tonight” foi a primeira música que eu ouvi da banda, então pode ser por isso que eu ache ela tão perfeita. Assim como em “Make Me Wanna Die” o ritmo fica sempre oscilante entre o leve e o pesado. Mas é a voz da Taylor que deixa a música perfeita. Até o refrão ela canta bem melosamente, mas no refrão ela explode numa voz dramática e emocionante ao ponto certo. “Nothing Left To Lose” é outra música bem calma, que mostra que a Taylor Monsen não sabe só gritar, mas também cantar muito bem calmamente. O disco não poderia fechar melhor do que com “You”. Nessa música o disco encontra o ápice da melancolia e do romantismo que poderia vir do The Pretty Reckless. A melodia é extremamente simples, mas a voz da Taylor é mais que perfeita, uma prova verdadeira de que ela é uma ótima cantora, em todos os ritmos.
Sendo assim, “Light Me Up” agrada a todos aqueles que adoram músicas de rock mais contemporâneas. Para aqueles que são fãs de Evanescence ou Pitty The Pretty Reckless é um prato cheio; com suas músicas com ritmos variados essa banda pode agradar ao mais diversos estilos de roqueiros.  


Electra Heart | Marina And The Diamonds

A Marina é uma boa cantora pop, com músicas bem contagiantes e bem produzidas. Mas sua banda, Marina And The Diamonds, é apenas isso: uma banda com boas músicas pop contagiantes, mas sem nada de artístico ou diferente.
O disco abre com uma música do jeito que eu acabei de descrever, apenas uma boa batida pop dançante mas sem nenhum quê artístico, essa é “Bubblegum Bitch”. Depois dessa faixa “mais do mesmo” vem uma das melhores músicas do álbum, “Primadonna”. Seu ritmo é puro pop, com um toque electro meio escondido. A voz da Marina não tem nada de espetacular, mas também não é ruim; em uma parte ela canta angelicalmente e depois ela fica mais animadinha, deixando “Primadonna” uma ótima música que agrada àqueles que adoram divas pop como Katy Perry, Britney Spears e companhia. O disco segue esse mesmo estilo “normalzinho” até o fim, mas no meio de faixas quase desprezíveis podemos encontrar ótimas músicas pop. Esse é o caso de “The State Of Dreaming”! Essa música começa bem calminha, e com uma ótima voz da Marina (talvez seu melhor vocal até agora). Mas no refrão ela fica um pouco mais animada, deixando a música com um toque pop comum e ao mesmo tempo genial. “Power & Control” é outra pérola do álbum. Seu ritmo não é “tão” pop quanto o das outras faixas, indo também para um lado alternativo. A voz da Marina completa a música, cantando por vezes no seu estilo normal e às vezes indo para um lado um tanto quanto dark. “Radioactive” não se encaixa muito bem nesse grupo seleto de músicas, mas ela merece um pouco de atenção devido à seu ritmo, bem electro-pop dançante.
Assim dá pra notar que “Electra Heart” é mais um disco lançado nesse gigante mercado da música pop atual. Não podemos chama-lo de “brilhante” ou “maravilhoso”, mas há nele músicas pop que merecem ser ouvidas por todos, pois há nelas um toque quase mágico, que faz com que nos apaixonemos por elas já na primeira vez de ouvir.  


23 comentários:

  1. A primeira vez que ouvi o CD Light Me Up eu fiquei :O Eu não ouvia mais nada na vida a não ser ouvir o CD. Taylor tem uma voz de dar inveja a qualquer um, incrível, incrível. Não conheci Calvin Harris, e vou dar um jeitinho de conhecer, me pareceu bom. Mas vamos ver, ou melhor, ouvir.

    http://sobreimportancias.wordpress.com/

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  2. Legal as musicas, não conhecia nenhuma ^^

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  3. Só ouvi os cds da Taylor Swift e da Jessie J que por sinal estão ótimos.
    Gostei das outras indicações tbm.
    Bjos...

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  4. Não gosto muito da Taylor, mas se ela fez uma música com o Vocalista do Snow Patrol com certeza vale a pena ver. Conhecia apenas uma música do Calvin- feel so close. Também gosto de The Pretty Reckless. Nunca ouvi falar em O Pet Shop Boys, mas com certeza vou procurar conhecer hahaha, adoro musicas dos anos 80/90. Também vou baixar algumas músicas dessa Marina, já que eu não conhecia :D

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  5. Realmente, BTW é uma obra-prima. Eu também sou um little monster e modéstia a parte, a Gaga é maravilhosa. Ela é uma verdadeira artista e com BTW ela mostrou isso como ninguém.

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  6. Que bom q vc se sentiu inspirada a ouvir as músicas que eu falei aqui!! rsrsrs Se vc for procurar algumas músicas dos Pet Shop Boys e da Marina procure as que eu citei aqui, pode apostar que essas são as melhores!!! :D

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  7. Eu tbm fiquei tipo :O quando ouvi 'Light Me Up" pela primeira vez!! Só fiquei em dúvida se vc falou q a voz da Taylor Swift ou da Taylor Monsen q era boa!!! rsrsrsrs

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  8. Eu nnao gosto muito de nenhuma dessas bandas. :/

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  9. Disse da Taylor Monsen, a Taylor Swift tem uma voz muito boa também, só que não consigo gostar... não sei se é do estilo de musica, ou o que é, tento gostar mas não consigo :c

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  10. mas msm assim a voz das duas Taylors são boas!! rsrs ;)

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  11. Apesar de gostar da voz de Lady Gaga, não sou muito fã de suas musicas, com exceção de uma ou duas. O resto sinceramente n curto não.

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  12. O unico que acompanho um pouco é The Pretty Reckless gosto de poucas musicas no maximo 6 e olhe lá.

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  13. q pena!! ela tem músicas tão boas!! :(
    mas pelo menos vc gosta d uma, já é um bom começo!!! rsrsrs

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  14. Não acompanho muito música estrangeira, tanto é que dessa lista só conheço a Taylor Swift e a Lady Gaga. E mesmo assim, só algumas músicas.


    @_Dom_Dom

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  15. Lady G. The best EVEEEEEEEEEEEEER! Gente eu amo lady gaga, sinceramente, kkkk, curto as musicas da taylor também, mas não gosto da pessoa dela, acho um pouco nariz em pé

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  16. Tirando a Lady gaga, eu não conheço nenhum desses caras!!! Hahahahahaha

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  17. Não gostei muito dessa edição, os cds devem ser bons com certeza, mas não me interessei muito por nenhuma dessas cantoras, um pouco somente da Jessie J. Mas é legal saber a sua opinião sobre esses albuns.

    Abraços
    www.entrepaginasdelivros.com/

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  18. Taylor sempre arrasa, pelo menos eu acho! Jessie J é outra diva!

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  19. gostar d 6 músicas deles já é um bom começo!!! ;)

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  20. eu tbm acho q a Taylor sempre arrasa, as duas (ñ sei de qual vc falou) rsrsrs

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  21. nossa!! com toda essa variedade vc ñ gostou d nenhum??? q estilo musical q vc curte??? o_O

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  22. somos 2 então q amamos a Gaga!!! kkkkkkkkkkk
    eu gosto mt das músicas da Taylor, mas as vezes ela é meio metida msm, poucas vezes, mas é!! ¬¬'

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  23. Gostei muito do primeiro album da Lady Gaga, mas nao gostei de Born This Wa. Curto algumas músicas e clipes da Jessie J. The Pretty Reckless não conheço, mas me interessei. Vou procurar algumas músicas para ouvir depois.

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