postado por Matheus em 28 julho 2013

O Que Passou Por Meus Fones #29

Olá queridos e adorados hunters! Tudo bem com vocês? Passa mais uma semana e estou aqui novamente nesta adorável noite de domingo lhes mostrando o que eu ouvi nessa semana. Dessa vez o rock dividiu espaço com o eletrônico, em quatro discos, uns ótimos e outros nem tanto. Espero que gostem!
Lembram da novidade que eu havia anunciado nos posts anteriores? É, eu sei que não... Mas enfim, essa novidade é a seguinte: VOCÊS PODEM SUGERIR DISCOS PARA EU PODER OUVIR E RESENHAR AQUI NA COLUNA! Sim! Sabe aquele disco que você adora e queria ver aqui? Agora é só você sugeri-lo nos comentários que eu irei ouvi-lo o mais rápido possível. Seguem algumas regrinhas básicas para a sugestão:
1. Podem sugerir discos de variados estilos. Mas, por favor, não venham sugerindo discos de sertanejo, forró ou funk que eu não irei ouvir. No fundo eu sei que vocês tem bom gosto... 
2. Antes de sugerir dê uma pesquisada no blog e veja se o disco já não foi resenhado. Se não, pode sugeri-lo!
3. No máximo, três sugestões por pessoa (por post). É claro que eu não vou ouvir todas as sugestões na semana, mas guardarei o nome das sugestões restantes para ouvi-las o mais rápido possível! 
4. Serão aceitas sugestões até a postagem do próximo post da coluna, depois disso as sugestões serão aceitas pelos comentários do post mais recente. E assim por diante...
Não viu o post da semana passada? Veja aqui!
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Só para não deixar passar em branco, no próximo dia 29 a coluna "O Que Passou Por Meus Fones" completa um ano! Olhando para o primeiro post eu tive que admitir, as resenhas eram bem fracas... Mas enfim, eu persisti e agora já estou no 29º post! =D



Electric | Pet Shop Boys

Com décadas e mais décadas de carreira nas costas, o duo electro-pop Pet Shop Boys conseguiu cativar uma legião de fãs. Esses fãs já fizeram com que eles conseguissem o estrelato, mas nos dias atuais eles já não têm a mesma quantidade de fãs, mas eles seguem firmes e fortes lançando novos discos. Eles podem não conseguir o top das paradas musicais, mas a crítica continua os enchendo de elogios, algo que se repete com “Electric”, seu mais novo trabalho.
Depois de ouvi-lo é bem óbvio o motivo de o disco não ser um grande sucesso de vendas. Seu estilo eletrônico-dance não segue pela linha de hit, escolhendo por uma zona mais alternativa e experimental. Mas isso também não significa que o disco é ruim, pelo contrário: com essas batidas que beiram o pirotécnico o duo conseguiu inovar mais uma vez, fazendo músicas animadas, mas com um grande quê artístico. O início com “Axis” já nos mostra que o disco não veio para brincadeira, deliciando nossos ouvidos com uma batida excessivamente electro explosiva. Já “Bolshy” segue por uma linha mais comum, com uma melodia eletrônica atraente e agora com uma composição mais “estruturada”, por assim dizer. Aqui os vocais melódicos do Neil Tennant aparecem em sua melhor forma, algo como um vislumbre de seu ápice em “Very”. Um delicioso estilo dance típico dos anos 1980 aparece em “Love Is A Bourgeois Construct”, bem mais pop que o restante do disco e melódica à medida certa. Outra faixa que merece destaque em “Electric” é “The Last To Die”, um cover do Bruce Springsteen. Essa música não soa tão exagerada quanto às outras, tendo uma melodia eletrônica bem mais enxuta; algo que combina tanto com a letra apocalíptica incrível e com os vocais melancólicos e marcantes do Neil. A pirotecnia toma conta de “Shouting In The Evening”, uma música que se mostraria mais do mesmo se sua batida não fosse tão bem produzida. O disco se mostra um pouco mais acessível ao gosto popular com as duas últimas faixas. A primeira delas é a incrível “Thursday (feat. Example)”, com uma melodia incrível e contagiante, uma composição romântica ao seu modo e vocais incríveis, desde os do Neil até a parte do rapper Example, que, mesmo tendo uma voz tão diferente da dupla, se encaixa perfeitamente na música. Já “Vocal” tem uma batida electro atraente e uma composição que reforça o poder da música, tornando assim “Vocal” outra grande música do disco.
Como um todo, “Electric” é para poucos. Suas excessivas melodias eletrônicas, por vezes exageradas e por outras mais melódicas, podem não parecer tão atraentes aos ouvidos de alguns. Mas, mesmo que você goste desse estilo ou ouça o disco apenas para experimentar, a qualidade artística de “Electric” será facilmente notada.

Segue abaixo um vídeo de "Thursday (feat. Example)" a música de maior destaque do disco (uma novidade que será incrementada nos próximos posts). 



Come As You Are: A 20th Anniversary Tribute to Nirvana’s Nevermind | Vários Artistas

A premissa de que parte esse disco é um tanto perigosa. Gravar covers feitos por bandas desconhecidas de músicas de um disco tão épico quanto “Nevermind” poderia resultar num disco sem sentido e desprezível. O resultado final não pode ser rotulado como “incrível”, mas ouvir todas as épicas músicas de “Nevermind” em vozes e estilos diferenciados pode tornar essa experiência muito interessante.
Nevermind” é inteiramente feito de um rock pesado e cru, por assim dizer, o tão conhecido grunge. Nesse disco a grande maioria das músicas deixa de lado esse estilo para nos mostrar um estilo bem diferenciado, algo que caiu muito bem para algumas músicas e nem tanto para outras. O começo com “Smeels Like Teen Spirit” feito pela banda Dutch Masters nos mostra a tão conhecida música num delicioso estilo indie-rock, com uma melodia leve e ressonante e vocais sussurrados que deixam a música com um tom ainda mais melódico e misterioso. Algo bem diferente do que o Kurt Cobain criou... “In Bloom” ganhou um tom totalmente experimental e indie nesse disco, tendo apenas poucos lampejos de rock. Talvez essa música seria boa se não fosse os vocais exageradamente alternativos da desconhecida banda mewithouYou, algo que soa ainda mais estranho quando se lembra da impactante música original. Outro cover gratificante é o feito pela banda Civil Twilight, feito para a música “Come As You Are”, deixando a música num fantástico estilo soft rock, com vocais marcantes e uma melodia igualmente boa. Nesse disco também há covers que não tem nada de novo a mostrar, caso de “Breed” (de Story Of The Year), que tem uma batida idêntica a original, mudando apenas os vocais, e nada mais. O estilo acústico de “Polly” combina com os vocais da banda Finger Eleven, simples mas com um estilo bem interessante.
No meio de todas essas bandas desconhecidas do grande público aparece a Pitty, muito conhecida (pelo menos por nós, brasileiros), com seu cover voraz de “Stay Away”, com uma batida pesada e bem medida e vocais marcantes (mas nem tão impactantes como outrora) da Pitty, melódica nos momentos certos e gritante quando se precisa. O final dramático e misterioso de “Nevermind” com “Something In The Way” se transformou em uma música muito mais obscura com esse cover do Margot and the Nuclear So and So’s, com uma melodia bem “cult” e vocais obscuros e quase medonhos. Ainda me pergunto por que “About A Girl” (num cover de Anthony Raneri) fecha o disco, sendo que essa música nem está presente em “Nevermind”. Mas de um jeito ou de outro a música se mostrou bem interessante, num adorável estilo acústico.
Para aqueles fãs mais xiitas do Nirvana esse disco, como um todo, pode se tornar desprezível pelo fato de ousar em “coverizar” músicas tão incríveis naturalmente. Mas àqueles abertos a experimentar estilos diferentes para músicas tão marcantes por seus estilos fortes o disco se mostrará uma ótima experiência sonora.

Abaixo está a versão da Pitty para "Stay Away", diferente mas boa.


Revolver | The Beatles

Os Beatles estão repletos de discos icônicos em sua enorme e incrível carreira, caso do inovador e fantástico “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e de “Revolver” outro disco lembrado até hoje por sua inovação típica dos Beatles.
Antes de “Revolver” a maioria das composições da banda eram feitas por John Lennon e pelo Paul McCartney, os nomes que vem primeiro à nossa cabeça quando se fala de The Beatles. Mas aqui o George Harrison também teve seu espaço nas composições, compondo grandes e marcantes músicas. Esse é o caso da faixa de entrada, “Taxman”, com sua melodia que beira o psicodélico e detém uma ótima composição que trata os impostos de forma sarcástica, algo que caiu bem com essa ótima melodia. Mas aqui há também aquelas músicas mais melódicas incríveis que só os Beatles sabem fazer, e a primeira música do tipo que ouvimos é “Eleanor Rigby”, que, mesmo com sua fantástica composição dramática, contém uma melodia viciante nem tanto melosa, algo que deixa a música ainda mais viciante, sem ter excessos de melodrama. Outro destaque dessa música são os vocais do Paul McCartney, demonstrando um pouco da “solidão” mostrada na letra, mas sem soar sentimental. Um estilo tipicamente indiano invade a faixa “Love You To” (algo que já acontecia na música “Within You Without You”), com sua composição poética e com pitadas românticas. Um dos destaques do disco (e uma das músicas mais reconhecidas do The Beatles) é a divertida “Yellow Submarine”, cheia de efeitos musicais diferenciados e que se mesclam com perfeição; entre eles estão barulhos do mar, ruídos de festa, sons de instrumentos inusitados e o John Lennon sobrando bolhas em um balde com água (ainda me pergunto de onde veio essa ideia...). O mais incrível de tudo é que, mesmo com todos esses efeitos diferentes, a música consegue manter um ritmo leve e agradável, capaz de agradar aos mais diversos gostos. “For No One” se junta ao grupo de músicas agradavelmente melancólicas da banda, com sua melodia leve e sua composição forte e de um romantismo incrível, nem um pouco piegas. Assim como o começo com pitadas psicodélicas o final com “Tomorrow Never Knows” segue o mesmo estilo, mas num nível ainda mais elevado! Esse estilo psicodélico resultou numa viciante batida muito bem produzida, com uma constante batida de bateria (de autoria do Ringo Starr); é um pouco inusitado que essa grande experimentação feita por uma banda de rock resultou numa música que é considerada uma das primeiras músicas eletrônicas do mundo (algo que pode ser facilmente notado devido à sua batida rápida e com fortes efeitos de estúdio).
Muitos classificam “Revolver” com um dos álbuns mais importantes para a cultura pop. Talvez isso possa ser aceito, mas nada impede que ele também se torne um dos mais importantes discos do rock ‘n’ roll, do rock psicodélico, da música britânica, ou seja, da música mundial!

Abaixo está um vídeo de "Yellow Submarine", tão conhecida música dos The Beatles!


Cannibal | Kesha

Pelo visto, a Kesha está num constante crescimento musical de qualidade. No começo de tudo veio o fraco e sem graça “Animal”, com alguns hits bons e nada mais. Mais recentemente nos apareceu o ótimo “Warrior”, com músicas muito bem produzidas e melodias contagiantes e outras melódicas na medida certa. No meio desses dois álbuns tão distintos veio o EP (extended play, um disco com menos faixas que o convencional, numa definição curta) “Cannibal”, um disco bom, que deve tudo à sua produção bem feita.
Sendo feito quase que inteiramente por um marcante electro-pop, o início de tudo é a faixa título, uma música que poderia ser melhor se a sua letra não contivesse partes tão chulas e desnecessárias. Para amenizar esse grave problema a batida se mostra bem feita e contagiante, combinando com a personalidade forte da Kesha. Depois disso aparece “We R Who We R”, uma das melhores faixas do disco. Sua melodia nada mais é que o costumeiro electro-pop, tão bom como sempre, mas aqui a composição da música é bem mais elevado que o comum da Kesha, cheia de uma ótima energia positiva e transbordando uma autoconfiança contagiante. Já “Sleazy” não fica apenas no eletrônico, contendo também fortes lampejos de um ritmo mais hip&hop, o que deixou a música muito contagiante ou, para alguns, exagerada. “Blow” também é outra faixa que merece um destaque maior, com sua melodia eletrônica bem medida e uma letra nem um pouco exagerada. O videoclipe dessa música é algo único, com seus unicórnios soltando glitter na cena de tiroteio mais insana que eu já vi. Merece uma olhada! Depois de toda essa excentricidade o disco soa bem mais descontraído e leve, algo que caiu muito bem para a divertida “Crazy Beautiful Life”, com sua letra simples e bem autobiográfica da Kesha. Algo que não pode ser reafirmado em “C U Next Tuesday”, que com toda a sua melodia melosa e seus vocais autotunizados se transformou numa música enjoativa e desprezível. O disco se fecha com um remix de “Animal”, já incluída no seu disco homônimo. Com esse remix bem produzido e cativante a música encontrou uma boa base, capaz de fazer dela uma música bem melhor do que era antes.
“Cannibal” foi feito inteiramente para aqueles à procura de boa música eletrônica e pop, e não àqueles a procura de discos com vertentes mais sérias e artísticas. A qualidade de suas melodias sobressaltou sobre os fracos vocais da Kesha, capazes de cativar o público, mas não de segurar uma música por si só.

Vejam e se divirtam com o excêntrico videoclipe de "Blow".

   


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21 comentários:

  1. gostei dessa música do Pet Shop Boys com o Example, acho que vou procurar ouvir outras faixas do disco. Não conhecia a Stay Away original, mas não gostei da versão da Pitty. E bom, covers são complicados né? tem alguns que realmente conseguem estragar as músicas
    a única música do Revolver que eu conheço é Yellow Submarine, e do Cannibal a faixa-título, We R Who We R e Blow, acho Blow bem chata, nunca vi a letra de Cannibal mas vou ver essas partes chulas que vc disse.
    adorei a ideia da gente poder sugerir álbuns e de vc postar uma música do álbum tb

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  2. bom, não curto nada do que foi citado a não ser uma música ou outra dos Beatles,pq todo ser humano TEM que gostar nem que seja de uma música deles.rsrs passo longe de Kesha,Deus me livre de Pet Shop Boys e apesar de gostar muito da Pitty, esse cover ficou ruim de doer. =/

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  3. Adorei saber que posso indicar, mas esbarrei nos estilos preferidos... no momento não tenho ideia do que sugerir... é que quando li logo pensei em indicar a vc os albuns jazzísticos de Madeleine Peyroux - uma cantora deliciosa com timbre de Billie Holliday. Apesar de jazz, é super moderno e, por que não me atrever a chamar de pop-jazz? Sei lá, não entendo disso, sou só metida mesmo, rsrs...

    Os discos do post de hj não são tão interessantes pra mim, com exceção dos Beatles - que tb nem sou fã, mas com tantas canções são maravilhosas! Especialmente 'Eleanor Rigby' - adoro a melodia - e a famosa (e grudento refrão, rs) de 'Yellow submarine'.

    Quado eu tiver uma indicação, corro aqui pra pedir, rsrs... =D

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  4. Gostei que você escutou Kesha também amo esse album e o rock que eu escuto é um mais o brasileiro ! Os outros não conhecia então ficou anotadinho aqui pra mim escutar!

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  5. se você quiser sugerir um disco da Madeleine Peyroux pode sugerir! Só falar o nome de algum que eu irei me aventurar em ouvi-lo! ;)


    Realmente, Beatles é Beatles. Não me sinto fã deles, mas a música deles é incrível, "Eleanor Rigby" tem uma melodia fantástica msm!

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  6. realmente, covers sempre dividem opiniões. Alguns acham legal ver as músicas originais com estilos diferentes, outros já querem distância...
    Desde que o cover seja bom, não tenho nada contra!

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  7. Samuel Lima Moreira29 de julho de 2013 12:40

    gostei de poder indicar, apesar de ser de preferência Rock, Pop e indie, eu gostaria de sugerir as músicas De Andrea Bocceli,

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  8. Ah, Matheus, o melhor disco dela, pra mim, é Careless Love (2004), todas as músicas são maravilhosas, sem exceção. Adoro a batida pausada de 'Between the bars' e a letra e melodia de 'Don't cry baby',

    Mas tb gosto de Dreamland (1996), especialmente pela deliciosa faixa 'I'm Gonna Sit Right Down And Write Myself A Letter'.

    Estou louca pra ouvir o novo álbum 'Standing on the Rooftop'(2011).

    Sou suspeita pra indicar mesmo, todos os discos dela são ótimos! Esses dois são os meus preferidos.

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  9. Ah, eu adoro um bom cover! Pq dá uma cara nova pra música que a gente gosta!

    Sabe uma que curto demais pra correr? Beat it, com o

    Fall Out Boy, dá pique!

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  10. Primeiramente,
    acho muito bacana a ideia de sugerir discos para serem resenhados na coluna ‘O
    Que Passou por Meus Fones’ (a ideia da inclusão de vídeos como samples foi
    ótima), e nesse contexto já sugiro o álbum Bad Blood da banda Bastille, o disco The Ladder do Andrew Belle
    ou o álbum Night Visions do Imagine Dragons.E voltando para este post,
    eu já curti muito o Pet Shop Boys, gostava muito dos covers deles de alguns
    sucessos musicais,mas hoje nem tanto. Gostei desse disco em homenagem ao
    Nirvana, afinal rememorar uma banda ícone top (além também desse que foi O
    ÁLBUM dessa banda) é sempre bom, e saber que a Pitty faz parte é muito legal.The
    Beatles é The Beatles, gosto de uma boa parte das músicas deles.Já Ke$ha, deixo
    bem claro que gosto musical é opcional e respeito quem curte o som dela,mas pra
    mim não a considero uma “cantora”,mesmo com 3 discos lançados, simplesmente
    acho que ela é apenas mais uma produção midiática,não acrescenta nada ao
    cenário musical, apenas gosta de ser polêmica e daqui algum tempo ninguém irá
    lembrar-se dela exceto se ocorrer algo trágico.

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  11. Eu ri com "sertanejo, forro ou funk, pois sei que vocês tem bom gosto". Rsrsrsrs
    Suas escolhas da semana foram bem interessantes, principalmente "Beatles" e "Ke$ha".
    Em relação a indicações, eu gosto bastante da banda ABBA, e gostaria de ver "ABBA" de 1975 por aqui.

    @_Dom_Dom

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  12. tbm gosto de covers, alguns do Glee são memoráveis pra mim!
    No tempo q eu era viciado na MTV eu já tinha ouvido esse cover do Fall Out Boy. Eu lembro q era bom msm!!

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  13. sugestões anotadas! ;)
    assim q ouvir posto a resenha aqui pra vc ver!!! =D

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  14. q bom q vc gostou das novidades da coluna! sugestões anotadas, assim q ouvir posto as resenhas aqui!! =D
    Eu já ouvi falar q o Pet Shop Boys fazia covers, mas nunca procurei a respeito. No começo eu tbm achei a ideia de "coverizar" as músicas DO ÁLBUM do Nirvana mt boa, depois de ouvir ele me deixou dividido...
    Em relação à Kesha, bem, não discordo de mt q vc disse. Ela é meio q uma cantora conduzida pelos produtores e pela mídia, e a grande maioria de suas músicas não passa de um pop comum. Ainda assim, gosto bastante de algumas músicas dela, e posso dizer q me surpreendi com o disco "Warrior". Mesmo q ele ñ seja tão fantástico algumas música são incríveis, isso sem contar q muito daquela voz "computadorizada" foi retirada do disco, mostrando uma voz bem enxuta (pelo menos em algumas faixas...)

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  15. sugestão anotada! ;)

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  16. Michelli Santos Prado30 de julho de 2013 10:47

    Amo Kesha e gostei bastante O que passou por meus Fones.
    Sempre acabo conhecendo coisas novas!!

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  17. Adoro o som da Ke$ha. Ela sempre chama atenção para as suas músicas! E esse disco dela está impecável!

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  18. Faz um tempão que não ouço música (meus fones quebraram e minhas viagens de ônibus são silenciosas agora) e algumas dessas músicas acho que nunca ouvi. Vou procurar por elas e ver o que eu acho ;)

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  19. Obaaaa! Minha diva por aqui!!!

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  20. Dos artistas citados, a que mais gosto é a Ke$ha. Apesar de não ouvir muito as músicas dela, gosto do estilo e das batidas e algumas das minhas favoritas são desse album!!

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