postado por Matheus em 25 agosto 2013

O Que Passou Por Meus Fones #31

Olá adoráveis hunters! Como estão indo? Depois de duas semanas longe dessa amada coluna (volta às aulas é sinônimo de desordem para mim) estou aqui novamente para lhes mostrar tudo o que passa e o que já passou pelo mundo musical. O rock predominou, mas também há dois discos mais distintos. 
Quer ver um disco que você gosta aqui na coluna? Sugira-o nos comentários! Regrinhas gerais para sugestão aqui.
Não viu o post da semana passada? Veja aqui!



Civil Twilight | Civil Twilight

O mercado musical atual despeja cada vez mais artistas no mundo. Muitos deles têm potencial, têm talento, mas não alcançam o sucesso merecido. Já outros alcançam um grande sucesso, mas não fazem por merecer. Sendo assim, é difícil descobrir como a fama aparece, mas de uma forma ou outra é inegável que não é necessário a fama para se demonstrar a qualidade de um artista/banda. E esse é o caso do Civil Twilight!
Praticamente desconhecida dos ouvintes brasileiros, a banda Civil Twilight já está na estrada há alguns anos, com sua voracidade escondida em suas músicas. O motivo de conhecer a banda foi o cover que fizeram de “Come As You Are”, no álbum-tributo de covers do Nirvana: algo marcante e incrível. Como só conhecia uma música da banda, era difícil classificar minhas expectativas. Eu esperava um rock alternativo potente e com vertentes mais melancólicas, mas ainda assim um tanto animadas. Tendo isso em mente é difícil se decepcionar com o disco, que pode ser resumido nisso.
A primeira faixa, a revoltante “Anybody Out There”, mostra uma batida misteriosa em boa parte de seu início, até que explode no refrão com uma melodia potente e vocais incríveis do Steven McKellar. Vocais esses estranhamente conhecíveis: uma mistura da melancolia do Radiohead com uma atitude mais punk. Já “Soldier” não exagera nessa dramaticidade, apostando certeiramente numa linha animada e com riffs de guitarra penetrantes, que se juntam ao restante da batida para deixar tudo ainda mais fantástico. O disco continua se mostrando muito eclético quando entra “Next To Me”, melancólica, mas não de uma forma revoltada como na primeira faixa, e sim de uma forma mais romântica. Essa melancolia cai muito bem com sua melodia que conseguiu manter seu tom de rock em meio à todo romantismo que beira o meloso. O ápice depressivo do disco está logo à frente com “On The Surface”, muito comparável a Radiohead e sem aquele espírito que a banda mostrou no início. “Human” também trás consigo um tom depressivo, mas ainda assim ele é agradável, sonoramente atraente, capaz de nos deliciar com seu piano incrustante e seus vocais melódicos. Para agrado daqueles que gostaram mais da banda com seu estilo mais pesado o disco ainda guarda músicas do tipo. Caso da misteriosa “What You Want” e de faixa final, “Quiet In My Town”, que começa com um arranjo de guitarra simplório, segue pela comum linha melódica mas que explode nos 4:40, onde uma pertinente batida aparece e toma conta, fechando o disco grandemente.
Essa grande mistura de que foi feita “Civil Twilight” ajuda pelo fato de que diversas pessoas de diversos gostos podem se sentir saciados pelo disco, mas atrapalha pelo fato de classificar o disco como um todo, já que nunca ele mantém um tom fixo. Mais um ótimo disco dessa nova safra de rock alternativo, que merece ser ouvido por qualquer um. 

Abaixo está a melancólica "Human", um dos destaques do disco.
                                     

Led Zeppelin IV | Led Zeppelin


O Led Zeppelin é relembrado com apreço quando se fala de rock ‘n’ roll. A banda se consagrou como uma das maiores (senão a maior) do cenário hard rock dos anos 70, mas é facilmente perceptível que o ápice de todo esse prestígio foi com o quarto álbum: “Led Zeppelin IV”, uma pérola musical com músicas de valores inestimáveis.
O rock sagaz que permeia todo o disco fez incontáveis fãs pelo mundo, fez com que uma música batesse recordes nas rádios e ainda por cima inspirou legiões de banda que vieram à frente. O início dessa epopeia musical se dá com “Black Dog”, com seus riffs de autoria do Jimmy Page se intercalando perfeitamente com os vocais poderosos do Robert Plant. Depois desse grandioso início vem “Rock And Roll”, que mostra todo o poder da banda. Sua batida contagiante (destaque para o solo de guitarra aos 2:10) e seu refrão penetrante contribui ainda mais para a magnificência da música, mas mesmo sendo tão boa ela fica ofuscada pelas faixas ainda mais fantásticas que estão por vir... Para deixar esse disco tão memorável não foi tido como base apenas o hard rock, há também diversos lampejos de folk e blues, algo que cai incrivelmente bem para a banda, como em “The Battle Of Evermore”.
Uma das “ainda mais fantásticas faixas” ressaltadas um pouco antes é “Stairway To Heaven”, uma verdadeira apoteose musical no melhor estilo Led Zeppelin. Seu começo com vocais melódicos e um folk místico continua com uma força indestrutível até a metade dos 8 minutos de reprodução. Aí entra em cena uma batida um pouco mais animada, mas ainda mística; algo que serve apenas para nos preparar para o tom épico que vem à frente, um potente hard rock com riffs de guitarra f***sticos e vocais inesquecíveis. Más línguas dizem que tocada de trás para frente a música nos mostra mensagens demoníacas. Mas quem liga para isso quando se tem diante de si uma das melhores músicas de rock já feitas? Toda a inspiração folk/blues que o Led Zeppelin mantinha se mostra em “Going To California”, uma das músicas mais lindas que a banda já compôs. Seu ritmo leve e calmante cai como uma luva na voz do Plant, que soa tão emocional que é impossível não se arrepiar em diversas partes. O disco se fecha com a poderosa “When The Levee Breaks”, que chama mais atenção por sua batida pulsante e extasiante.

É claro que os outros discos do Led Zeppelin contribuíram para que a banda se firmasse no campo do “clássico”. Mas “Led Zeppelin IV” foi o responsável for deixar a banda com uma fama inabalável, algo que se deve inteiramente ao talento de cada um de seus icônicos integrantes. 

Vocês podem ver logo abaixo um vídeo da clássica "Stairway To Heaven" numa versão ao vivo.


ABBA | ABBA
(Sugestão de Nardonio Alves)

Para os nostálgicos de plantão, um dos primeiros nomes que se veem a cabeça quando se fala de pop e/ou disco é ABBA. A icônica banda formada por dois casais suecos conseguiu chegar à fama de uma forma incrível. Pode até ser que foi apenas com “Arrival”, de 1976, que a banda conseguiu conquistar o mundo, mas um ano antes a banda já havia lançado um disco adoravelmente pop, o homônimo “ABBA”.
O grande trunfo da banda eram suas melodias muito bem produzidas e com sintetizadores sonoramente incríveis para a época, mas que já soam nostálgicos hoje em dia. E é isso que podemos ver já no início do disco com “Mamma Mia”, que nos cativa com sua melodia bem feita e viciante e os vocais inesquecíveis das duas mulheres da banda (Agnetha e Anni-Frid). A música é tão icônica que já inspirou um musical de mesmo nome (já adaptado para o cinema), além de ser utilizada na trilha de diversas obras cinematográficas, mais memoravelmente em Priscila, A Rainha do Deserto, onde a música faz parte de uma das cenas mais importantes do filme. “Hey, Hey Helen” já nos mostra uma melodia mais engajada, com pequenas pitadas de um roquezinho leve e agradável, algo que combina com os vocais melódicos de Agnetha e Anni-Frid. O disco soa ainda mais icônico e inusitado em “Tropical Loveland”, onde uma calma batida praieira permeia toda a música, torando-a no mínimo relembrável. Um pouco das pretensões da banda pode ser notada em “SOS”, que começa com uma melodia misteriosa e vocais em maior destaque (algo que soa como uma intenção de ser épico) e extravasa num refrão com a típica batida sintetizada e cativante. Em “I Do, I Do, I Do, I Do, I Do” um tom meloso toma conta, tornando essa música ainda mais adorável àqueles ávidos por músicas melódicas. Outro grande destaque do disco é a contagiante “Rock Me”, que mistura muito bem sua batida sintetizada com suaves tons não tão pops, isso sem contar na incrível mistura que se tornou os vocais. A grande mistura que é o medley de “Pick Up A Bale Of Cotton/ On Top Of old Smokey/ Midnight Special” criou mais uma música inusitada do disco, com seu início animado, seu meio meloso e melancólico e seu final novamente contagiante, ainda mais que de antes. “Crazy World” fecha o disco muito bem, com sua melodia um tanto romântica e seus vocais masculinos adoráveis, que chegam perto de um nível cafona.
Para aqueles que adoram reviver o passado, não só esse disco como todos os outros do ABBA são ótimas escolhas. Seu estilho é a melhor representação de épocas passadas de um pop ingênuo e com poucas pretensões, onde o mais importante era se fazer boas músicas que pudessem agradar seu público e talvez alcançar o estrelato mundial. Caso do ABBA!

Uma das mais clássicas músicas da banda pode ser {re}ouvida abaixo: "Mamma Mia".


Dreamland | Madeleine Peyroux
(Sugestão de Manu Hitz)

Madeleine Peyroux surgiu no cenário musical discretamente. Seu primeiro disco, “Dreamland”, não chegou no topo de nenhuma parada musical e a crítica não deu à ela uma grande atenção. Assim ela seguiu sua carreira, fazendo bons discos que sempre agradam ao seu pequeno público alvo. Isso é uma pena, principalmente quando vemos a qualidade de suas músicas, incluindo as de “Dreamland”.
O jazz aqui presente não tem nada de inovador a mostrar, mas é nessa simplicidade que podemos ver a magnificência das músicas da Peyroux. O começo com “Walkin’ After Midnight” é apenas um aperitivo do que esta pra vir; sua melodia com grande presença de instrumentos de sopro e sua composição lindamente romântica e melancólica se encaixa muito bem à voz da Peyroux, sempre ótima. O ritmo melancólico e a melodia calma com um doce estilo francês em “I’m Gonna Sit Right Down And Write Myself A Letter” torna-a outra música adorável e sonoramente perfeita. A sua letra só serve para engrandecê-la ainda mais, de um romantismo ímpar e nem um pouco meloso. Um melancólico cover de Édith Piaf aparece em “La Vien Em Rose”. A música, clássica devido aos covers na voz de diversos artistas e pelas diversas aparições no cinema, ganha um toque a mais com a voz marcante de Madeleine, que a torna ainda mais emocional e com um delicioso estilo romântico. No entanto, uma das faixas mais marcantes do disco é “Always A Use”. Essa faixa foge do típico jazz melancólico do disco para se jogar num contagiante blues com uma presença marcante de um violão forte, que quase torna a música um folk, mas que de uma forma ou outra tornou a música uma das muitas músicas adoráveis do disco. “Was I?” contém a melodia mais alegres do disco, tornando a faixa contagiante e de uma doçura ímpar. A faixa título também continua com muito da animação da música anterior, mas já não está tão incrível como antes. Toda essa melancolia se esvai no final com “Lovesick Blues”, com a contínua melancolia romântica e com vocais ainda mais marcantes da Peyroux.
Para os seletos admiradores de um bom jazz, “Dreamland” pode soar tão incrível como tantos outros discos de tempos passados. Mas ainda assim ele pode agradar àqueles ávidos por boas músicas melancólicas perfeitas para momentos nostalgicamente românticos. 

Logo abaixo vocês podem se deliciar com a cativante "Always A Use", um dos destaques do disco.


The Civil Wars | The Civil Wars

São poucos aqueles que conhecem ou ao menos já ouviram falar da dupla country The Civil Wars. Desses poucos que a conhece, esse conhecimento vem de “Safe & Sound”, onde a banda fez uma colaboração com a Taylor Swift para a música que faz parte da trilha-sonora de Jogos Vorazes. Depois de conhecer um pouco mais a fundo a banda, é lamentável que o pouco conhecimento que detém vem da simplória “Safe & Sound”, pois eles são capazes de fazer músicas muito melhores, como as desse autointitulado disco.
O disco inteiro se equilibra entre uma zona depressiva capaz de deixar qualquer um aos prantos e entre um campo bem mais alegre e por vezes raivoso. O começo com “The One That Got Away” já nos dá um belo vislumbre do que o disco é, com uma melodia country com grandes pitadas de rock alternativo, vocais marcantes da Joy Williams e uma letra completamente antirromântica, algo que combina com a batida forte. A próxima faixa, “I Had Me A Girl”, continua com muita da força da faixa anterior, mas agora os vocais do John Paul White também estão presentes, deixando essa música ainda mais completa. Mas depois dessa introdução marcante e forte aparecem duas faixas seguidas que são capazes de emocionar até o mais duro coração. A primeira delas é “Same Old Same Old”, com sua melodia simplória e de um country incrível; melodia essa que se encaixa perfeitamente aos vocais da dupla. Se por um lado o John soa melódico e extremamente calmo a Joy vem para deixar tudo ainda mais emocional, com seus vocais profundos e capazes de encontrar o mais profundo de nossas almas. Depois vem “Dust To Dust”, tão dramática e incrível quanto a anterior. O destaque maior aqui fica por conta da composição, de um sentimentalismo único e com um senso poético admirável. É desnecessário dizer que isso cai como uma luva para a voz da dupla. Para amenizar os pulsos cortados “Eavesdrop” chega carregando um pouco da melancolia anterior, mas com uma pegada mais forte ao fundo, algo que não a torna tão melodramática.
Para animar o disco completamente aparece “From This Valley” com sua melodia contagiante, com uma presença marcante do violão, nos alegrando ainda mais com sua composição romântica e com uma pequena dose religiosa, nada que possa estragar a música. Em “Tell Mama” quem toma conta é a Joy Williams com vocais marcantes, melancólicos e fortes quando se precisa. “Oh Henry” continua com uma animação incrível, contida numa melodia ainda mais fantástica. O disco se fecha com mais três músicas melancólicas e por certo ponto melodramáticas, sendo elas “Disarm” (que alcança um tom quase épico no seu final), “Sacred Heart” (que se mostra ainda mais deprimente quando se observa a composição romântica num incrível francês) e “D’Arline” (com um sentimentalismo romântico lacrimejante e vocais que só aumentam essa melancolia).
Mesmo àqueles que não são tão amantes do country, “The Civil Wars” pode ser uma ótima maneira de rever seus conceitos. É difícil não se sentir atraído por algumas das incríveis músicas desse disco, sejam elas contagiantes ou feitas para te emocionar.

Abaixo vocês podem conferir a incrível "Same Old Same Old". Fiquem preparados para uma depressão iminente!







Top Comentarista
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21 comentários:

  1. Eu adoro estas músicas que você posta! Geralmente não é o que ouço, mas adoro conhecer bandas novas.
    Desta vez, me apaixonei por The Civil Wars. É muito bom mesmo, a melodia, a letra, tudo!
    bjs

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  2. para quem gosta de um rock-country mais calmo e meloso The Civil Wars é a escolha perfeita!! =D

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  3. bem eclético a coluna de hoje =) The Civil Wars é muito bom mas olha, me interessei no som da Madeleine Peyroux, gostei muito. e Abba!! rsrs quem nunca ouviu Dancing Queen?! =D

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  4. Estou adorando essa coluna porque você conhecer coisas novas e relembrar algo mais "antigo". Meu destaque vai para o Abba que realmente tem muita coisa boa de se ouvir e sair dançando, sem grandes pretensões, como você diz. Os vocais deles são muito bonitos e acho que mereceram todo o sucesso que ainda hoje fazem

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  5. Humm...não é o que eu curto mesmo :/
    Mas, gosto de conhecer artistas novos, ou mesmo,
    descobrir quem canta "músicas velhas" (Mamma mia) hehe

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  6. tbm acho que o sucesso do Abba é muito merecido. Vale mt a pena ouvir! =D

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  7. Se vc se interessou por essa música da Peyroux vou logo avisando que o restante do disco vai bem mais para o lado do jazz, mas ainda assim vale a pena ouvir! :)

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  8. Gostei de conhecer a banda Civil Twilight, a música q vc escolheu, melancóloca e bem solo, foi perfeita. Gosto de um rock mais suave, essa voz dele é bonita e melodiosa.

    Esse clássico do Led Zeppelin é uma das poucas q conheço, pq nunca curti a banda - não por desinteresse, mas por desconhecer mesmo.

    Haham adorei ver Mamma Mia, especialmente pelo visual setentão... os cabelos masculinos são de chorar, hahaha! Vocais deliciosos de ouvir. Esse tipo de música não morre.

    E temos Madeleine outra vez! ADOROOOOO! Faço parte desse fã clube, ouço tudo dela, como vc sabe. Minha preferida desse álbum é 'I'm Gonna Sit Right Down And Write Myself A Letter', sua descrição dela está perfeita! Essa melancolia romântica da cantora é q me encanta... e essa voz, esse jeito de cantar tão dela, divinamente comparada (pelo timbre da voz) à Billie Holliday.

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  9. Eu já estava sentindo falta da minha coluna favorita aqui no Fun's Hunter,
    mas pelo visto a espera valeu muito a pena,pois os discos resenhados são simplesmente ó-t-i-m-o-s.Civil Twilight é mais uma banda que conheci por intermédio da série TVD justamente pela música Human (muito boa por sinal e a tradução da mesma não decepciona),e a banda já tornou-se figurinha recorrente na trilha sonora sempre embalando cenas de episódios em diversos seriados americanos como One Tree Hill;House;TVD e muitos outros pois o som deles é muito bom mesmo.Led Zeppelin enquadra-se na categoria 'SEM COMENTÁRIOS,essa é A BANDA' quando se trata de rock'n'roll realmente são referência.Eu já conhecia o grupo ABBA (ótima sugestão Nardonio Alves),gosto das músicas e em TODO casamento que vou toca alguma música deles (acho que toca mais Mamma Mia ou Dancing Queen), e é impossível quando rola o som do ABBA alguém não cantar junto e ficar dançando.E para aqueles que realmente idolatram o ABBA devem assistir aos filmes 'O Casamento de Muriel' ou 'Mamma Mia!', é diversão garantida.Como disse no post anterior Madeleine Peyroux foi uma grata surpresa e esse álbum "DreamLand" é sublime,gostei muito da canção 'La vien en Rose' na voz dela (não são muitas cantoras que conseguem interpretá-la tão bem quanto a diva Edith Piaf) e 'Lovesick Blues'.The Civil Wars é mais uma das ótimas bandas que conheci por causa da M-A-R-A-V-I-L-H-O-S A supervisora musical Alexandra Patsavas que mais uma vez incluiu essa banda na trilha sonora de TVD, inevitavelmente me conquistou de primeira com 'Poison & Win' e 'Barton Hollow', sendo que até hoje gosto e curto o som deles.E para não perder o costume, dessa vez sugiro o álbum Lovestrong da Christina Perri!!!:)

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  10. Michelli Santos Prado28 de agosto de 2013 17:09

    Abba é realmente demais, mas gostei da musica The Civil Wars e cansei de escutar e acabei baixando (amei)!!!

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  11. Essa coluna está sempre aumentando a minha playlist, adoro!!
    Gostei muito da voz do vocalista de Civil Twilight e vou ouvir o disco inteiro com certeza.
    Adoro "Safe & Sound" mas não sabia da participação dessa banda. Gostei muito de Eavesdrop, The One That Got Away, Oh Henry e From This Valley que tem um lindo clip. Sem falar na capa desse disco, muito linda assim como a voz da Joy Williams. E olha que eu nem gosto de country!!

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  12. Civil Twilight é uma ótima pedida aqueles que gostam de um rock mais soft, mais leve...
    Stairway To Heaven é realmente um clássico que mts conhecem. Desse disco essa música é a melhor, mas não a única incrível. O disco inteiro é incrível!
    Eu vejo o clipe de Mamma Mia é não aguento dar algumas risadas. Esse estilo anos 70 é mt risível, mas ainda assim é uma ótima música.
    Já Madeleine, bem... Que bom que vc, uma fã da cantora, gostou da minha crítica à esse singelo e belo disco! =D

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  13. Procurando saber mais, descobri que diversas músicas do Civil Twilight fazem parte de trilhas-sonoras de diversos seriados. Sendo assim, ainda não entendo como a banda é tão desconhecida (Human é realmente fantástica!).
    Já no caso do Led Zeppelin eu tentei fazer minha singela crítica ao disco, mas, o som deles é praticamente inexplicável! Sem comentários...
    Abba é uma banda icônica: até agora mantém o seu sucesso, mas fazem por merecer com suas músicas tão contagiantes e bem feitas. Já ouvi falar mt do filme Mamma Mia! Já ta na minha lista, logo, logo vou assistir.
    Definindo Dreamland em uma palavra: surpresa! Não esperava um disco tão belo e singelo como esse. *-*
    Pelo jeito vc é realmente uma grande fã de TVD hein? Sabe até o nome da supervisora musical... rsrs Mas enfim, não conheço a carreira da dupla The Civil Wars antes desse disco, mas se for tão boa como aqui tenho certeza que as músicas são incríveis. =)


    Mias uma vez, sugestão anotada! (pode ter certeza que vc ainda verá todos esses discos que vc sugere resenhados aqui... rsrs)
    =D

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  14. a minha primeira reação à "Same Old Same Old" também foi essa: ouvi tanto e acabei viciando. Agora não sai mais da minha cabeça os vocais melódicos da Joy... *-*

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  15. Human resume mt bem todo o disco. Se gostou dessa música vale a pena ouvir as outras... ;)
    A participação do The Civil Wars em "Safe & Sound" não é mt notável, mas eles estão lá. Eu ainda ñ vi o clipe de "From This Valley", agr que vc disse vou pesquisar. A capa é realmente incrível: singela e misteriosa, mas que diz mt sobre suas músicas! The Civil Wars tbm conseguiu a façanha de me conquistar msm ñ sendo grande admirador de country... *--*

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  16. Adoro Led Zeppelin! As músicas são incríveis! Os outros não conhecia, confesso que adorei a música Human do Civil Twilight *-*

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  17. Ana Carolina Lopes30 de agosto de 2013 10:01

    Senti falta das músicas brasileiras dessa vez , da última vez que li essa coluna estava recheada delas , mas mesmo assim , parecem ser ótimas músicas ;)

    http://theloverbook.blogspot.com.br/

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  18. Nossa! Fiquei muito feliz de você ter atendido meu pedido e nos trazer o ABBA pra cá. Como gosto mais dessas músicas mais antigas, fica difícil de achar alguém que goste, pois geralmente a galera escuta as mais atuais. Mas no todo, esse post foi ótimo. Gostei de todos eles.

    @_Dom_Dom

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  19. Ketelin Natieli Wochner31 de agosto de 2013 10:19

    Só conhecia Led Zeppelin e ABBA, e gosto bastante das músicas de ambos.

    Ouvi Human, do Civil Twilight, mas não gostei muito. Meio melancólica demais pra mim...

    As músicas da Madeleine são muito boas de ouvir, conheci a cantora pelo post anterior de O Que Passou Por Meus Fones.

    Vou deixar minha indicação de novo, já que eu não tinha lido as regras (que feio...) e deixei no post anterior da coluna: Indico o álbum "Passive me, agressive you" (destaque para o single "Young Blood", que é viciante), da banda The Nacked and Famous.



    Bjs!

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  20. Human relamente é um poço de melancolia, mas p/ quem gosta (EU!) é incrível...
    Realmente, as músicas da Madeleine são fáceis e tão despretensiosas que é incrível ouvi-las.
    Sua sugestão está anotada... ;)

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  21. é uma pena que hoje em dia a grande maioria ouça as músicas atuais e esqueçam daqueles clássicos antigos, entre eles o ABBA...

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