postado por Matheus em 27 janeiro 2013

O Que Passou Por Meus Fones #19



Devido à diversos problemas pessoais eu não pude atualizar a coluna "O Que Passou Por Meus Fones" na semana passada, mas hoje estou aqui de volta para mostrar tudo o que tem de melhor no mundo da música. Eu ouvi discos para os mais variados gostos, então olhem e digam o que acharam nos comentários. 

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Warrior | Kesha

Depois da decepção que foi ouvir “Animal”, da própria Kesha, eu decidi ouvir esse disco sem muitas expectativas, esperando apenas boas músicas pop cheias de parafernalhas eletrônicas.  Mas posso dizer que eu me surpreendi, e muito!
É claro que “Warrior” não pode ser considerado uma obra-prima do pop moderno, mas ele contém músicas contagiantes e bem produzidas. A começar com a faixa título, que abre o disco mostrando uma batida bem electro-pop junto com uma voz “diferente” da Kesha. Depois desse bom início vem a bem legalzinha “Die Young”, que tem uma batida bem produzida, mas não tão contagiante quanto a da faixa anterior. “C’mon” traz o mesmo nível contagiante de antes, mas dessa vez com um toque mais descontraído e com uma letra romântica ao seu estilo. O disco pode até decair em alguma das próximas músicas, mas volta com força total na faixa “Dirty Love (feat. Iggy Pop)”, que continua com a batida pop de sempre, mas ela tem uma atitude mais rock ‘n’ roll (levíssima, mas não deixa de ser rock) nos vocais gritantes da Kesha e do Iggy, além da letra, forte, mas mesmo assim descontraída. Depois disso a Kesha se aventura numa zona até então desconhecida, as baladas românticas, com a música “Wonderland (feat. Patrick Carney)”. Mas pelo visto não deu muito certo... Isso porque a Kesha tenta tanto colocar um nível emocional alto no seu vocal que no fim das contas ela parece forçada e sem muitos sentimentos. Mas para melhorar o disco novamente depois dessa bomba vem a linda “Only Wanna Dance With You (feat. The Strokes)”. Uma das melhores músicas do disco, ela não muda drasticamente de estilo, mas ela tem um toque indie bem interessante e uma ótima participação especial da banda The Strokes, que mesmo sendo rápida deixa sua marca. A voz da Kesha está em sua melhor forma, cantando de uma forma simples, mas ainda sim emocionante como nunca vista. Na próxima faixa, “Supernatural”, o destaque fica com a batida, muito pouco pop e muita pirotecnia eletrônica. Mas isso não atrapalha nem um pouco a música, pelo contrário, deixa-a com em quê a mais. “All That Matters (The Beautiful Life)” segue a mesma receita de tantas outras músicas da Kesha, com uma batida electro-pop contagiante e vocais mais do mesmo da Kesha, formando assim uma música bem legal e nem um pouco desprezível. O disco fecha de uma ótima forma com “Last Goodbye”, que junto com sua melodia bem pop traz um nível melancólico na voz da Kesha e um toque romântico na letra, criando assim outra boa música do disco.
A Kesha pode não ter agradado grande parte da crítica com “Warrior”, mas eu tenho certeza que não era a sua intenção. O que ela queria era, sem dúvida, vender bem e agradar a maioria do público e também seus fãs. E nesse quesito ela acertou em cheio, tanto é que até mesmo aqueles desiludidos com “Animal” podem se aventurar com “Warrior”.


Alright, Still | Lily Allen 

Lily Allen não foi uma figura muito convencional no mundo da música quando entrou em cena. Sua mistura de ritmos e gêneros criou algo diferente, que quando se junta com a sua voz sedosa e leve forma músicas que podem agradar muitos daqueles fãs da Amy Winehouse.
Esse primeiro disco dela não contém grandes clássicos, mas há músicas bem legais que merecem ser ouvidas por qualquer bom admirador de boa música. “Smile” pode ser uma das músicas mais conhecidas da Lily, e ela abre o disco fenomenalmente. Sua batida que mistura com perfeição pop, um toque de R&B e uma pitada de soul é relaxante para qualquer ouvido, sem contar que a voz da Lily (simples mas marcante) cai como uma luva para a letra adoravelmente romântica. A próxima faixa, “Knock ‘Em Out”, aposta no experimentalismo e uma batida mais soul que o comum; isso criou uma música boa, mas não tão legal quanto tantas outras da Lily. Não se deixe enganar com o ritmo caribenho com que se abre “LDN”, porque o restante da música é a mesma jornada pop/R&B/soul da Lily. “Not Big” mostra uma voz totalmente camaleônica da Lily Allen, sendo que ela consegue ir facilmente (e rapidamente) de vocais mais rápidos para uma voz mais “fofa” e sedosa. “Littlest Things” começa com um tom bem melancólico, que continua por toda música acompanhado com a voz ótima da Lily, que se mostra ainda mais emocionante que antes. O disco fecha com a divertida e pretensiosa “Alfie”, que apesar de ter um ritmo “fofinho” e infantil tem uma letra pesada e um videoclipe divertido e politicamente incorreto.
Ouvir “Alright, Still” pode ser um escape de todas essas musiquinhas pop melosas que andam por aí, se mostrando um bom disco devido à músicas diferentes e aos vocais únicos e totalmente reconhecíveis da Lily.  


Robyn | Robyn

Antes de lançar esse disco homônimo a Robyn dividia opiniões da crítica e seguia sempre com os seus poucos, mas fiéis, fãs. Mas com “Robyn” ela ganhou a aclamação da crítica, sendo considerada um dos novos nomes da música dance pop. Mas nem com isso ela conseguiu ganhar mais território, continuando sempre com os mesmos fãs.
Isso é realmente uma pena, já que nesse disco há músicas maravilhosas, que agradariam tanto aqueles fãs dessas cantoras pop atuais como aqueles que tem um gosto musical mais alternativo, fugindo do padrão. Ele tem uma introdução ao menos diferente, intitulada de “Curriculum Vitae”, na qual uma voz grave e forte nos prepara para o que está por vir... A primeira música do disco é “Konichiwa Bitches”, que tem aquela velha batida electro-pop da Robyn, sendo assim bem divertida e descontraída. Um pouco mais a frente vem a primeira (de muitas) música que se destaca completamente, se mostrando uma música perfeita: “Handle Me”. Ela tem aquela melodia pop viciante presente em outras músicas da Robyn, além de chegar perto de uma balada romântica no refrão. A voz da Robyn também merece toda consideração, por vezes parecendo uma pura cantora de rap e depois cantando melosamente romântica. “Bum Like You” é mais animadinha e “obscura” do que as outras músicas, não mostrando aquelas melodias pop descontraídas, mas sim uma batida mais séria e diferente. “Be Mine!” tem um ritmo rápido e marcante, que se completa com a voz camaleônica da Robyn e uma letra romântica ao ponto certo. Depois dessa música vem aquela que se mostra, em minha opinião, a mais viciante e a mais bem produzida de todo o álbum. “With Every Heartbeat” começa com a simples batida electro-pop de sempre, mas depois ela dá uma guinada para uma zona mais alternativa e muito eletrônica, nos lembrando muito das músicas da banda Daft Punk. A letra, simples e direta, ganha destaque quando cantada pela voz emocionante e profunda da Robyn.
“Who’s That Girl” também tem essa tendência para ser viciante, e os motivos são os mesmos. A batida dela é muito bem produzida e bem diferenciada, mas não anormal. Os vocais da Robyn se mostram ainda melhores e mais emocionais, sem contar a letra, que é ainda mais inteligente e cativante. “Robotboy” tem uma das melodias mais cativantes de todo o disco, se mostrando descontraída, mas ainda assim perfeita. Se juntando com a voz única da Robyn e com a letra romântica ela forma outra ótima música do disco. Se em “Robyn Is Here” a música que melhor mostrava a voz perfeita da Robyn era “I Wish” nesse disco essa música é “Eclipse”. Ela tem uma melodia melancólica tocante e muito bem produzida, tirando o máximo de emoção que um piano poderia dar. A letra romântica e melosa ao ponto certo não teria o mesmo valor se fosse cantada por qualquer outra pessoa. Isso porque a voz da Robyn é perfeita, se mostrando suave e perfeitamente melancólica, e ainda assim emocionante. “Should Have Known” tem uma batida mais R&B, mas continua sendo boa e cativante. O disco fecha com a calmíssima “Anytime You Like”, que tira de cena todo vestígio das melodias electro-pop para dar lugar uma melodia extremamente simples e calminha.
Com toda essa perfeição já era de se esperar que a crítica se jogasse aos pés da Robyn, aclamando-a. É mais que óbvio que ela mereceu isso, devido tanto ao seu talento como para os ótimos produtores desse disco. É uma pena que ela seja tão pouco conhecida pelo público... Mas se você der uma chance para ela e procurar ouvir algumas músicas desse disco eu tenho certeza que você será mais um dos poucos adoradores da Robyn. 


Original Motion Picture Soundtrack | Drive

Quando eu assisti ao fantástico filme Drive (que foi um dos melhores que eu vi no ano passado) um dos muitos quesitos que me chamaram a atenção foi a trilha-sonora. Com isso, eu abri uma exceção para poder ouvir esse disco da trilha-sonora. “Exceção” porque eu realmente não gosto de ouvir trilhas-sonoras, isso porque a grande maioria tem uma ou duas músicas que entraram no filme e muitas outras que são colocadas no disco apenas para ocupar espaço ou vender mais. Mas com “Drive” é diferente.
O disco é composto de 19 faixas, sendo as 5 primeiras músicas normais, com melodias, vocais e tal. O restante são instrumentais, que aparecem ao decorrer de todo o filme. O mais interessante desse disco é que ele nunca perde o foco, o estilo próprio. Todas as músicas seguem o mesmo estilo electro-pop bem retrô (lembrando muito as músicas da Robyn), formando assim músicas que, além de serem ótimas, se encaixaram muito bem com o filme. “Under Your Spell”, da banda Desire, tem esse nível de retrôcidade ao extremo, formando uma música adorável de se ouvir, relaxar e esquecer-se do mundo. Depois dessa vem “A Real Hero (feat. Electric Youth)”, interpretada pela banda College. Essa foi a música que mais me chamou atenção quando eu assisti ao filme, tanto por seu estilo único e envolvente como pela cena na qual ela aparece. A melodia, repetitiva e simples, não faz com que a música decaia, pelo contrário, ela engrandece-a e a deixa com um quê a mais. Os vocais da banda também são extremamente inesquecíveis, sendo sensíveis, profundos e muito, mas muito retrôs. A próxima faixa, “Oh My Love (feat. Katyna Ranieri)”, do compositor cinematográfico pouco conhecido Riz Ortolani, faz um contraponto extremo em relação às outras faixas. Isso porque sua melodia é extremamente diferente das demais, saindo totalmente daquela zona de electro-pop retrô e indo para um lado mais cinematográfico, parecendo-se muito com alguma música retirada de algum musical. As próximas faixas são todas compostas originalmente para o filme pelo talentoso compositor Cliff Martinez. Ouvindo-as no disco elas podem parecer simples e sem graça, mas quando são introduzidas no filme elas se encaixam perfeitamente, engrandecendo o filme ainda mais.
Tanto uma ótima obra por si só como um elemento extremamente necessário para criar um filme fantástico, assim pode ser descrito a trilha-sonora de Drive. Mesmo aqueles que têm um pé atrás com trilhas-sonoras pode se aventurar nesse disco único e envolvente.


The Open Door | Evanescence 

Uma das grandes qualidades da banda Evanescence é a capacidade de nunca perder o foco e o estilo, podendo até mudar um pouco de melodia e batida, mas nunca perdendo seu estilo único. Por um lado isso é bom, fazendo com que muitos que gostem de um dos seus trabalhos gostem dos outros. Mas por outro lado, isso é ruim, já que ouvir a banda sempre com os mesmos estilos pode ser até mesmo cansativo. Sendo assim, quem ouviu o esplendido “Fallen” não pode esperar algo inovador com “The Open Door”, mas se você ouvi-lo apenas procurando boas músicas no estilo do Evanescence você não vai se arrepender.
O disco abre com alguns vocais místicos e sussurrados da Amy Lee (uma especialidade dela) na faixa “Sweet Sacrifice”. Sua melodia pode não ser tão boa como tantas outras do disco anterior, mas devido ao poder vocal da Amy e batidas pesadas e góticas do restante da banda ela tem um grande valor. Isso sem contar na ótima composição medonha e extremamente poética. Depois desse início estrondoso vem a ótima “Call Me When You’re Sober”. Essa música mistura com perfeição todos os melhores ingredientes do Evanescence: uma batida pesada, melodia rápida, vocais profundos e uma letra nem um pouco desprezível e com uma boa dose de desprezo romântico. O começo de “Lithium” pode enganar aqueles que estavam esperando uma música no estilo de “My Immortal”. No começo dela há aquela clássica combinação da voz única da Lee com um piano vibrante, e mais nada. Mas mais a frente entra outros instrumentos, tirando um pouco a beleza que “Lithium” teria, mas não a arruinando, sendo que ela é outra ótima música do disco. “Lacrymosa” traz à tona vocais de apoio bem “diferentes” ao fundo. “Diferentes” porque eles parecem que saíram de algum coral de igreja gótica romana, dando assim um toque mais místico ao disco.
Para falar a verdade, o disco segue até o final sem nada de diferente, apenas seguindo os mesmos estilos presentes no começo, mas sem os mesmos níveis de excitação sonora. Mas a última faixa do disco muda isso, dando uma leve repaginada no estilo. “Good Enough” não tem o mesmo nível melancólico de “My Immortal”, nem a mesma agitação de “Call Me When You’re Sober”, ficando assim no meio termo. Os grandes destaques dessa boa música são os vocais poderosos da Amy e a letra ainda mais poética e dark do que em “Sweet Sacrifice”.
“The Open Door” agradará à todos os maravilhados por “Fallen”, e ainda assim pode contentar todos aqueles que se mostram desconhecidos com o estilo do Evanescence. Em níveis artísticos ele passa longe de se comparar ao seu antecessor, mas ainda assim ele contém músicas contagiantes e muito bem elaboradas. 


St. Elsewhere | Gnarls Barkley

O que se pode esperar de um disco que contem um dos maiores hits dos últimos tempos? Vários hits popularmente conhecidos? Ou músicas artisticamente bem produzidas? Se você ouvir “St. Elsewhere” esperando a última opção, você não vai se decepcionar.
Pra quem não conhece o Gnarls Barkley ela é uma banda de música soul e hip&hop formado pelo bem conhecido Cee Lo Green (cantor solo da música “Fuck You”) e também por Danger Mouse. Logo com o primeiro single, “Crazy”, a banda alcançou o estrelato, tornando a música um hit mundial que subiu em #1 nas mais diversas paradas do mundo. E depois disso... Bem, depois de “Crazy” a banda não emplacou nenhum novo hit e nem gravou nenhuma outra música aclamada pela crítica, mas ainda assim eles continuam em atividade, mostrando o estilo singular da banda e o grande poder vocal do Cee Lo.
Então dá pra perceber que “St. Elsewhere” pode decepcionar diversos ouvintes que estavam à espera de vários outros hits empolgantes como “Crazy”, mas já no início ele pode perceber que não é isso que vai achar. “Go-Go Gadget Gospel” abre o disco com seu estilo rápido, bem produzido e bem experimental, mas que não agrada boa parte do público. Depois dessa introdução vem aquilo que todos estavam esperando: “Crazy”. Não é exagero dizer que a música abalou as estruturas mundiais, quebrando recordes e mais recordes nas paradas de sucesso. É impossível que você nunca tenha ouvido essa odisseia soul, com uma revolta romântica sem tamanho em sua letra, que cai tão bem aos nossos ouvidos quanto o auto-tune cai bem a Katy Perry (sem ofensas). A faixa título vem logo após, com sua batida meio soul, meio melancólica. “Velocidade” é um item bem comum na maioria das melodias do disco, mas em “Transformer” ela passa de uns 300 km/h, que além da batida rápida ainda tem alguns vocais distorcidos ao fundo, dando a música um estilo bem Transformers mesmo.
Sendo assim, “St. Elsewhere” é um disco para poucos. Seu estilo diferenciado e por vezes experimental demais pode não agradar a maioria do público, mas em compensação esse disco abriga um dos melhores hits já ouvidos ultimamente, capaz de cativar os mais diversos públicos e gostos.   











14 comentários:

  1. Nunca gostei muito de Lily Allen...
    Já esse CD da Kesha eu provavelmente irei ouvir, gosto das músicas dela.
    Evanescence é muito bom ! :) Esse álbum é um dos meus preferidos, gosto bastante da faixa "Lithium".


    Abraços.

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  2. Desta lista, meus preferidos são Lily e Evanescence! Muito amor, muita música! ;)

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  3. Poxa, eu ouvia muito Kesha e Lily, porém de um tempo para cá parei de ouvi.

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  4. Conheço pouquíssimo desses citados, pois escuto poucas músicas internacionais. Mas das poucas que escutei, gostei bastante de Evanescence e Kesha.


    @_Dom_Dom

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  5. Esse disco da Kesha parece até interessante, mas não gosto da voz dela,que é pessima, na minha opinião,mesmo com tanta tecnologia para tentar arrumar, as vezes até soa legal, mas no geral eu não gosto da voz dela!
    Da Lily Allien eu só ouvi essa música mais famosa dela Smile, gostava bastante de escutá-la, mas faz um tempo que não o faço!
    Agora Evanescence não tem como não amor, a voz da Amy Lee, essas músicas sussurradas, a poesia gótica das letras... perfeito! Acho que esse disco agrada, mas ainda assim é inferior ao Fallen!
    A minha música preferida é My Immortal e acho que vai ser dificil conseguirem fazer uma parecida!

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  6. ultimamente tenho ouvido muto Kesha adorei o seu post, essa musica esta entre as minhas favoritas

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  7. Gostei das músicas que você selecionou, apesar de não escutar muito.
    Eu sempre escuto sertanejo, kkkkkkkkkkkk! E algumas internacionais, gosto bastante da Kesha e da Lily.
    beijos

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  8. Evanescence é tudo de bom!!!!

    Curto uma música ou outra de Lily Allen...=/

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  9. Concordo com o q vc disse da Kesha, mesmo com tanto auto-tune a voz dela parece robotizada, mas em Only Wanna Dance With You ela tá diferente, vale a pena dar uma olhada!! ;)
    Do Evanescence eu amo Fallen, gostei de The Open Door, mas nem se iguala ao disco anterior.

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  10. Bem eu não conheço nenhum desses, evanescence conheço de nome mas não curto tanto prefiro o K-pop esse estilo eu gosto muito hehe


    bjos

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  11. não gosto das músicas da Kesha então nem escuto. tenho esse cd da Lily e do Evanescence.amo esse cd da Lily,na época que comprei ouvia direto,ela ta devendo umas musiquinhas mais recentes em.faz falta. Evascence eu comprei em uma expectativa porque o primeiro cd deles é A+ e acabei ficando =/ com esse.foi tpo mais do mesmo sabe.e olha a Robyn! tenho o primeiro cd dela,muito bom,vou procurar ouvir esse dela.=*

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  12. Tbm tô sentindo falta da Lily Allen, já faz um tempão q ela ñ lança música nova. Mas no último disco da Pink ela faz uma participação especial na faixa True Love, procure aí ;)
    Eu tbm estava na espectativa em relação a esse disco do Evanescence. Eu ñ achei ele ruim , mas muito do mesmo, esperava algo melhor. u.u
    Se você tem aquele outro disco da Robyn e gostou procure esse aqui q é melhor ainda, as faixas são todas viciantes!!! *----*

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  13. O unico que eu conheço é Evanescence (*-*) somente.

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  14. Lily Allen é pra poucos...
    Do disco "The Open Door" Lithium e Call Me When You're Sober são as melhores pra mim, mas o disco inteiro é ótimo!!!

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