postado por Matheus em 01 julho 2013

O Que Passou Por Meus Fones #25

Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Depois de algumas semanas sem atualizar a coluna, aqui estou eu novamente, um pouco atrasado novamente (rsrs), para mostrar para vocês tudo o que eu ouvi até aqui. Teve discos de diferentes gêneros, mas a grande maioria deles está repleto de melancolia. Leiam e vejam!  
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Um dos muitos atrativos de todos os filmes do diretor Baz Luhrmann é a trilha-sonora. O visual de seus filmes são bem apelativos, mas assim também são suas trilhas-sonoras, fato que já foi comprovado pelo sucesso Moulin Rouge - Amor em Vermelho e agora se revela novamente em O Grande Gatsby, mais novo filme do diretor.
O disco por completo é um verdadeiro liquidificador musical. Os mais diversos gêneros musicais estão aqui, assim como os artistas dos mais variados tipos. Para começar abalando estruturas o hip hop marca presença na abertura do Jay-z em “100$ Bill”, uma música muito bem produzida, no melhor estilo Jay-z de ser. Depois vem “Back To Black”, cantada por André 3000 e Beyoncé. Esse nome não te soa estranho? Pois bem, essa música é um cover da canção icônica da Amy Winehouse, contida no álbum de mesmo nome. Ouvindo a canção original, com toda aquela maestria dramática, é difícil vê-la num tom de hip hop. O resultado final é bem meia-boca, sendo uma daquelas músicas que não fariam falta se não existissem. A parte em que o André 300 canta é desprezível, a batida também ficou estranha demais, mas para salvar a música da catástrofe iminente a Beyoncé aparece com seu vocal deslumbrante. Depois disso a música eletrônica toma conta: primeiro com “Bang Bang” do will.i.am, que tem uma batida incrivelmente contagiante, e depois com “A Little Party Never Killed Nobody (All We Got)”, uma parceria da Fergie com Q-Tip e GoonRock, que continua com toda a animação do álbum e com uma batida ainda mais eletrônica e bem produzida. Um pouco de jazz se mistura ao típico estilo indie da Lana Del Rey em “Young And Beautiful”, a música mais linda do disco. Ela contém um tom épico viciante, e juntando isso com os vocais melódicos da Lana e uma composição perfeitamente romântica o que temos é essa música linda, melancólica, épica e ainda romântica.
Depois de acabada o jazz toma conta em “Love Is The Drug”, de autoria do Bryan Ferry e sua orquestra. Então o indie volta, agora na voz da Florence And The Machine. Como sempre a Florence arrasa com seus vocais marcantes e poderosos, mas eu senti que a melodia é simples demais. Talvez fosse essa mesma a intenção, mas acho que se ela fosse um pouco mais produzida a música seria ainda melhor. Então temos de volta o jazz em duas músicas: “Where The Wind Blows”, de Coco O. da banda Quadron, e “Crazy In Love”, da Emeli Sandé com a orquestra do Bryan Ferry. Como vocês puderam ver, essa música é novamente um cover, agora da Beyoncé. De toda aquela animação R&B da música original para o jazz desse cover houve uma grande mudança, mas a música continuou tão boa quanto. Depois de toda essa montanha-russa musical o que encontramos pela frente são diversas músicas alternativas. Destaque para “Together”, uma música obscura mas ainda assim linda da banda The xx, “Hearts A Mess” com seus vocais impactantes do Gotye e “Kill And Run”, que contém uma melancolia sonoramente perfeita da Sia.
Com toda essa mistura é impossível que o álbum desagrade completamente qualquer um. Ao menos uma ou outra faixa será adorada por você, então o melhor a fazer é se aventurar ouvindo esse disco e depois dar o seu veredito final. 


Monomania | Clarice Falcão

Clarice Falcão é uma multi-talentos. Já foi atriz em alguns filmes pouco conhecidos, participou de uma novela global, roteiriza séries da TV, participa de um famoso e divertido canal do Youtube (Porta dos Fundos)... Enfim, é uma artista completa! Mas outro talento incrível que ela tem é como cantora, e toda essa perfeição melancólica pode ser ouvida em “Monomania” seu primeiro disco.
Desde a capa até a última música tudo é cativante e nostálgico. Suas músicas têm um tom romântico irônico diferente e que fica ainda melhor com as melodias simples e muito bem feitas. “Eu Esqueci Você” tem uma letra bem irônica e romântica, isso sem contar na voz encantadora da Clarice. Depois vem “Macaé”, bem mais melancólica, mas igualmente boa. Seu senso poético é incrível e certos versos românticos que ficariam melodramáticos em qualquer outra música ficam perfeitos aqui, sem nenhum drama em excesso (“Eu queria tanto que você não fugisse de mim, mas se fosse eu, eu fugia...”). A Clarice Falcão também é ótima em fazer ótimas músicas curtas. Apenas quatro das catorze músicas do álbum têm mais que três minutos, isso sem contar nas pérolas “Um Só” e “Capitão Gancho”, que tem menos de dois minutos, mas que aproveitam esses preciosos segundos para fazer mais músicas perfeitas. Todo o senso de humor da Clarice entra em seu ápice em “De Todos Os Loucos Do Mundo”, outra música cativante e que causa uma estranha sensação de leveza quando a ouvimos. Então aparece “Qualquer Negócio”, mais uma música romântica e um tanto deprê, que nos emociona com os vocais sinceros da Clarice e com ótimos arranjos de violino. Um dueto original e bem diferente aparece em “Eu Me Lembro”. Cantando junto com SILVA (outro cantor indie brasileiro pouquíssimo conhecido), os versos da Clarice contam uma narrativa, e os de SILVA contam outra, e na música esses versos ficam intercalados, contando uma divertida e perfeita história de amor, mas sem nenhum clichê. Mas toda essa perfeição tem que ter um fim... E então “Fred Astaire (English Version)” fecha o álbum muito bem, sendo que essa música é uma versão alternativa da música de mesmo nome presente no disco.
Com um pouco de sorte e uma boa divulgação Clarice Falcão pode desbancar logo, logo como um dos mais novos talentos musicais do Brasil. Mas talvez não seja isso que ela queira, talvez tudo que ela quer continuar fazendo é discos simples e apaixonantes como “Monomania” para agradar seu público pequeno, mas obcecado pela sua perfeição artística. 



Bob Dylan é considerado uma das maiores lendas vivas da música. Suas composições poéticas e seu estilo inovador reinventaram diversos gêneros musicais americanos, como o rock, o folk e o pop. “Bringing It All Back Home” pode não ser o seu disco de maior sucesso, mas ainda assim, ele contém, assim como todos os outros, toda a sua genialidade para fazer músicas originais, com um estilo que é só seu.
“She Belongs To Me” contém aquele ritmo calmo e bem desenvolvido que o Bob Dylan sabe fazer muito bem, isso sem contar na sua gaita, marca registrada do Dylan, que dá um toque a mais à música. “Maggie’s Farm” é mais animada, mais ainda assim sua qualidade está em evidência; aqui a pua poesia está mais em evidência, mostrando uma história simples, mas com o uso de versos fantásticos (Bem, eu fiz meu melhor/ Ser apenas como eu sou,/ Mas todos querem que você seja/ exatamente como eles são.). Depois vem todo o romantismo poético de “Love Minus Zero/No Limit”, que nos encanta com vocais simples mas tocantes do Dylan, assim como sua composição. Contudo a mais bela música do disco é “Mr. Tambourine Man”. Há algo inexplicável em sua melodia e nos vocais ressonantes do Bob Dylan que faz com que nos relaxemos rapidamente, como se nada mais no mundo fizesse importância, apenas nos deliciando com o perfeccionismo da música.
Esse disco singelo mas fantástico acaba com a épica “It’s All Over Now, Baby Blue”, que além de nos reconfortar também derrama uma boa dose de melancolia em nossas veias. Para gostar das músicas aqui descritas e do disco como um todo é necessário ou gostar de músicas antigas e calmas ou ter um coração sentimental.


Volume 3 | She & Him

Muitos de vocês devem conhecer a Zoey Deschanel, famosa atriz tanto por seus filmes ((500) Dias com Ela) como pela série em que protagoniza (New Girl). Mas poucos sabem que essa fofa e carismática atriz também é cantora, sendo ela a vocalista da dupla She & Him, tendo o M. Ward como o seu par.
Todas as músicas do mais novo disco da banda são num estilo encantadoramente indie, com pitadas pop e muita leveza. A abertura com “I’ve Got Your Number, Son” mostra muito bem essa mistura, trazendo assim a essência da banda. A voz da Zoey, tanto aqui como nas outras músicas, soa como uma mistura de cantora de jazz de tempos passados misturada com uma cantora indie surgida dos confins de algum país desconhecido, sendo uma coisa inexplicável. Em “Baby” esse estilo de jazz predomina, formando uma música para poucos; aqui também está os vocais do M. Ward, nada espetaculares, mas ainda assim bons. “Somebody Sweet To Talk To” tem a melodia cativante de sempre, mas há algo de diferente na voz da Zoey que faz com que a música fique com um quê a mais. Já “Something Haunting You” tem o seu destaque por ter uma melodia ainda mais calma e fofa que te costume, isso sem contar nos vocais incríveis da Zoey. O cover de uma famosa música da banda Blondie em “Sunday Girl” criou outra música deliciosa do disco, tendo sua suave melodia um bom estilo de rock antigo. A delicadeza e a simplicidade de “London” faz dela outra música marcante do disco.
Como um todo, o disco se mostra mais do mesmo, usando as mesmas receitas batidas para fazer grande maioria das músicas. Mas isso não quer dizer que dessa normalidade não possa sair músicas fantásticas, perfeitas para ouvir num dia nublado e preguiçoso, onde tudo que você quer é descansar ouvindo boas músicas calmas.


Golden | Lady Antebellum

Depois do sucesso estrondoso com o hit magnificamente romântico “Need You Now”, presente no álbum homônimo, A banda Lady Antebellum sumiu um pouco de fama, mas não completamente. Depois desse disco eles lançaram outro disco de estúdio e um disco natalino, ambos bem posicionados internacionalmente, mas não tão difundidos no Brasil. Lançando “Golden”, seu mais novo disco, o sucesso continuou e a opinião da crítica melhorou, mas ainda assim eles não fizeram fama no Brasil. Isso é uma pena, já que as músicas aqui contidas são daquele tipo que agrada qualquer apaixonado por músicas românticas feitas para novelas globais, e esse é o gosto prevalecente dos brasileiros.
Como sempre misturando em boas melodias o pop e o country, o álbum se abre com “Get To Me”, sendo mais uma música “mais do mesmo” da banda, mas ainda assim ganhando destaque no álbum. Todo aquele melodrama romântico presente em tantas composições da banda está novamente em “Goodbye Town”, mas a batida da música não se mostra tão boa e marcante como as de antes. O ritmo animadinho de “Downtown” também não cai muito bem para a banda, principalmente para aqueles que estavam costumados com suas músicas melódicas. Então vem “It Ain’t Pretty” com todo o seu drama, mas, mesmo com vocais muito bons da Hillary Scott, faltou aquela melodia apaixonante pela qual todos esperavam. “Golden”, que vem um pouco depois, é igualmente melosa, mas aqui os arranjos simples de violão e os vocais mais melódicos do Charles Kelley fazem com que a música fique melodramática e romântica ao ponto certo, apaixonando todos que a ouvem. A banda tenta animar novamente com a faixa final, “Generation Away”, outra música esquecível do álbum.
Talvez o maior problema de se ouvir “Golden” é ter aquela expectativa que a maioria das músicas serão românticas e melosas como em “Need You Now”, pois aqui grande parte do disco é mais animadinha, num bom estilo country americano. Então, se você ouvir esse disco sem muitas expectativas, talvez você goste, mas não te prometo nada.




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24 comentários:

  1. hum não curto muito alguns dos artistas mencionados,mas fiquei interessada em escutar o som da Clarice Falcão. confesso que não sou chegada em sons que me lembrem a Mallu Magalhães. ~_____~ mas pelo que você disse ,ela tem um diferencial,além de ser muito talentosa. =) vou procurar ouvir com certeza.

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  2. Gabrielle Roveda1 de julho de 2013 20:30

    Não conhecia a maioria citado acima, porém, parecem ser músicas boas! Já ouvi algumas das músicas e também ouvi falar dos cantores!

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  3. matheus_spereira1 de julho de 2013 22:02

    conheço pouco da Mallu Magalhães, mas pelo pouco q me lembro dela posso afirmar: as duas são bem diferentes. Pode ouvir Clarice Falcão sem medo, pois há 98% de chances de vc se apaixonar por suas músicas!!! :D

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  4. AMO a fofa da Clarice. Musicas originais e bem humoradas, como nao curtir? Lady Antebellum é uma das minhas bandas favoritas, adoro esse estilo meio country romantico deles, bom demais! She & Him tambem tem musicas muito fofas, e eu sou mega fa da Zoey. Confesso nao conhecer muitas musicas do Bob, mas curto as que ja ouvi.

    Beijokas
    escolhasliterarias.blogspot.com.br

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  5. Ana Carolina Lopes2 de julho de 2013 10:15

    Não conheço nenhuma mas parecem ser ótimas mesmo ;)

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  6. matheus_spereira2 de julho de 2013 11:51

    qm ñ ama a Clarice Falcão neh??? *-*

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  7. Samuel Lima Moreira2 de julho de 2013 13:58

    Lady Antebellum é perfeita, adoro suas músicas, Zoey eu sou apaixonado, o resto não me interessou muito.

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  8. Adoro a Lady Antebellum,Need you now foi a sensação!que pena mesmo,nunca mais ter escutado nenhuma música da banda!bjos'

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  9. Ana Paula Barreto2 de julho de 2013 23:15

    Não conhecia absolutamente nenhuma das músicas, mas fiquei feliz por conhecê-las agora. Tem coisa boa!
    Na verdade, Lady Antebellum eu até conhecia, mas não este CD. E acho bacana eles terem se voltado para uma "pegada" mais animada.
    bjs

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  10. matheus_spereira3 de julho de 2013 14:29

    no começo eu tbm achei interessante essa pegada mais "animadinha" do Lady Antebellum, mas depois eu percebi q a pegada "romântica-dramática" era bem melhor... u.u

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  11. Que delícia de post! Como adoro música e amo garimpar velhos (?) e novos estilos e canções, fiquei saboreando cada dica.

    Como fã de Amy, claro que fiquei curiosíssima por essa versão hip hop de 'Back to Black', não conheço esse tal de André 3000, rsrs.

    Gosto de Lady Antebellum, mas realmente um cd todo cansa, pelo apelo emocional e meloso demais. Gosto da sonoridade, então aqui acho q vou me divertir, quero ver esse disco mais animadinho.

    E She & Him conheci procurando news por aí. Gosto da voz dela, acho doce. E numa pegada jazz deve ser lega, adoro e vou ouvir, com certeza!

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  12. matheus_spereira3 de julho de 2013 22:40

    se vc é fã e idolatra a musa Amy Winehouse, vc ñ vai gostar dessa versão. Mas enfim, ñ custa nada tentar neh? :)
    eu tbm adoro o Lady Antebellum, mas suas músicas individualmente. quando se houve o disco inteiro vc sempre fica com aquela sensação de "espera aí, só ouvi isso a pouco tempo".
    realmente, a voz da Zoey é uma coisa única, msm q a maioria das músicas sejam bem água-com-açucar elas têm seu valor devido a sua voz.

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  13. Não conhecia nenhuma desses artistas mas eu vou escutar e me quase com toda minha certeza irei me apaixonar

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  14. Conheci um dia desses a música capitão gancho de clarisse falcão,conheci através

    de um post ,parecido com este.Acho que posso dizer ue apartir de ontem me tornei fã desta fofa,reprisei a música várias vezes.Na primeira vez que ouvi pensava que a música estava cortada kkkk foi daí que eu percebi que a música era pequenininha mesmo rs.Esta voz dela parece que tem mel de tão doce e pó de pilipimpim de tão mágica.Amei ter escultado esta música.Foi melhor do que um calmante rs

    Devo dizer que sempre trago em meus fones uma música de Lady antebellum,só que as antigas.

    "Need you now" :Amo a calma que esta música me traz é um remédio para mim e ela sempre me inspira quando estou escrevendo.Ainda não vi estas novas músicas,sim como vc pode er eu não sou muito ligada em lançamentos musicais eu prefiro ficar escultando e reprisando músicas antigas rsrs pretendo mudar isto urgentemente!

    Bob Dylan e She & Him:Bom devo falar que esculto músicas sem nem saber quem canta por isto é...digamos..meu acervo musical não seja tão grande como o seu e eu não me lembro de ter ouvido alguma música deles e se ouvi eu não sabia que era deles.

    Muito legal esta sua coluna.Ajuda "anafalbetos musicais" como eu kkkkkkk

    E as músicas e artista apresentados aqui parece que entrará em meu gosto,eu amo músicas no estilo "Need you now" mas também não deixo de lado um bom rock e amo músicas gospel como Jotaa ou J.A sei lá.Acho que é isto.



    Beijos e xal!

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  15. matheus_spereira6 de julho de 2013 19:44

    realmente, a voz da Clarice Falcão tem uma mágica inexplicável, impossível ñ se apaixonar ♥

    Tbm sou fã daquela fase antiga do Lady Antebellum, "Need You Now" e "Hello World" (outra ótima música do disco) me emocionaram incontáveis vezes, já as músicas atuais... bem, não são lá grande coisa...



    mas enfim, Bob Dylan é um santo remédio pra qualquer problema q vc tenha, as músicas dele são tão perfeitas q é impossível ñ se esquecer do mundo (ouça "Mr. Tambourine Man" q é a melhor). Já She & Him é p/ poucos, mas esses poucos adoram! vale a pena tentar ouvir! ;)

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  16. Michelle Ladislau15 de julho de 2013 13:56

    Não conhecia nenhum dos artistas, vou procurar saber deles!
    Beijinhos

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  17. Fiquei bem surpreso e feliz quando vi a Clarice Falcão nessa sua lista. Ela é absurdamente boa. kkkkkkkkkkk
    Os outros não conhecia tanto, vou dar uma pesquisada melhor.

    @_Dom_Dom

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  18. Não conheço nenhum dos outros artistas, com exceção de Lady Antebellum, que tem algumas músicas muito boas, apesar de eu não conhecer muitas.

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  19. Clarice e Bob Dylan caaaara que tudooo, ótimo gosto ;)

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  20. Olá! Tirando Bob Dylan, os outros artistas são novos para mim! Confesso que fiquei interessada no estilo de Clarice. Gosto de músicas com pegada melancólica. Vou procurar esse som no Google. Parabéns pelo post.

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  21. Conhecia algumas dessas músicas e confesso que não gosto muito da Clarice Falcão. Vou procurar ouvir as que não conheço ;)

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  22. a Clarice é fofa, mas acho as músicas dela muito paradinhas e sempre quase o mesmo ritmo...
    da trilha de O Grande Gatsby só conheço Young and Beautiful e A Little Party Never Killed Nobody. o livro foi adaptado pros dias de hoje? pq é muito estranho tocar eletrônica.
    não conheço muito Bob Dylan e Lady Antebellum

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  23. Oi,interessante a coluna e adorei as dicas!
    A trilha sonora O Grande Gatsby tem algumas músicas clássicas e outras com uma lado mais eletrônico, gostei de Young and Beautiful e Bang Bang
    Nossa assisto filme e séries com a Zoey e não sabia que ela cantava que legal,com certeza vou ouvir She & Him
    Concordo com as opiniões sobre a banda Lady Antebellum que realmente estava sumida.

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  24. Michelli Santos Prado29 de julho de 2013 14:45

    Amo demais conhecer músicas novas e novos artistas.
    Clarice está arrasando mesmo!!

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