postado por Matheus em 02 junho 2013

O Que Passou Por Meus Fones #23


Olá hunters! Tudo bem com vocês? Muito tempo após publicar o último post da coluna "O Que Passou Por Meus Fones" (mais de 2 meses) eu volto aqui para mostrar tudo o que eu ouvi de lá até aqui. Foram discos fantásticos, cada um no seu estilo único. Espero que gostem e agora eu pretendo continuar atualizando a coluna todo fim de semana, como sempre fiz.

Não viu o post anterior? Veja aqui!
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Viva La Vida | Coldplay

Desde o lançamento do sucesso “A Rush Of Blood To The Head” o Coldplay vem conquistando cada vez mais fãs com suas melodias contagiantes, suas composições perfeitas e seu estilo único. Em “Viva La Vida” essa receita é feita novamente para agradar a todos os antigos ouvintes e também aqueles não tão acostumados com o Coldplay.
Sinceramente, “Viva La Vida” não contém várias músicas com alto potencial para hit, caso de “Mylo Xyloto”, mas ainda assim suas músicas trazem em si a essência da banda, com diversas batidas alternativas e letras inteligentes. O álbum começa com uma faixa instrumental, “Life In Technicolor”, que prepara o ouvinte para todas as próximas melodias carismáticas e com uma pitada de melancolia que estão por vir. “Cemeteries Of London” é um tanto obscura em comparação à grande maioria das músicas da banda, mas ainda assim ela tem o seu valor. Um pouco a frente vem uma das mais belas músicas românticas que o Coldplay já fez “Lovers In Japan/Reign Of Love”. No começo a mistura da melodia contagiante e da voz melancólica do Chris Martin já faz com que a música fique perfeita, mas mais a frente vem a segunda parte da música, com um grande aumento de melancolia e emoção. Seus suaves toques de piano acompanhados da voz tocante do Chris deixa a música uma completa perfeição, do começo ao fim. Toda a experimentação do Coldplay pelo diferenciado explode na música “Yes”, bem diferente do costumeiro da banda. A melodia dessa música fica sempre oscilando entre instrumentos fortes e marcantes com uma batida mais soft rock, criando assim outra música que merece ser ouvida. 
Mesmo que o álbum como um todo não seja um verdadeiro estrondoso hit é nesse disco que está a faixa mais reverenciada e conhecida da banda: a inexplicavelmente emocionante faixa-título “Viva La Vida”. Talvez seja sua melodia extremamente perfeita, que combina muito bem batidas bem contagiantes com outras mais experimentais e melancólicas, que fez com que a música ficasse tão emocionante. Ou pode ser que o motivo disso fosse os vocais marcantes do Chris. Ou seria sua letra, inspiradora e com um ótimo toque poético? Seja lá qual seja o motivo uma coisa não se pode negar: essa música é emocionalmente perfeita! Ainda assim, o ápice de toda melancolia indie da banda é a música “Strawberry Swing”, muito calma, melancólica, emocionante e um tanto sonhadora. Para quem já viu o videoclipe altamente criativo dessa música é praticamente impossível se esquecer da história incrivelmente cativante contida nele. 
Bem menos acessível ao gosto popular que seu sucessor, “Mylo Xyloto”, “Viva La Vida” em momento algum passa a sensação de que sua intenção era causar um estrondoso barulho no mundo musical. Talvez a única intenção da banda ao gravar esse disco era deliciar todos os ouvintes com músicas artisticamente (e emocionalmente) perfeitas. Apenas deixe se levar pela batida e sinta toda a mágica do Coldplay! 


Bleach | Nirvana

Mesmo com pouco reconhecimento popular, “Bleach”, o álbum de estreia do Nirvana, continua sendo um disco inovador para a história do rock. O som tão diferente criado por eles logo foi reconhecido, e então gerou um novo subgênero do rock, o grunge. Mas não é pra menos. Mesmo que “Bleach” não contenha nenhum hit, suas músicas tem a perfeição típica da banda, fazendo com que ouvi-lo seja algo espetacular para todos aqueles que admiram o Nirvana!
O disco abre com a poderosa “Blew” que contem uma batida forte e distorcida que entra em perfeita combinação com a voz camaleônica do Kurt, sem contar nos riffs de guitarra marcantes dele próprio. “About A Girl” é outra música inesquecível do álbum! Mesmo que sua versão no “MTV Unplugged In New York” seja melhor, a versão original também tem o seu valor, principalmente pela sua melodia, não tão pesada quanto a tradicional, mas ainda assim capaz de passar o estilo típico da banda. Em “Love Buzz” o destaque fica mais uma vez com a batida, agora com uma guitarra ainda mais marcante e alucinante. Mas não é só de músicas descontraídas que é feito “Bleach”, e “Paper Cuts” chega pra trazer a tona o lado mais obscuro da banda, com suas batidas distorcidas, além de sua letra, forte e dependendo do ponto de vista perturbadora. Esse clima tenso e dark continua até o fim do álbum (e fica em maior evidência na psicologicamente tensa “Sifting”), e por isso o disco fica com aquela cara de mais-do-mesmo, sempre o mesmo estilo e a mesma obscuridade; diferente de “Nevermind”, que a cada música trazia um sopro de inovação. 


Vendo como um disco nesse vasto acervo do rock, “Bleach” é um disco fantástico, mas ainda assim ele não é capaz de conseguir a mesma excelência perfeccionista dos outros discos do Nirvana. Mas o que esperar de um disco de estreia onde a banda tinha pouquíssima experiência em estúdio? Olhando por esse lado, mas uma vez “Bleach” mostra a sua qualidade.


Violator | Depeche Mode

Para aqueles acostumados à David Guetta, LMFAO, Will.I.Am e outros “artistas” de música eletrônica atual pode parecer até estranho saber que há um bom tempo atrás os artistas do gênero não estavam preocupados em fazer com que baladas fossem animadas, e sim fazer músicas artisticamente boas. Esse é o caso do Depeche Mode, que alcançou o estrelato com “Personal Jesus”, mas que ainda assim continuaram sempre com a sua qualidade artística; qualidade essa que pode ser notada em diversos álbuns, entre eles “Violator”.
Esse disco (um marco na história da música eletrônica) abre com a misteriosa mas ainda assim contagiante “World In My Eyes”, com uma letra cheia de conteúdo (diferenciando-a das músicas do tipo atuais). Duas faixas depois vem a música “Personal Jesus”, uma verdadeira apoteose religiosa-eletrônica. A letra é uma declaração satírica, cheia de citações religiosas e de um nível poético muito bom. Já sua melodia é ainda mais fantástica, tendo como base uma batida country bem elaborada e batidas eletrônicas ainda mais contagiantes. Ou seja: uma música pra ficar na memória! “Waiting For The Night” vem para trazer ao disco um ritmo ameno, capaz de acalmar a todos, mas ainda assim com uma melodia eletrônica penetrante. Outro grande hit do disco é “Enjoy The Silence”, feita para contagiar qualquer um. O mais incrível dessa música é a junção perfeita da batida altamente sintetizada com a voz melancólica do David Gahan (vocalista da banda) cantando essa composição tão filosófica e emocional. O disco fecha com “Clean”, que mistura tudo que fez desse disco um disco indispensável para criar outra música fantástica.
Mesmo que esse disco seja conhecido de poucos atualmente na época ele fez um estrondoso sucesso. A produção arrojada do Flood (produtor musical que já trabalhou com U2, The Killers e outros) talvez tenha ajudado para que o álbum ficasse do jeito que ficou. Mas quem merece todos os créditos por essa obra-prima da música eletrônica alternativa é ninguém mais que o Depeche Mode! 



Evanescence | Evanescence

Pronto! Agora eu acho que posso me considerar um grande admirador de Evanescence. Depois de ouvir os dois discos anteriores da banda (Fallen e The Open Door) e ter me viciado em incontáveis músicas perfeitas da banda agora eu ouvi o disco mais recente deles, o homônimo “Evanescence”, que mesmo sendo bem diferente da sonoridade antiga ainda assim é um disco fantástico!
Isso se deve a diversos motivos. A voz poderosa da Amy Lee continua como sempre, deslumbrante e incrivelmente emocionante. As batidas estilizadas de metal também continuam, não tão assombrosas como antes, mas ainda estão aqui. A grande novidade da banda é a inserção de diversos elementos eletrônicos em suas músicas; mas se engana quem pensa que isso não combinaria com os ritmos pesados de sempre. “What You Want”, a faixa de abertura, mostra tudo isso rapidamente, isso sem contar com a sua composição que beira o perfeito: bem poética e com aquele tom gótico que todos adoram. Outra música que conta com um poder emocional alto é “The Change”, que além da batida de rock e dos elementos eletrônicos traz também as comuns melodias clássicas da banda, dando um toque a mais a essa ótima música.
O Evanescence mostra que tem uma ótima escolha para singles quando escolheu “My Heart Is Broken” como o segundo single do disco. A faixa é uma verdadeira explosão de sentimentos, tanto pela voz altamente expressiva da Lee como por sua letra ainda mais profunda e poética. Uma coisa que todo mundo espera ao ouvir um disco da banda é achar aquela música no estilo de “My Immortal”, simples, emocionante e cheia de melancolia. Nesse disco você pode não achar isso, mas irá achar uma música quase nesse estilo que é tão boa quanto outras do tipo. Estou falando de “Lost In Paradise”, que começa no mesmo estilo melancólico de “My Immortal”, mas que após o refrão traz consigo uma poderosa melodia pesada de rock, mas que ainda assim não deixou de lado os instrumentais clássicos tão emocionantes e a voz inigualavelmente perfeita da Amy Lee. Talvez a única decepção de todo o disco seja a última faixa “Swimming Home”, música essa que se inspirou demais na Björk (influencia da banda para o disco). Mesmo que seu ritmo melancólico combine perfeitamente com a voz da Amy Lee ele não combinou com a banda como um todo, que, diga-se de passagem, sumiram dessa faixa.

Cumprindo sua missão de agradar aos fãs e não fãs da banda, o disco ficou em #1 lugar nos EUA, mas a banda fez por merecer. Contendo músicas tão perfeitas (artisticamente e emocionalmente falando) quanto às dos discos anteriores a banda ainda fez mais, trazendo uma leve brisa de inovação que, sem dúvidas, fez bem a todos.     


The Next Day | David Bowie

Quando foi anunciado que o David Bowie, o eterno camaleão do rock ‘n’ roll, entraria em estúdio para gravar um novo disco (o último lançamento datava de 2003) todos os seus admiradores entraram em êxtase. A estimativa era grande, mas nada poderia se sair melhor que “The Next Day”.
Sua capa extremamente minimalista, um simples quadrado branco sobre a capa de outro disco seu (“Heroes”), ironiza com o seu conteúdo: incendiário e completamente imprevisível (o que mais alguém pode esperar do Bowie?). Sua abertura com a faixa título mostra uma contagiante mistura de rock com uma boa pitada pop, isso sem contar na sua letra extremamente louca, especialidade do Bowie. “The Stars (Are Out Tonight)” é talvez a música mais altiva do disco. Com sua batida um tanto dark e os vocais igualmente fantásticos do David Bowie a música se mostra uma completa viagem musical, nem tão psicodélica, mas ainda assim muito louca. “Love Is Lost” é ainda mais insana, com sua letra confusa e sua melodia penetrante. Para espantar (por pouco tempo) toda essa insanidade vem “Where Are We Now?”, uma bela música com um alto teor depressivo e cheia de melancolia. A voz do Bowie contém uma magnificência sem tamanho nessa música, sendo esse outro motivo para que a música ficasse tão linda. “Valentine’s Day” continua com toda essa melancolia, mas agora com um pequeno toque de romantismo. Outra ótima música melódica do disco é “Dancing Out In Space”, cativante em boa parte dela, mas que perde um pouco o seu brilho no seu refrão, bem mais “alegre” que no restante dela.
O início de “(You Will) Set The World On Fire” dá uma forte guinada para o rock ‘n’ roll, mas logo as melodias estranhas do David também ganham espaço. “You Feel So Lonely You Could Die” também traz consigo uma alta melancolia, que fica em mais evidência quando a melodia melosa entra em cena. O disco se acaba com a estranheza cósmica de “Heat”, simples mas que ainda assim conseguiu deixar o selo “Bowie” de qualidade.
Realmente, “The Next Day” é um disco para poucos. Suas melodias insanamente perfeitas não soam legais a todos os ouvidos, mas ainda assim ela se mostra perfeita a todos aqueles capazes de ouvir toda a arte do David Bowie por traz daquelas melodias exageradamente produzidas.



O Green Day sempre usou suas músicas como uma forma de protesto político, fazendo com que seus ouvintes abrissem os olhos para o que está a seu redor. Pelo menos, essa é a intenção deles... Mas enfim, com "21st Century Breakdown" eles elevaram esse patamar de protesto para o seu ápice, criando um disco muito bom tanto por esse motivo quanto pelas suas melodias agradáveis.
O disco é dividido em 3 “atos”, cada um narrando uma parte da história entre Christian e Glória, um típico casal americano que vivem na miséria mas que tem uma forte esperança no novo século. O primeiro dos atos é “Heroes and Cons” (heróis e trapaceiros) e sua primeira música é a faixa título, potente tanto na sua letra incrivelmente boa e na sua batida contagiante e com uma bateria do Tré Cool (baterista da banda) bem marcante que permeia ela do começo ao fim. A próxima faixa, “Know Your Enemy” é um forte protesto sobre o Estado, nunca escancarado em seus versos, mas ainda assim esse protesto se esconde por trás de um senso poético. “Viva La Gloria!” começa com aquele típico estilo meloso e romântico do Green Day, mas não demora para que uma melodia pesada entre em cena para deixar a música bem mais animada. A primeira aparição do Christian é na música “Christian’s Inferno”, que mostra toda a sua revolta contra o Estado.
Um pouco a frente vem o segundo ato: “Charlatans and Saints” (santos e charlatões); e é ali que está “Last Of The American Girl”, uma ótima descrição de como é Gloria, uma garota destemida, sem medo e sempre lutando contra o Estado. Além da letra muito bem estruturada a melodia dela também é muito boa, animada na mediada certa e com uma boa mistura de rock ‘n‘ roll com pop. “Viva La Gloria? (Little Girl)” começa com uma bela melodia ao piano, mas logo o restante da banda aparece para incrementar a composição indignada com uma tal garotinha (seria essa a Gloria?). O último (e decisivo) ato, “Horseshoes and Handgrenades” (ferraduras e granadas de mão), abre com a poderosa faixa que dá título a essa ato, com uma batida incansável e riffs de guitarra muito bons. Um pouco a frente vem “21 Guns”, uma das melhores, senão a melhor, música do disco. Ela contém aquele típico estilo melódico da banda, mas em boa parte dela toda essa melodia se mistura com a batida forte do rock, criando assim uma música que beira a perfeição. Isso sem contar na sua letra, ainda mais poética que as restantes e com uma ótima pitada romântica. “American Eulogy” traz consigo a tão esperada revolta da massa contra o Estado, sendo que enfim a América cai e todos chamam pelos rebeldes Christian e Gloria, que enfim encontram o mundo moderno, mas que não querem viver lá. Essa saga apoteótica-política se fecha com “See The Lights”, que não contém toda a revolta das outras músicas, mas ainda assim, tem uma melodia igualmente vibrante.
Como um todo, “21st Century Breakdown” se mostra um disco muito bom. Suas composições, mesmo que as vezes pareçam meio desconexas, se completam para formar a história de Christian e Gloria em sua rebelião contra o Estado. Além desse conceito fantástico, suas melodias também são ótimas, sempre contagiando a todos. Resumindo, um disco que não pode ser desprezado por ninguém!


In Utero | Nirvana

Poucos álbuns criaram uma estimativa tão gigantesca em relação a sua qualidade como “In Utero”, sucessor do consagrado álbum “Nevermind”. E é ainda menor o número de álbuns que superaram a sua estimativa, surpreendendo a todos devido a sua qualidade sem tamanhos.
Depois da fama conseguida com “Nevermind” Kurt Cobain e companhia queriam fazer um disco mais enxuto, sem uma produção tão exagerada e com um som mais cru. É desse conceito que surgiu “In Utero”, com músicas gravadas rapidamente e com poucos efeitos de estúdio. Mas o resultado não poderia ser melhor! “Serve The Servants”, a faixa de abertura, já mostrava que o disco não pretendia ser uma cópia de “Nevermind”, tendo um som muito mais cru e simples, muito mais grunge. Os efeitos de estúdio podem ter diminuído, mas isso não aconteceu com a qualidade, que continua no alto padrão do Nirvana: com uma batida poderosa e uma composição autobiográfica, coisa típica do Kurt. Já “Scentless Apprentice” é ainda mais pesada e com uma composição ainda mais angustiante e deprimente. “Heart Shaped Box” é uma daquelas incontáveis músicas do Nirvana que nos emocionam tanto por sua melodia inexplicavelmente tocante como pelo fato do Kurt ter morrido, um gênio tão louco. Seu refrão é daqueles que ficam na memória, e sua composição pode causar os mais diversos sentimentos, principalmente se você é um fã da banda. Se tinha uma coisa que o Kurt sabia fazer era composições que indignavam e causavam desgostos em muitos. Em “Rape Me” ele alcança o ápice dessa indignação com uma composição forte e polêmica para aqueles que não conseguem interpretá-la como o Kurt queria. “Very Ape” começa com um riff de guitarra muito bom, que logo se completa com a batida pesada do tipo que só o Nirvana sabe fazer. “Milk It” mostra todo o lado obscuro da banda, com uma batida distorcida, uma composição forte e vocais gritantes do Kurt.
Muitas faixas contidas em “In Utero” estiveram no álbum acústico da banda, “MTV Unplugged In New York”, entre elas as magníficas “Pennyroyal Tea” e “All Apologies”. A primeira delas tem uma sonoridade totalmente diferente da versão acústica, mas os vocais sofridos do Kurt continuam os mesmos. Já “All Apologies” tem quase o mesmo ritmo nas duas versões, mas na versão desse disco há uma batida mais pesada no refrão, deixando assim a faixa com um quê a mais.
O último disco de estúdio do Nirvana se fecha com a estranha e desconcertante “Gallons of Rubbing Alcohol Flow Through the Strip”, cheia de batidas distorcidas e vocais confusos do Kurt. Sendo assim, “In Utero” se mostra outra contribuição inestimável do Nirvana para o mundo musical. Enquanto todos esperavam uma continuação de hits altamente produzidos como em “Nevermind” eles chegaram e mostraram ao mundo esse disco, e então provaram que sua genialidade e seu sucesso não dependiam de efeitos de estúdio, mas sim de si mesmos.          


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24 comentários:

  1. Gabrielle Roveda2 de junho de 2013 16:32

    Green Day é tão bom! *-*

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  2. Ketelin Natieli Wochner2 de junho de 2013 16:42

    Sinceramente, não curto Coldplay e Nirvana.
    Mas gosto bastante de Evanescence e desse álbum a melhor música para mim é "What you want". E de Green Day sou fã! Esse álbum é ótimo, na minha opinião só perde para American Idiot. Minhas músicas preferidas dele são "21 Guns" e "Know your enemy" :D

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  3. Hummm, amo essa do Green Day, é muito boa! Eternamente adorada.

    Viva la Vida também gosto, dá uma sensação de poder, sei lá. Quando escuto sinto que posso fazer tudo que me der na cabeça, aquela coisa de Vida a Vida e faça tudo o que puder! É bom musicas assim.

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  4. Coldplay.esse é um dos albúns mais completos que tive o prazer de ouvir.Viva La Vida é a música,sou bem suspeita pra falar porque sou fãzoca mesmo. Nirvana só me lembra meus tempos rebeldes de adolescência.rsrs

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  5. Coldplay é uma das minhas bandas preferidas! *-* E apesar de gostar muito do álbum Viva la Vida, este não é o meu preferido. De Evanescence meu álbum preferido é o The Open Door.
    Conheci Depeche Mode depois de ouvir na rádio a música Enjoy the Silence. No momento só conheço esta música e posso dizer que sou muito viciada nela! :x Irei procurar por este álbum! ;)


    Beijos

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  6. Conhecia todas menos The Next Day! Adooooro Coldplay e Evanescence! Despeche Mode conheço poucas musicas, mas adoro Enjoy The Silence! Obrigada pelas dicas!

    Um beijo
    escolhasliterarias.blogspot.com.br

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  7. De todos os citados, eu só conhecia do albúm Viva la vida, a música de mesmo nome, aliás, é uma música que marcante pra mim porque foi a música tocada na minha formatura no dia do culto ecumênico, enquanto os alunos entravam na igreja. Eu adoro as músicas do Coldplay, e essa em especial.
    Depois vou dar uma pesquisada sobre as outras, com certeza vale a pena conhecer.


    Bjok

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  8. Ana Carolina Lopes2 de junho de 2013 22:46

    Viva la vida é demais ...gruda na sua mente igual chiclete....


    Beijos!!!!!!!11

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  9. realmente, Viva La Vida em formaturas tá ficando mais clichê que We Are The Champions... mas enfim, a música é mt boa msm!!!

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  10. se vc gosta de Coldplay e Evanescence talvez vc possa curtir o David Bowie!!! ;)

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  11. o meu preferido do Coldplay é Mylo Xyloto, mas isso pq ainda ñ ouvi A Rush Of Blood To The Head, q dizem ser o melhor trabalho deles. Já do Evanescence Fallen é o meu preferido, pra mim aquele disco é perfeito!!!
    Eu tbm viciei em Enjoy The Silence e Personal Jesus, as melhores músicas do álbum

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  12. acho q todo mundo q foi adolescente na década de 90 conhecia e gostava do Nirvana!! rsrsrs

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  13. do Evanescence What You Want é muito boa, mas Lost In Paradise consegue ser ainda melhor. Já do Green Day tbm amo 21 Guns, mas o disco inteiro é bom!!!

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  14. Vou pesquisar algumas musicas adoro conhecer artistas novos! Alguma musicaa em especial que voce recomende?

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  15. A-D-O-R-O Nirvana não canso de ouvir suas musicas.

    Evanescence tenho os cds mas não ouço faz tempo, acho que enjoei rsrs ja ouvi demais!

    Coldplay tem musicas lindas, Strauberry...esqueci o nome..é meu inglês é ótimo(mentira rs) é muito linda,

    beijos.

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  16. Outra que já está ficando clichê nas formaturas também é a "Caminhada", do Cidade Negra... rsrs

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  17. eu até agr ñ me cansei de ouvir Evanescence e nem Nirvana, sei lá, acho as músicas deles tão perfeitas...
    o Coldplay tem incontáveis músicas lindas, e Strawberry Swing é uma delas.

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  18. Samuel Lima Moreira11 de junho de 2013 14:18

    Nivana é bom.

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  19. Ai eu amo Viva la Vida, sinceramente acho uma das melhores músicas dos últimos anos *O* Adoro demais e e super emocionante. Eu não curto muito Nirvana ;/ Mas gosto de Evanescence.
    Beijos

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  20. Tem um anime com esse mesmo nome: Bleach.

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  21. Você teve muito bom gosto nessas últimas escolhas para ouvir. Entre essas não conhecia "Violator - Depecher Mode", mas como gosto de música eletrônica, pode ser que me agrade.


    @_Dom_Dom

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  22. Viva la Vida... gosto muito dessa música... coldplay é incrivel!!!!

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  23. Dos discos, o que eu mais ouvi e gosto é Viva La Vida.

    A melodia, a letra e a voz das músicas do CD são bem melhores que as músicas de Nirvana, como não sou da "década de 90" então não desenvolvi o gosto por Nirvana como minha irmã que adora Nirvana desde a adolescência, hehe!

    Enjoy the Silence conheci quando minha colega me passou a trilha sonora de The Vampire Diares!

    http://meufilmeviroulivro.blogspot.com.br/

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