postado por Matheus em 24 março 2013

O Que Passou Por Meus Fones #22


Oi hunters! Tudo bem com vocês? Bem, como vocês devem ter percebido na semana passada eu não pude atualizar essa minha coluna semanal. Devido à motivos pessoais eu não tinha ouvido tantos discos quanto esperava, então eu decidi esperar mais um pouco e agora resenhar os discos que eu ouvi nessas duas semanas. O rock predominou, nos mais diversos estilos, mas ainda assim teve um bom disco pop. Vejam!
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(Não custa lembrar que comentários vazios do tipo "gostei, vou procurar pra ouvir" ou "não conheço nenhum" não são válidos na promoção) 



Incesticide | Nirvana


Nirvana foi, sem dúvida alguma, a mais importante banda de rock dos anos 90. Seu estilo único, suas letras inteligentes e sua batida completamente contagiante fez com que eles alcançassem o estrelato. Pensando assim, é até estranho saber que eles têm apenas três discos de estúdio. Mas é claro que há também os discos ao vivo, compilações póstumas e outras compilações de raridades perdidas, caso do fantástico Incesticide. 
Não se deixe levar pela capa estranha e até bizarra, as músicas aqui contidas são tão contagiantes quanto aos dos álbuns de estúdio, e igualmente bem produzidas. A faixa de abertura “Dive é uma perfeita amostra do que foi o grunge: uma melodia pesada mas ainda assim cativante, vocais poderosos e uma letra inteligente, que mesmo sendo repetitiva tem o seu imenso valor depois de uma boa interpretação. Depois desse início ótimo, “Sliver” continua com a mesma qualidade técnica e também com a mesma animação. O destaque dessa música fica com a letra, que mostra perfeitamente a personalidade solitária e revoltada do Kurt Cobain falando de um simples caso de sua infância. “Been A Son” tem uma bateria marcante para acompanhar a melodia já perfeita, isso sem contar na letra, um tanto engraçada e revoltada ao extremo. Um dos grandes destaques do disco é uma versão alternativa da música “Polly”, ótima música já contida no disco “Smeels Like Teen Spirit”. Mas diferentemente da versão anterior, essa aqui não tem nada de calma e melancólica, pelo contrário, aqui aquela batida tipicamente grunge aparece, fazendo assim um grande contraste entre essa versão e a original. Difícil mesmo é decidir qual é a melhor... “Downer” traz a tona uma coisa que não era muito comum para o Nirvana: uma letra política. Mesmo que essas críticas políticas não fiquem tão explicitas é só dar uma boa observada que você pode perceber a indignação do Kurt. 
Não é novidade pra ninguém o quão conturbada era a vida do Kurt Cobain. O uso de drogas, relacionamentos amorosos desastrosos, uma infância revoltada, tudo isso e mais um pouco contribuiu para toda essa genialidade louca que só o Kurt tem. Nesse disco, a faixa que melhor transmite essa vida bagunçada dele é “Hairspray Queen”. Quando compôs essa música o Kurt estava sob o efeito de drogas (a estranheza usada para tratar um relacionamento desastrado na letra pode mostrar isso muito facilmente), e quando entrou em estúdio para gravar a música também (ouvindo seus vocais distorcidos era quase impossível não pensar nisso). O disco fecha muito bem com a faixa “Aneurysm”, que começa com um toque de baixo tão marcante quanto o de “Come As You Are”, mas que logo se mostra tão pesada e contagiante quanto todas as outras faixas. 
O mais incrível de “Incesticide” é saber que, mesmo com toda essa qualidade sonora, esse não foi oficialmente um álbum de estúdio. Se em uma compilação a banda Nirvana já consegue tanta perfeição o extremo sucesso que conseguiram foi mais que merecido. 


Original Motion Picture Soundtrack | The Perks of Being a Wallflower

Depois de assistir o perfeito filme As Vantagens de Ser Invisível (não gente, não é exagero, o filme é realmente perfeito!) muitas coisas ficaram ecoando em minha mente dias e mais dias depois de ter assistido. Frases de impacto, cenas marcantes, momentos drasticamente emocionantes, músicas da trilha-sonora... Tudo isso e mais um pouco se torna inesquecível depois que você se deixa levar pela mágica incrível desse filme fantástico. Um bom tempo depois de ter me emocionado muito e derramado algumas lágrimas (rsrs) pela trilha-sonora contida no filme eu decidi procurar o disco da trilha-sonora e ouvir. Tudo o que eu esperava eram músicas clássicas e perfeitas da new wave nos anos 80/90, mas o disco superou todas as minhas expectativas possíveis!
Para começar com o pé direito “Could It Be Another Change”, da banda pouquíssima conhecida The Samples, abre o disco impecavelmente. Sua melodia melancólica acompanhada de arranjos marcantes de violão fazem com que a música se torne emocionante, mas como se não bastasse a letra também é igualmente ótima, cheia de autoestima e sem nenhum exagero meloso. Como boa parte do disco é melancólica a presença de “Come On Eileen” é completamente essencial para um estilo diferenciado. A banda Dexy’s Midnight Runners acertou em cheio em trazer à música algumas peculiaridades: violinistas irlandeses, versos sem sentido e uma melodia descontraída são apenas detalhes da grandiosidade dessa música altamente contagiante. Com tudo isso e mais um pouco a banda conseguiu seu lugar ao sol, mesmo que por pouco tempo (essa música foi o único hit de toda a carreira da banda). Um pouco a frente está a bem conhecida banda New Order e sua contagiante (e por vezes estranha) “Temptation”. A banda é bem conhecida por ser uma das pioneiras em misturar dance music com rock, criando assim o dance rock. “Temptation” mostra muito bem esse tão novo estilo, regado com um ritmo um tanto contagiante e com uma pitada de melancolia na sua letra. Músicas melancólicas transbordam do disco, mas entre elas há uma que me cativou ainda mais: “Evensong”, da banda The Inocence Mission (outra banda nem um pouco conhecida). Um vocal feminino completamente emocional e uma melodia repetitiva e marcante é o suficiente para criar essa música tão marcante, capaz de te viciar dependendo do estado em que você está. Depois dessa vem “Asleep”, do The Smiths, igualmente melancólica e com uma letra ainda mais triste e emocional. Essa banda liderada pelo vocalista Morrisey sempre fez músicas dos mais variados estilos, mas quando se trata de melancolia eles arrasam, e “Asleep” mostra isso perfeitamente. Mostrando um rock mais cru e nem um pouco melancólico vem a banda The Cracker com a música “Low”, que mesmo não se destacando no disco tem o seu devido valor.
Para contagiar ainda mais o álbum chega à tona a banda Sonic Youth, uma das bandas mais marcantes do rock experimental dos anos 80/90, sem contar que era reverenciada pelos jovens da época. Levando isso em consideração era uma ofensa não ter uma música deles no disco; e eles não poderiam escolher uma música melhor do que “Teenage Riot” para fazer parte do álbum. Com uma batida alternativa completamente contagiante e uma letra tipicamente adolescente e faixa é mais que necessária para todos aficionados por raridades esquecidas do rock. “Dear God”, da banda XTC, é outra música com alto poder viciante. Começando com um bom arranjo de violão e uma voz feminina bem marcante a música logo passa para um ritmo um tanto mais animado. Mas desde o começo da música até o fim a letra religiosa e humanista continua no mesmo estilo, profana e uma completa blasfêmia para uns e uma dura verdade para outros. O melhor a fazer é você mesmo observa-la e tirar suas conclusões. Se você sabe o mínimo possível sobre o filme você deve estar se perguntando: cadê “Heroes”? E eu te respondo: “Eles deixaram o melhor para o final...”. Esse verdadeiro hino do David Bowie à humanidade é a trilha-sonora para uma das cenas mais emocionantes que eu já vi num filme (e olha que são incontáveis): Emma Watson com uma roupa esvoaçante em cima de um carro em movimento. Realmente eu acho que “Heroes” dispensa comentários. Sua perfeição é indescritível, seu nível emocional também, sua qualidade musical é ainda mais. Apenas posso dizer: “Ouçam e se sintam infinitos!” (quem viu o filme me entende).
Eu sei que me empolguei um pouco em falar desse disco, mas todas essas palavras ainda não foram o suficiente para demonstrar tudo o que esse disco é e o que ele representa para mim. Ouça ele como uma coletânea do melhor da new wave anos 80/90 ou como uma trilha-sonora essencial para um filme perfeito: qualquer que seja sua intenção ao ouvi-lo a mágica de suas músicas com certeza te atingirá certeiramente! 



Eram poucos aqueles que botavam fé num disco acústico de uma banda conhecida por músicas tão fortes e pesadas. Sendo assim, o Nirvana surpreendeu a todos com um dos melhores discos acústicos já lançados e, sem dúvida, o mais emocionante de todos do gênero.
Fugindo do padrão convencional das músicas acústicas, a banda optou por não fazer apenas versões de suas próprias músicas, mas também covers de músicas já consagradas. “About A Girl”, uma das primeiras músicas da banda, abre esse disco com sua melodia simples, mas muito bem produzida e com vocais fantásticos do Kurt Cobain, mostrando a todos que ele não sabia apenas gritar. Uma das únicas músicas do disco que traz nas costas o legado pesado de antes é “Come As You Are”, que mesmo sendo tocado num estilo acústico encantador não deixa de lado uma batida mais hard, que combina perfeitamente com a voz camaleônica no Kurt. O primeiro cover contido no álbum é da banda Vaselines, no caso música “Jesus Don’t Want Me For A Sunbeam”. Com uma melodia um tanto melancólica e com certa “deprê” na letra e nos vocais, a música caiu perfeitamente para a banda. “The Man Who Sold The World” é outro cover perfeito do disco. Levando em consideração que a música é originalmente do David Bowie, é incrível perceber como a letra se encaixou perfeitamente para o estilo de composição do Kurt; isso sem contar na melodia, que juntou com perfeição alguns toques mais pesados e um violão bem melancólico e tipicamente acústico. Dentro do álbum “Nevermind” “Polly” veio como uma brisa de calma entre tantas melodias vorazes; mas aqui nesse disco acústico ela se adequa muito bem, sendo que sua batida crua e acústica soa sonoramente melhor que a versão original. A emoção contida nesse disco está desde o primeiro até o último segundo para qualquer bom fã do Nirvana. Mas sendo você um fã xiita ou não da banda é quase impossível não se emocionar com a comovente “Something On The Way”, que narra em seus versos simples a dura vida que o Kurt levava antes do estrelato; isso sem contar nos seus vocais, bem verdadeiros e profundos. “Plateau” traz uma composição inteligente e vocais marcantes do Kurt, se tornando assim outro grande destaque do disco. Para fechar o disco com maestria há outro cover, “Where Did You Sleep Last Night”, do cantor de blues Leadbelly. O grande destaque dessa faixa fica por conta do próprio Kurt, que canta a música com uma emotividade sem igual, sendo que os gritos feitos por ele no decorrer da música são de arrepiar. Levando em consideração a letra da música, na qual um homem desconfia de traição da sua esposa, é até fácil saber onde o Kurt arranjou tanta emoção: seu casamento com a Courtney Love nunca foi dos mais promissores, e naquela época sua desconfiança sobre ela estava ainda maior. Vai saber o que se passa na cabeça de um gênio...
“MTV Unplugged In New York” foi um sucesso de vendas e, como sempre, a banda ganhou a aclamação da crítica. Ele também serviu para emocionar multidões ao redor do mundo, principalmente aqueles que já haviam sofrido pela morte controversa do Kurt meses antes. Mas acima de tudo o disco serviu para mostrar que o legado do Nirvana ainda duraria muito tempo, verdade essa que pode ser observada nos dias atuais, onde cada vez mais pessoas se deixam levar pelo som perfeito da banda, mesmo sabendo que a banda já acabou há mais de uma década.



Não é novidade para ninguém o quão inovadora e importante foi a banda The Beatles para a música mundial. Mesmo que você não conheça muito sobre a banda é impossível que você nunca tenha ouvido nenhuma música deles, você pode não saber, mas já ouviu. Numa discografia tão cultuada e aclamada, um dos discos que mais se destacam é, sem dúvida alguma, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, uma verdadeira pérola do rock 'n' roll e do rock psicodélico, que ainda hoje é capaz de cativar todos que o ouvem.
Feito inteiramente de um rock leve e sonoramente perfeito, o disco abre com a faixa título, uma verdadeira odisseia do rock ‘n’ roll, cheia de colagens musicais e com uma melodia bem diferenciada. Em seguida vem “With A Little Help From My Friends”, completamente contagiante e de um estilo único; sua letra inspiradora e totalmente cativante se completa com os vocais icônicos do Ringo Starr. O próximo tesouro da banda é “Lucy In The Sky With Diamonds”, que se mostra perfeita em todos os quesitos, desde sua melodia completamente psicodélica até sua letra, ainda mais louca e memorável. “Getting Better” começa com uma guinada totalmente rock ‘n’ roll e logo passa para o estilo tipicamente cativante dos Beatles. Sua letra é outro grande poema motivador da banda, isso sem contar na pitada romântica contida nela. Nos longínquos anos de 1967, onde orquestras em um disco de rock não era a coisa mais comum, os Beatles inovaram mais uma vez trazendo em “She’s Leaving Home” uma orquestra, criando assim outro tesouro da música mundial. O rápido solo de harpa contido no seu início é tocante, e essa emoção continua quando a voz do Paul McCartney chega e arrasa nos vocais de uma letra tão complicada e emocional, narrando a saída de uma filha da casa dos pais. O efeito musical usado no refrão deixa a música ainda mais emocionante; e não tem jeito: se você tem os nervos fracos não vai demorar a seus olhos lacrimejarem.
Outra peculiaridade da banda pode ser notada em “Within You Without You”, onde sai de cena todo vestígio de rock psicodélico para entrar um estilo tipicamente indiano. Sua letra, filosófica e tipicamente poética, serve para reforçar ainda mais a ideia de que os Beatles se saem bem em qualquer estilo, até mesmo em um ritmo indiano. “When I’m Sixty-Four” traz agora um ritmo típico dos anos 20 (quanto tempo!), mas em conjunto com a letra essa escolha duvidosa irá parecer certeira! “Lovely Rita” é a típica música clássica dos Beatles, com uma batida contagiante e uma letra adoravelmente romântica. Como um disco conceitual ele se sai muito bem com a reprise da faixa título, falando agora que eles sentem muito, mas tem que ir embora, e também que eles esperam que tenhamos gostado do show. Para acabar definitivamente com o fantástico “show” da banda vem “A Day In The Life”, uma mistura de duas músicas diferentes da banda, que se juntaram para formar essa outra preciosidade da banda, que mesmo tendo uma letra depressiva no início logo muda para o estilo contagiante de sempre.
Muitos críticos já consideraram esse o melhor disco de todos os tempos. Exagero ou não, é impossível negar a qualidade artística e sonora do álbum, inovador em vários quesitos, mas ainda assim extremamente popular e igualmente fantástico.


Stripped | Christina Aguilera


Quando se fala de Christina Aguilera todas as opiniões são divididas. Enquanto alguns idolatram-na como uma verdadeira diva do pop, outros já dizem que ela é apenas mais um rostinho repetido no pop atual. Sendo sua percepção positiva ou negativa, é quase impossível negar que ela tem uma voz potente e igualmente afinada.
Em “Stripped”, talvez o seu primeiro disco com uma abordagem mais séria, ela vive naquele velho dilema: é preciso de boas batidas para formar boas músicas, levando em consideração minha voz fantástica? Talvez a resposta mais adequada para essa pergunta seja sim, não só de boa voz vive uma boa música. Isso acontece muito em “Stripped” onde muitas vezes melodias simples (não ruins!) ficam completamente fora de cena com a presença da voz perfeita da XTina. “Can’t Hold Us Down (feat. Lil’ Kim)”, a segunda música do disco, traz uma boa batida tipicamente R&B, mas que, como eu já disse, quase desaparece quando uma Aguilera completamente afinada aparece. “Walk Away”, com seu ritmo romântico e um estilo bem sensual, mas sem nada de vulgar, é um dos destaques do disco. A primeira faixa com verdadeiro potencial para hit do disco é “Fighter”, que mesmo com uma melodia marcante e contagiante não deixou de lado o poder vocal da Aguilera. Pelo contrário, os produtores usaram-na o máximo que podiam para cantar com extrema confiança uma letra motivadora e com um bom nível poético. O disco segue com o mesmo estilo R&B romântico da Aguilera, nunca se esquecendo do poder que ela tem. Mas tudo isso muda com a chegada de “Beautiful”, a 11ª faixa do álbum e, talvez, a melhor delas. Feito de um pop melancólico e meloso ao ponto certo o destaque da canção fica com a letra, um verdadeiro hino para a humanidade em relação a qualquer tipo de preconceito e racismo. Mas ainda assim a letra não precisou apelar por sentimentalismo barato para nos emocionar, apenas o acompanhamento de uma voz perfeita da Christina já é o suficiente.
Depois disso a única música que tem um destaque maior é “Dirrty (faet. Redman)”, uma boa música pop que mistura muito bem um pouco de ousadia, um toque de sensualidade e batidas contagiantes. Resumindo tudo “Stripped” se mostra grandioso devido aos vocais de sua intérprete, mas às vezes peca por ter melodias muito simples, sendo que poderia ser ainda melhor.        







16 comentários:

  1. Eu não curto muito Nirvana ;/
    Gosto do estilo musical da Christina Aguilera ;p
    Eu me considero bem eclética, gosto de um pouco de tudo, mas principalmente de musicas mas relax.
    beijos

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  2. todos são bons, mas nenhum chega aos pés de Beatles :)

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  3. Ainda não assisti o filme As Vantagens de Ser Invisível, mas pretendo assistir logo. Espero que eu o ache perfeito tbm!

    Não sou muito fã de Nirvana, mas adoro as músicas da Christina, essa mulher tem uma voz incrível!

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  4. realmente a voz da XTina é perfeita! E em Beautiful então nem se fala...

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  5. Essa semana você tava no clima de nirvana né? hahaha Esse álbum Incesticide é muito bom de se ouvir. Dificilmente eu gosto da faixa de abertura mas adoro dive! Na verdade curto bastante Nirvana

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  6. o MTV acústico do Nirvana é O ALBÚM,é assim perfeito,mesmo quem não é fã,se escutar vai sair com uma ou outra música na cabeça. eu tenho Stripped da Aguilera e é o melhor cd dela com certeza!a voz dela é poderosa mas é uma pena,que como vc disse,ela muitas da músicas são beeem simplórias,o que vale mesmo é a voz.é um poxa vida de voz linda.

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  7. Thielen Borba da Costa30 de março de 2013 17:41

    Estou louca para assistir As vantagens de ser invisível. Não duvido que o filme seja perfeito. hehe Dos alguns que tu citou não sou chegada a nenhum. Só tem uma música da Xtina que gosto muito: Pero me acuerdo de ti. Vish, faz tanto tempo que não escuto... vou até procurar no youtube e me viciar de novo hahaha

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  8. Quero muito ver As Vantagens de Ser Invisível. Christina é sempre dançante! Seus fones estavam bem movimentadinhos, hein? Gostei! Bjs!

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  9. Não sou muito fã de bandas de Rock, mas já ouvi falar de "Nirvana". Pode ser que já tenha ouvido alguma música deles, mas se ouvi, foi sem saber que era deles. Rsrsrs
    Gosto mesmo é de "The Beatles". Achei super legal ela aparecer nessa sua listinha.

    @_Dom_Dom

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  10. Eu gosto de Christina Aguilera, acho uma ótima cantora, umas das melhores do pop atual é realmente uma pena que a carreira dela esteja em tão mal fase ultimamente, Beatles sem comentários não consigo escolher uma música favorita, hoje em dia acompanho muito o trabalho do Paul McCartney, ainda não li As Vantagens de Ser Invisivel mas pretendo ler o livro, para poder conferir a trilha sonora.

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  11. realmente a Christina ñ tá numa boa fase ultimamente..
    Beatles é realmente perfeito, esse é o primeiro disco deles q eu ouvi e tipo, fiquei fã!!! *--*
    As Vantagens de Ser Invisível eu ainda ñ li o livro, mas vi o filme e é perfeito. Se ñ tiver a oportunidade d ler assista o filem q é maravilhoso!!!

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  12. realmente esse filme é perfeito, e a trilha-sonora é ainda mais perfeita!!! *----*
    vc gosta daquela fase latina da Xtina né?? rsrs

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  13. realmente ñ é necessário ser fã d rock para amar esse álbum, o necessário é só ter um coração...
    já a Xtina é isso msm q vc disse, uma voz maravilhosa pra melodias mt simplórias!!! u.u

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  14. Thielen Borba da Costa31 de março de 2013 20:09

    Fiquei com mais vontade agora! :D
    Não a fase, é a música mesmo. hehe Gosto muito de espanhol e a música é linda. *-*

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  15. ahhh X-tina*----*
    fiquei surpresa em vê-la depois de Beatles e Nirvana, mas gosto de gente eclética e eu tb gosto deles rs
    amei seus comentários sobre Stripped, meu álbum preferido dela.

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  16. só que não concordo com as melodias dela sejam simples, só não são muito viciantes/dançantes, óbvias, e eu amo exatamente isso nela, as músicas diferentes.
    E a voz dela é mesma demais, não tem oq falar.

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