postado por Matheus em 24 dezembro 2012

O Que Passou Por Meus Fones #16



Como vocês podem ter percebido já faz muito tempo que eu não vinha aqui mo blog para postar essa coluna que eu adoro. Mas não pensem que eu fiquei sem postar nada porque eu quis! Eu só não coloquei a coluna em dia porque estava sem internet em casa, mas agora que voltou eu pretendo continuar com ela, firme e forte, até que tenha internet (rsrs)!
Desde a última postagem (veja aqui) até agora eu ouvi diversos discos, para os mais variados gostos e das mais variadas épocas. Então veja e se possível ouça-os, e não esqueça de dar a sua opinião! =D




Stronger | Kelly Clarkson

Desde que ganhou a primeira edição do American Idol, em 2002, Kelly Clarkson sempre se mostrou uma boa cantora pop, com alguns toques a mais em suas musicas, mas sempre muito pop. E foi com “Stronger” que ela mudou isso, usando diversas influências díspares, como Radiohead, soft rock, Tina Turner e, em maior evidência, o country.
O disco abre de uma forma “melhor impossível” com a música “Mr. Know It All”. Essa música ainda continua com o estilo pop de antes, e também continua com a voz mais que perfeita da Kelly, mas bem no fundo há um toque meio country, que logo, logo tomará conta do álbum. Depois dessa música vem o hit “What Doesn’t Kill You (Stronger)” com o mesmo toque pop de antes, mas com uma batida eletrizante e totalmente emocionante. A letra é um espetáculo a parte, mesmo tratando de um quesito meio clichê (a nossa força interior) ela se torna boa devido às frases quase poéticas da Kelly. Nem preciso dizer como está a voz da Kelly...
Depois dessas ótimas músicas o disco perde um pouco do seu brilho, devido a melodias não tão contagiantes, mas igualmente boas. É bem nesse estilo que vem “Dark Side”, uma música consideravelmente calma, mas que explode no refrão; a sua letra é muito romântica (uma especialidade da Kelly). A próxima música de “Stronger” é “Honestly”, que tem uma melodia fraquinha, mas que ganha muito destaque nos vocais poderosos da Kelly. “Standing In Front You” é mais uma das músicas melancólicas do álbum, mas ela tem um vocal tão lindo da Kelly que ela se torna tão boa como as outras músicas aqui citadas. “I Forgive You” tem um estilo bem pop/rock, um velho amigo da Kelly. O estilo country que foi falado no começo da resenha se mostrou muito tímido, aparecendo sempre ao fundo de batidas pops. Mas na 13ª faixa, “Breaking Your Own Heart” ele transborda, mostrando uma melodia melancólica e linda, acompanhada de uma voz emocionante da Kelly. Depois disso o ritmo country continua em “Don’t You Wanna Stay”, no qual ele ganha ainda mais espaço, tanto nos vocais da Kelly como os do Jason Aldean, que fez uma participação na música. Depois disso há mais outras duas músicas em que o country se mostra bem tímido, mas ele volta com força total na última faixa. “The Sun Will Rise” começa com uma batida country reconfortante, mas ele logo muda, de uma forma quase imperceptível, para uma batida mais country/rock, que se encaixa perfeitamente com a voz “total-flex” da Kelly e da Kara Dioguardi (uma ex-jurada do American Idol), que faz a segunda participação especial do disco.
Juntando tudo isso que eu falei dá pra perceber que “Stronger” muda várias vezes de ritmo e batida, mas sem nunca perder o foco. E é isso que faz dele um ótimo disco: a facilidade de mudar de ritmo de uma forma quase imperceptível, mas sem perder o foco e a qualidade vocal da Kelly Clarkson.



Need You Now | Lady Antebellum

Quem acompanha as paradas de sucesso americanas pode perceber que a grande maioria das músicas e discos que estão em #1 são do gênero pop ou rock. Quase não há espaço, para o rap, o soul, o indie, o country ou outros gêneros. Mas sempre há algumas exceções. Esse é o caso do Eminem (rap), da Adele (soul) e do Lady Antebellum (country).
É improvável que você nunca tenha ouvido o hit “Need You Now” que abre o disco e também dá nome ao mesmo. Sua melodia melancólica e extremamente romântica, junto com uma boa dose de country, rock e pop (principalmente o country), agradou o público em geral e também a crítica, que achou o estilo realmente ótimo e único. Eu acho que nem preciso falar que a letra transborda de tanto romantismo... Foi esse estilo variado e os vocais emocionantes do Charles Kelley e da Hillary Scott (vocalistas da banda) que fizeram que essa música se tornasse o hit que se tornou. Depois desse começo apoteótico o disco continua muito bem como o mesmo ritmo country/rock/pop muito bem misturado. “American Honey” é ainda mais romântica do que a faixa título, e tem uma batida igualmente emocionante. “Hello World” começa com um nível de melancolia ainda mais elevado que o das outras faixas; isso se deve ao vocal extremamente afinado e emocionante do Charles. Mas mais ou menos no meio da música a Hillary entra em cena e um estilo um tanto mais animado vem à tona, deixando essa música uma das melhores do álbum. “When You Got A Good Thing” também é bem conhecida do público em geral. O ritmo dela fica oscilando entre o country simples e um soft rock indescritível, sempre acompanhada de muito romantismo e um piano ao fundo. O refrão dessa música é cantado de uma forma emocionante e calma, deixando a música ainda melhor. O disco fecha de uma forma simples, mas igualmente boa, com a música “Ready To Love Again”, que tem uma batida comum de country/rock e a letra romântica de sempre.
Talvez o único defeito de “Need You Now” seja sua mudança rápida e brusca de melodia, passando rapidamente de uma melodia contagiante para outra quase depressiva. Mas mesmo com esse “contra” o disco não perde sua beleza, que pode facilmente ser notada no decorrer dele, com melodias simplesmente únicas e letras perfeitamente românticas.



O Melhor de | Roxette

Roxette foi uma banda que eu sempre admirei. Seu estilo puro anos 80/90 é incrível, e a batida de suas músicas sempre me agradam. Como eles têm uma longa carreira e muitos discos lançados eu decidi procurar na internet uma coletânea que incluísse seus melhores hits e assim ouvir o melhor que eles têm a oferecer (esse foi o mesmo caso de Legião Urbana). E procurando eu achei essa coletânea com 20 músicas, ou melhor, com 20 ÓTIMAS músicas.
Essa coletânea abre com uma música não tão conhecida do grande público, mas muito boa, essa é “One Wish”. Ela contém tudo aquilo que faz com que eu adore o Roxette: uma batida simples e nostálgica (mas muito boa), uma letra bem interessante e bons vocais dos dois vocalistas da banda, que, como sempre, se completam. “The Look” já é bem mais conhecida de todos. Essa ótima música começa com um vocal misterioso do Per Gessle, mas que logo se junta com a voz feminina da Marie Fredriksson para formar essa música completamente nostálgica e igualmente contagiante. “Dressed For Sucess” começa no melhor estilo “pop anos 80”, com uma batida bem elétrica e um vocal “gritante” da Marie. Depois dessas três músicas iniciais vem à tona a música que é pra mim a melhor de toda a carreira do Roxette, “Listen To Your Heart”. Ela começa com um toque um tanto quanto melancólico, mas que logo se completa com um pop calmo e indescritível. A composição da música é mais que perfeita, simples, mas mesmo assim perfeita. Essa letra ganha destaque nos vocais da Marie, que dá o seu melhor pra deixar a música emocionante.
Um pouco a frente vem outro hit da banda. “It Must Have Been Love” é completamente romântica: com uma melodia romântica, com uma letra romântica e com um vocal encantador. Ela é uma daquelas músicas que não podem faltar em compilações de músicas “flashback”, e comumente é tocada em programas nostálgicos (ou românticos) de rádio. Um pouco depois desse tesouro nostálgico (rsrs) vem outra música que se encaixa perfeitamente no mesmo estilo, “Spending My Time”. Ela é tão romântica como a anterior, mas ela tem um quê a mais na melodia, que não é tão melosa quanto a anterior. Sem contar que o vocal da Marie está muito mais emocionante. Assim como “It Must Have Been Love” essa música é outro clássico do flashback! Na época ela fez tanta fama aqui no Brasil que ganhou uma versão em português de uma dupla sertaneja; essa versão foi intitulada de “Na Hora De Amar” (WTF?) e nem se compara a versão original, mil vezes melhor. Depois de tantos hits românticos “How Do You Do?” vem para mostrar que os hits do Roxette não eram apenas formados de melodias românticas melosas, também havia hits pop contagiantes e extremamente alegres e descontraídos. “Stars” tem um estilo dance nunca antes visto em uma música do Roxette. Essa música é, por vezes, experimental demais, perdendo assim o brilho que outros hits do Roxette têm.
Essas músicas aqui descritas são as que mais se destacam nessa coletânea, mas isso não quer dizer que as outras músicas sejam desprezíveis. Todas as músicas dessa coletânea contêm uma boa batida nostálgica (seja ela romântica ou dançante), bons vocais (tanto da Marie como do Per) e boas letras (quase sempre românticas). Mas há algo nessas músicas aqui citadas que as transformaram em hits à prova do tempo, que encantaram e emocionaram todos aqueles que as ouviram quando foram lançadas, que encantam e emocionam quem as ouve agora e que continuarão encantando e emocionando até todo o sempre. 


Fallen | Evanescence

Para quem não conhece nenhuma música do Evanescence é impossível descrever como é o som de suas músicas. Todas elas são uma mistura perfeita de hard rock, instrumentos pesados, romantismo e um quê místico. “Místico” porque há algo em suas músicas que as deixam mágicas, de um jeito indescritível. Ouvir “Fallen” pode ser a melhor maneira de conhecer essa ótima banda.
O disco abre com “Going Under”, que contem tudo isso que eu disse e mais um pouco. No começo da música a Amy Lee (vocalista da banda) canta de uma forma quase bizarra, para logo depois poder arrebentar no refrão, cantando de uma forma forte e por vezes pesada, mas sem perder sua feminilidade. A próxima música do disco é “Bring Me To Life”, uma música bem conhecida do público em geral e ainda melhor que a anterior. A voz da Amy está ainda mais emocionante aqui, sem contar que a batida da música é melhor. “Everybodys Fool” repete a mesma fórmula das músicas anteriores, por isso ela continua tão boa. “Imaginary” continua tão misteriosa como as outras músicas. Começando com um instrumental de música clássica (comumente usado pela banda) ela logo dá espaço para o ritmo pesado de rock, que por vezes se mostra mais leve para dar lugar à voz perfeita da Amy, mais volta com força total no refrão. O disco fecha no mesmo estilo gótico dessas músicas com a faixa “Whisper”. Mas essa faixa é ainda mais “amedrontadora” que as demais devido a alguns vocais ao fundo, que parecem que saíram de algum coral de igreja gótica.
“Fallen” poderia começar e acabar nesse mesmo estilo que eu sempre falei, com um ritmo pesado e um estilo bem gótico. Mas no meio dele há duas (ótimas) músicas que são completamente diferentes. A primeira delas é “My Immortal”, que é a quarta faixa do álbum. Essa música deixa de lado todo o instrumental pesado de antes para dar lugar à apenas um piano emocionante e violinos clássicos, sempre completados com uma voz perfeitamente espetacular e emocionante da Amy Lee. A letra da música é um espetáculo à parte; com um tom poético ela é extremamente romântica e apaixonante. “Hello”, a nona faixa, começa com o mesmo piano melancólico e emocionante de “My Immortal”, logo se juntando à voz ainda mais suave e perfeita da Amy para fazer de “Hello” uma faixa completamente única e emocionante.

Ouvindo “Fallen” dá pra perceber que o Evanescence é uma banda única. O seu estilo pode ser copiado por outras bandas por aí, mas é apenas com eles que esse estilo caiu tão bem. As melodias, quase sempre pesadas, se completam com a voz da Amy Lee, que faz um contraponto com a sua voz feminina e completamente diferente, formando músicas diferentes e ao mesmo tempo populares, que emocionam e contagiam todos que as ouvem.   



Unapologetic | Rihanna

Desde que a Rihanna apareceu no cenário musical ela não parou mais de lançar discos. De 2005 até 2012 apenas em 2008 ela não lançou nenhum disco de inéditas; e levando em consideração que ela está sempre fazendo shows pelo mundo ela é, sem dúvida, a artista mais trabalhadeira nos dias de hoje.
Em novembro de 2012 ela lançou seu mais novo disco: “Unapologetic”, que não demorou a entrar nas paradas de sucesso, ficando em #1 nos EUA. Para quem estava bem acostumado com o estilo de “Talk That Talk” (seu antecessor), bem pop e eletrônico, pode ficar meio perdido no começo desse disco, e a causa é simples: sua sonoridade é muito diferente do seu disco anterior.
A primeira faixa de “Unapologetic” já mostra de cara qual o estilo predominante do álbum: uma mistura contagiante de R&B e hip-hop com um toque pop bem escondido ao fundo, essa é “Phresh Out The Runway”. Depois dessa faixa dançante vem a faixa que é, muito provavelmente, a melhor faixa do álbum, “Diamonds”. Essa música foge do estilo dançante que predomina no álbum para dar lugar à uma melodia melosa e forte, ou melhor dizendo: poderosa. Com essa melodia maravilhosa já se poderia formar uma ótima música, mas a letra dela e a voz da Rihanna na música engrandecem-a, tornando-a uma balada obscura mais que perfeita, combinando com perfeição uma letra um tanto poética, uma melodia poderosa e uma voz emocionante da Riri.
“Numb (feat. Eminem)” é indescritível, não por ela ser muito boa, mas por ela ser tão diferente. Ela fica oscilando entre um ritmo bem R&B (mas muito diferente), depois tem uma batida meio reggae e, por fim, tem o vocal do Eminem, muito hip-hop. “Jump” vem um pouco mais a frente para trazer de volta o estilo dançante contido na primeira faixa, mas com o diferencial de ter um electro ao fundo. Para aqueles fãs do ritmo eletrônico de antes tem a faixa “Right Now (feat. David Guetta)” para sacia-los. O ritmo estonteante produzido pelo David é eletrizante, podendo chegar perto da qualidade do ritmo da maravilhosa “We Found Love (feat. Calvin Harris)”.
Depois disso o disco só ganha destaque com 3 (ótimas) baladas românticas. A primeira delas é a calminha “What Now”, que com sua melodia simples e calma se torna uma música apaixonante. Depois dessa vem a maravilhosa “Stay (feat. Mikky Ekko)”, que se mostra ainda mais emocionante que a anterior. Ela começa com um toque de piano inteiramente emocionante. Esse piano continua até o fim, completando assim a letra romântica e linda, e também os vocais, tanto os simples e profundos da Rihanna como os tocantes e emocionantes do Mikky. A terceira faixa dessa “trilogia romântica” é a polêmica e igualmente boa “Nobody’s Business (feat. Chris Brown)”. O motivo da polêmica que envolveu essa música pode ser notado no nome da mesma, ou seja, a participação do Chris Brown. O antigo namorado da Rihanna, que bateu nela sem a menor misericórdia, voltou a namorar com ela (essa Riri é sadomasoquista, só pode), e ainda por cima cantou com ela essa música completamente romântica. O ritmo dessa música não é tão calminho como o das duas faixas anteriores, sendo até um pouco contagiante. Mas a letra continua muito romântica, sem contar que ela combina perfeitamente com a situação dos dois pombinhos atualmente (“Eu sempre serei sua garota [...] não é da conta de ninguém”).
Pode-se perceber que “Unapologetic” é uma grande junção de vários ritmos, estilos e melodias, formando assim um álbum que beira a perfeição, podendo agradar os mais variados gostos e apaixonando todos que ouvem as baladas perfeitas do álbum, que são os grandes destaques do disco.



¡Dos! | Green Day

Para quem não sabe o disco anterior do Green Day, “¡Uno!”, era o primeiro de uma trilogia, que foi seguido pelo ótimo “¡Dos!”. Nesse disco a banda voltou as suas raízes de “rock de garagem” para fazer músicas f*dásticas, sendo em um ritmo rápido e mais pesado ou em melodias mais calmas e apaixonantes.
O disco tem uma música de introdução muito diferente e legal. “See You Tonight” tem um estilo rock clássico, chegando perto de ser um folk rock, mas esse era apenas o começo... Logo que essa faixa sai entra em cena “Fuck Time”, que tem o ritmo pesado, uma bateria marcante e um vocal poderoso do Billie, ou seja, o melhor que o Green Day tem! “Lazy Bones” trás de volta aquele estilo adorável do Green Day: um ritmo nem tão pesado como de costume, uma letra bem inteligente e os vocais únicos do Billie, que soam calmos e ao mesmo tempo fortes. “Wild Ones” segue no mesmo estilo, mas com um pequeno toque romântico na letra. “Stray Heart” pode ser, facilmente, a melhor faixa do álbum. Sua batida hard rock é perfeita e contagiante, e ela se encaixa muito bem com a letra linda da música, muito romântica e igualmente emocionante.
Esse ritmo meloso/hard rock é o que mais predomina no álbum. “Baby Eye” é outra música que tem esse mesmo estilo, mas há algo diferente na sua composição, completamente poética e com um toque romântico escondido. “Nightlife” é completamente diferente do restante das faixas do álbum. Seu ritmo não é hard rock, mas também não é nada meloso, só ouvindo pra descobrir. Os vocais também estão diferentes; a começar pelo Billie, que canta de uma forma misteriosa e diferente, e também há a Lady Cobra, dando um pouco de feminilidade ao álbum cantando com sua foz sussurrada e excitante. Diferente dos outros dois discos da trilogia esse álbum não contém 12 faixas, mas 13. E o motivo disso é mais que especial. A última faixa do álbum, “Amy”, é emocionante e igualmente maravilhosa. O motivo de tanta emoção se torna óbvio quando sabemos que essa música foi dedicada a nossa amada Amy Winehouse, e então é só ver a letra emocionante para cairmos nas lágrimas. A melodia da música também é lacrimejante, completamente simples e totalmente tocante.
Esse disco não é tão contagiante e "pesado" como o anterior, mas há algo nas suas melodias melosas, nas suas letras românticas e nos seus vocais apaixonantes que faz com que “¡Dos!” se torne ainda melhor que o seu antecessor. 



4 comentários:

  1. Gosto de Strong da Kelly, Need You Now - Lady Antebellum são músicas que ultimamente tenho escutado muito mesmo. Mas eu adoro a Rihanna *-*
    beijos

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  2. Estou ouvindo muito Kelly Clarkson e Rihanna. Esses discos delas novo estão tudo de bom.
    Bjos..

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  3. vrdd msm!!! elas fazem um disco melhor q o outro!!!

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  4. Simplesmente amo Green Day e Evanescence ^^

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