postado por Matheus em 21 julho 2013

O Que Passou Por Meus Fones #28


Olá hunter! Como vão, aproveitando esse finalzinho de férias? Enfim, mais uma vez estou aqui para compartilhar com vocês o que eu ouvi pela semana: quatro distintos e bons discos. Espero que gostem e até a próxima! (Só lembrando que a "novidade" que eu havia anunciado no post anterior será revelada no próximo post. Então aguardem...)
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Jagged Little Pill | Alanis Morissette

O impacto que a Alanis Morissette causou no mundo musical foi estrondoso, mas tudo começou com esse disco, uma pérola do rock dos anos 90. Foi nela que a Avril Lavigne se inspirou mais, foi em suas músicas que muitas cantoras perceberam a força que tinham, é nela que incontáveis cantoras de “rock” se inspiram, ou seja, o impacto da Morissette não fica apenas com suas músicas contidas em “Jagged Little Pill”, mas sim em uma legião de artistas que a sucederam.
Um rock alternativo e potente junto com letras fortes e inspiradoras é o que mais se vê nesse disco, algo que combina perfeitamente com a voz potente da Alanis. É bem isso que ouvimos em “All I Really Want”, uma música contagiante que conta com ótimos riffs de guitarra e uma letra forte e pensativa, capaz de nos fazer parar e prestar mais atenção nela (“E tudo o que eu realmente quero é libertação”). O começo sussurrado de “You Oughta Know” contrasta com o seu conteúdo forte e marcante, tanto da letra como da melodia e da voz da Alanis, que não demora à mostrar o quão potente é; essa letra ainda tem um destaque maior pelo excesso de sentimentos próprios que a Alanis ponha nela, algo biográfico mais ainda assim fantástico. Se engana quem pensa que a Alanis é uma desiludida amorosa que só sabe demonstrar os seus sentimentos de forma forte, com os seus sentimentos conflitantes ela também consegue fazer músicas melódicas perfeitas, caso de “Perfect”. A melodia dessa música é de um soft rock delicioso de se ouvir, e quando se observa a letra perfeitamente amorosa juntamente com os vocais sensacionais da Morissette não tem jeito, a emoção transborda dos nossos corações! Na próxima faixa, “Hand In My Pocket”, a influência que a Alanis pôs sobre a Avril é facilmente notada, desde seus vocais potentes mas com um som jovem até sua composição, tratando o amor de uma forma irreverente.
Pouca gente sabe, mas antes de lançar esse disco de sucesso a Alanis Morissette já havia lançado outros discos, mas era um rock mais católico e religioso. Para o bem de sua música ela deixou de lado esse estilo nesse disco, mas ainda é possível perceber lampejos dessa sua religiosidade na obscura “Forgiven”, mais uma das músicas que se destacam no disco. A grandiosidade do disco se mostra mais uma vez quando percebemos que, mesmo contendo todas essas faixas fantástica, ainda houve outra (tão boa quanto, é claro) que fez ainda mais sucesso. É claro que estou falando do hit atemporal “Ironic”! Talvez sua letra não tenha sentimentos tão marcantes quanto o de outras faixas do disco, mas ela é muito bem estruturada sob sua intenção; mas quando se tem diante de seus ouvidos uma melodia extremamente contagiante e bem feita e também vocais poderosos da Alanis Morissette é até difícil prestar atenção na sua composição.
Depois de tantas inovações que apareceram no cenário do rock feminino “Jagged Little Pill” pode parecer um pouco antiquado e extremamente datado. Mas sua enorme qualidade impediu que o disco caísse no anonimato, e assim a Alanis pode continuar maravilhando mais e mais pessoas com suas músicas sinceras e incrivelmente bem acabadas!


Halcyon | Ellie Goulding

Depois do “mais do mesmo” “Lights” algo que eu não sei explicar me levou a ouvir “Halcyon” o último lançamento da Ellie Goulding até agora. Mais uma vez, não posso dizer que me surpreendi, nem que fiquei fã, mas uma coisa eu posso dizer, o disco aumentou (e muito) em termos de qualidade de produção em relação ao seu antecessor.
Se em “Lights” víamos músicas pop atraentes e com um bom toque alternativo em “Halcyon” o que mais predomina são batidas eletrônicas incrivelmente bem feitas, formando assim músicas pops contagiantes. O início do disco é marcado pela boa “Don’t Say A Word”, que começa misteriosamente com vocais potentes da Ellie, mas que não demora em se jogar numa fantástica batida electro-pop que quase chega ao épico. Outro grande avanço na Ellie são suas composições, algo que pode ser visto já nessa primeira faixa. Ela agora não exagera no melodramático romântico, e ainda está mais poética, algo que engrandece suas músicas. A próxima faixa, “My Blood” soa um tanto obscura e bem mais séria que tudo mais que se conhecia da Goulding, e o mais incrível dessa música é que mesmo tendo essa obscuridade incrustada nela e em sua composição ela ainda consegue manter uma melodia pop bem elaborada e contagiante. “Anything Could Happen” continua com essa seriedade em sua letra, mas sua batida electro-pop é tão contagiante que não percebemos nenhum traço de obscuridade como na faixa anterior. É nos últimos versos dessa música que podemos ter um belíssimo vislumbre de como a voz da Goulding é potente, algo profundo e bem emocional. O começo da faixa-título soa adoravelmente acústica, com os vocais calmos da Ellie chamando total atenção, mas quase no seu refrão ela explode num indie/pop fantástico de se ouvir. 
Ainda que esse disco tenha abandonado boa parte do melodramático do disco anterior ainda há “Joy”, uma faixa singela e romântica, com uma melodia fraca para uma composição tão boa. O começo operístico de “Explosions” soa um tanto desnecessário, principalmente quando percebemos que a melodia por si só já é fantástica. Mesmo que a batida seja completamente calma ela se encaixa perfeitamente com a composição romântica e forte, que literalmente explode nos vocais da Goulding. Depois disso o disco se agarra num melodrama romântico delicioso de se ouvir, e que não soa forçado. Destaque para a emocionante “I Now You Care” e para os vocais da Ellie, que se mostram ainda melhores nestas músicas mais calmas.
A transição do electro-pop do início para o melodramático do fim é um tanto brusca, nada que deixe o disco ruim como um todo. Mas é até difícil reparar nessa drástica mudança quando se está ouvindo essas músicas tão bem produzidas da Ellie Goulding, apaixonantes quando são melancólicas e nos contagiando quando são feitas de uma melodia eletrônica vibrante.


Acústico MTV | Cássia Eller

Como já dizia o mestre Renato Russo, os bons morrem jovens. E é bem isso que pensamos quando nos recordamos dele próprio, do Cazuza, do Raul Seixas e da musa do rock brasileiro Cássia Eller, isso citando apenas nomes brasileiros. Um pouco antes de sua morte repentina, no finalzinho de 2001, foi lançado esse disco, um dos diversos que saíram da boa safra de acústicos que a MTV produziu na época. Mas a Cassia Eller tinha o seu estilo próprio, e por isso esse disco soa muito superior à tantos outros do tipo.
O que é mais evidente nesse disco é a verdadeira “miscigenação musical” da qual era feita a Cássia Eller. Além de músicas próprias dela estão aqui também covers de diversos artistas, entre eles Édith Piaf, Beatles e Legião Urbana; também há aqui uma grande mistura de ritmos musicais, não há apenas o rock e MPB comuns da Eller, também pode-se notar fortes influências do sampa e do rap. Ou seja, esse disco personifica a grande mistura que era a Cássia Eller.
O começo com “Non, Je Ne Regrette Rien” (cover da Édith Piaf) nos acalma para depois mostrar a força do rock da Eller. Vale a pena ressaltar o fantástico francês da própria. Então vem “Malandragem”, com sua melodia marcante e sua composição icônica e poética, coisas que combinam inteiramente com a Eller. O incrível senso poético do Renato Russo em “1º De Julho” combina perfeitamente com o estilo acústico cru do disco, contando com ótimos arranjos de violão e vocais camaleônicos e marcantes da Cássia Eller. Em “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” a Cássia canta mais um cover que ficou perfeito em sua voz, agora do já citado Cazuza. Sua letra romântica e nem um pouco melosa se completa com a melodia, que brilha ainda mais num piano marcante que permeia toda a música. Outro ponto grandemente emocional do disco é a sociológica “Queremos Saber”, que trata do estado do mundo atual de uma forma dura, melancólica e certeiramente dramática. O lendário Renato Russo está presente novamente no disco, agora em “Por Enquanto”, um cover da música homônima de sua banda, Legião Urbana. Até hoje a letra é lembrada com carinho na mente de muitos de vocês, que mesmo não conhecendo a música de nome eu tenho quase toda certeza que já ouviu ela em algum lugar. Seus versos leves e marcantes são difíceis de saírem da cabeça, uma mistura perfeita de romantismo, indecisão e esperança. O ápice de todo o disco está na indescritivelmente marcante “O Segundo Sol”, uma das músicas mais lembradas da Cássia Eller. Aqui nesse disco ela está com uma melodia calma e bem MPB, algo delicioso de se ouvir e viajar em seus próprios devaneios. Mas o que deixa a música realmente inesquecível é a voz da Eller, por vezes serena e por vezes potente à medida certa. Quem nunca ouviu essa música em momentos de melancolia não sabe o que é ter devaneios de verdade! O disco segue até o fim com esse mesmo grande nível de qualidade, mas nada tão profundo e emocional como antes.
Na vasta discografia da Cássia Eller “Acústico MTV” é apenas mais um de tantos outros discos fantásticos. Mas ainda assim ele é lembrado com carinho por seus fãs e pelos não fãs também, algo que se deve à grande mistura musical aqui imposta como também por sua emoção verdadeira. O rock brasileiro ainda não conseguiu achar alguém com tanto carisma e talento como ela, pode até ter encontrado grandes artistas, mas nenhum conseguiu chegar ao seu nível.  



O Melhor de | The Cranberries

A banda The Cranberries surgiu numa época em que bandas de rock alternativo não eram grande novidade. Devido à suas músicas melódicas e algumas contagiantes a banda, mesmo tendo vindo da Irlanda, conseguiu o estrelato internacionalmente. Juntando minha vontade de querer conhecer um pouquinho mais da banda com a minha grande indisposição em procurar os melhores discos dela optei por procurar uma coletânea com seus maiores sucessos, e aqui está!
Nas singelas doze músicas dessa coletânea não pude encontrar nada de especial e esplêndido, mas há sim músicas boas que agradaram e ainda agradam à muitos. Esse é o caso de “Zombie” o poderoso hit da banda! Essa música não se preocupa apenas em nos mostrar sua batida bem feita e contagiante, ela também se preocupa em mostrar aquele já velho conflito entre protestantes e católicos na Irlanda, isso com uma crueldade marcante e um grande nível poético. Uma coisa que chama muita atenção, ainda não descobri se positivamente ou negativamente, é a voz da Dolores O’Riordan, que soa como uma cantora de coral de igreja mas ao mesmo tempo tem um leve poder do rock. Seus vocais “grunhidos” no refrão são icônicos, e dificilmente saem da cabeça. A animada “Dreams” muda completamente de estilo em relação à “Zombie”. Aqui os vocais da Dolores já soam mais “normais” e melosos, e a batida também fica bem menos pretenciosa, mas é nisso mesmo que a música peca! Ela soa tão leve e melosa que é difícil vê-la com ouvidos sérios que possam perceber a boa batida. Já “Ode To My Family” soa bem menos melosa, e assim podemos perceber o quão boa ela é. Sua letra nostálgica e pensativa combina com a melodia, levemente agradável, feita de um soft rock fantástico, algo que fica muito bom na voz da Dolores.
Quanto mais ouvimos as músicas do The Cranberries mais percebemos que a banda se sai melhor quando se trata de músicas melodramáticas, como na exageradamente romântica “No Need To Argue”, que mesmo sendo tão piegas nos envolve na sua atmosfera melancólica; ainda me pergunto de onde é que a banda tirou a ideia de fazer a música com uma melodia quase que inteiramente composta por um órgão que parece ter vindo de uma igreja. Em “Salvation” ouvimos mais uma batida contagiante e bem produzida, mas novamente a voz da Dolores soa um tanto estranha, e também exagerada no seu refrão. O estilo sério e engajado em causas sociais de “Zombie” volta em “War Child”, mas aqui o grande problema é o excesso de sentimentalismo barato empregado nela, algo desnecessário para tratar de um tema que já toca o nosso coração naturalmente. Por fim, há “Baby Blues” com sua melodia atraente e cativante e com sua letra mais do mesmo.
Fazendo um mínimo esforço para conhecer um pouco mais da banda eu percebi que um dos seus maiores hits não estava nessa coletânea, estou falando de “Linger”. Talvez se eu não tivesse ouvido essa música eu deixaria para trás uma das mais belas músicas da banda, romântica a medida certa, com vocais bem medidos e nem um pouco exagerados da Dolores e também com uma melodia levemente melancólica e incrivelmente calmante.

Talvez ouvindo os álbuns do The Cranberries a musicalidade da banda soe melhor do que nessa mera coletânea de “hits”. Mas ainda assim eu pude reconhecer ótimas músicas, cada uma no seu próprio estilo, nada de espetacular, mas ainda assim boas músicas para os mais variados momentos.



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20 comentários:

  1. gosto de algumas músicas da Alanis, e a maioria desse CD.

    eu gosto muito dos Acústicos da MTV, os que eu ouço são sempre bons. e a Cássia Eller é ótima

    eu falei que vc ia gostar mais do Halcylon kkk uma dele que eu gosto muito e vc não falou é Figure 8. Anything Happen também é ótima, aquele "iii" no começo eu estranhei mas agora quando ouço eu acho incrível.
    vc nunca tinha ouvido Linger dos Cranberries? assim como Por Enquanto, Linger e Zombie são músicas que quase todo mundo conhece. Eu achava que Zombie era da Alanis acredita? rs você acha que tem a ver?
    gosto dos seus comentários sobre as músicas, mas vc é bem crítico, achei que foi com The Cranberries.
    felicidadeinventada.blogspot.com

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  2. ô Matheus vc caprichou no post hj!!Alanis é minha cantora favorita,sou muito fangirl dela!! Jagged Litlle Pill é de longe o melhor cd dela,a voz marcante e o jeito único de se apresentar é assim arrebatador pra mim!é difícil escolher alguma música desse cd,pra mim todas são ótimas,mas uma que me marcou muito é Hand in my pocket. Halcyon é outro cd que amo muuuito,Ellie Goulding foi uma agradável surpresa,I Know You Care é melancólica e linda! a própria Halcyon também é música marcante,eu acho legal é essa mistura da voz doce com as músicas fortes da Ellie.nunca gostei de Cássia Eller,mas com certeza,um dos melhores albúns dela foi esse acústico. e quem nunca ouviu uma musiquinha só de The Cranberries?! a voz da vocalista Dolores é única,forte e chama atenção sempre.Linger é emocionante e fiquei surpresa por não está na coletânea. Ode To My Family é tão triste... melancolia pura. adorei o post hj! =D

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  3. Alanis arrasou nesse disco, conhecia pouco dela mas agr adorei.

    realmente Halcyon é mt bom, "Figure 8" eu me lembra mas ñ tinha despertado mt minha atenção. Em "Anything Could Happen" eu também achei mt estranho aquele começo, mas depois acostumei e adorei a música.

    realmente The Cranberries ñ foi mt pro meu gosto. "Linger" e "Zombie" eu gostei mt, já conhecia as músicas, mas nem sabia q eram eles q cantavam.



    e ñ, eu ñ acho q Zombie parece da Alanis... hahahahaha

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  4. brigado pelos elogios... =D
    Alanis é realmente incrível com sua voz forte e letras igualmente ótimas. A Ellie também é uma grande artista, "I Know You Care" é linda e incrivelmente melancólica, mas as músicas animadinhas dela também são muito boas.
    The Cranberries eu só conhecia por nome. Depois d ouvir as músicas eu percebi q já conhecia algumas delas, mas ñ sabia q era eles q cantavam... rsrs

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  5. A cantora que eu mais me interessei foi pela Alanis eu irei escutar essas musicas.

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  6. Samuel Lima Moreira23 de julho de 2013 11:05

    Acho muito engraçado, por não me interessar por músicas, as únicas que eu gosto mais é ópera.

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  7. Ana Carolina Lopes23 de julho de 2013 12:15

    Na verdade nenhum me chamou a atenção tanto assim , mas gostei d ver um artista brasileiro na sua lista ;)

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  8. Não conheço a maioria dos artistas escolhidos e a única que me interessou foi a Alanis, já ouvi algumas músicas dela e gostei bastante!!

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  9. Gosto do timbre vocal de Ellie Goulding escutei algumas canções desse disco. Ela é talentosa, mas não sei se escutaria um cd todo... rs.
    Fui fã de Cassia Eller quando ela estva aqui... e continuo fã desse jeito só dela, dessa disposição pra cantar qualquer estilo e nos encantar com seu vozeirão! Adoro a rebeldia contrastando com a beleza de sua interpretação . Quanta falta ela nos faz!

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  10. Cássia Eller é foda, eu amo demais mpb, e Alanis já ouvi algumas músicas dela com meus pais, é realmente muito bom

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  11. Faz mt falta... :/

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  12. Alanis é realmente muito agradável!!! Cassia Eller, nem se fala! Além de tudo, é brasileira! rsrs... Já ouvi alguma coisa de The Cranberries e o som parece ser bom!

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  13. Cássia Eller é covardia!!! Rsrsrs
    Adorei a mistura de estilos e vozes que você nos trouxe. Só não conhecia a Ellie Goulding, mas acho que vou gostar, pois me amarro em pop com uma pegada mais eletrônica.

    @_Dom_Dom

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  14. Conheço algumas músicas dos artistas mostrados. Cássia divaa \o/

    Só não conhecia a Ellie Goulding, vou procurar umas músicas dela

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  15. Falar de música pra mim é fácil e quando comecei a ler este
    post fiquei muito feliz, parece que você escolheu a dedo somente discos que eu curto, então, muito obrigada
    Matheus!Bom, voltando ao post,acho este álbum
    da Alanis simplesmente p-e-r-f-e-i-t-o que posteriormente fez alguma diferença no cenário da música
    mundial,realmente uma fantástica cantora com uma voz poderosa e compositora sublime
    que marcou mesmo a década de 90,ganhadora de vários prêmios inclusive 7 Grammys,
    era inevitável não cantar junto com ela
    assim que começava a tocar “You Oughta Know” ou Ironic. Já a Ellie Goulding
    não me decepcionou com esse disco, nele há também músicas muito boas
    como Anything Could Happen e I Know You Care.Adoro os Acústicos que a MTV realiza,
    e o da Cássia resume muito bem o talento único que ela tinha, foi realmente uma
    perda enorme para o cenário musical brasileiro e com certeza “Malandragem”
    ficou eternizada na mente de muitas pessoas.E fico chocada de saber que num
    disco que reúne o melhor da banda The Cranberries deixa de fora o maior hit
    deles Linger, pelo menos deixaram Dreams.

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  16. Aviso que esse GUEST sou eu Vannessa Queiros, esse foi meu comentário nesse post, esqueci de colocar meu nome quando postei, vale mesmo assim equipe do Fun's Hunter? espero que sim, mas na dúvida estou postando novamente.

    Falar de música pra mim é fácil e quando comecei a ler este
    post fiquei muito feliz, parece que você escolheu a dedo somente discos que eu curto, então, muito obrigada Matheus!Bom, voltando ao post,acho este álbum
    da Alanis simplesmente p-e-r-f-e-i-t-o que posteriormente fez alguma diferença no cenário da música mundial,realmente uma fantástica cantora com uma voz poderosa e compositora sublime que marcou mesmo a década de 90,ganhadora de vários prêmios inclusive 7 Grammys, era inevitável não cantar junto com ela assim que começava a tocar “You Oughta Know” ou Ironic. Já a Ellie Goulding não me decepcionou com esse disco, nele há também músicas muito boas como Anything Could Happen e I Know You Care.Adoro os Acústicos que a MTV realiza,e o da Cássia resume muito bem o talento único que ela tinha, foi realmente uma perda enorme para o cenário musical brasileiro e com certeza “Malandragem” ficou eternizada na mente de muitas pessoas.E fico chocada de saber que num disco que reúne o melhor da banda The Cranberries deixa de fora o maior hit deles Linger, pelo menos deixaram Dreams.

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  17. Michelli Santos Prado30 de julho de 2013 10:23

    Cássia Eller com toda certeza é uma das minhas " divas", sempre escuto e amo demais mesmo!!

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  18. Cássia Eller é de mais! Acho que não tem uma música que eu não goste. Ela canta muito!

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  19. Michelli Santos Prado31 de julho de 2013 09:48

    Cassia Eller é e sempre será uma das minhas cantoras preferidas =)

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  20. realmente Jagged Little Pill é incrível, o poder da Alanis é notável.
    Já esse disco da Goulding me surpreendeu com suas músicas inspiradas e mt bem produzidas. Tbm adoro os acústicos da MTV, sou fã do acústico do Nirvana e tbm adoro o do Kid Abelha, mas esse dá Cássia Eller... dispensa comentários... ♥

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