postado por Matheus em 02 setembro 2013

O Que Passou Por Meus Fones #32

Olá magníficos e fiéis hunters! Tudo bem com vocês? Passa mais uma semana (e um dia, corretamente falando) e aqui estou atualizando essa minha adorável coluna. Um pouquinho atrasado, mas tô aqui! Nessa semana um estilo alternativo invadiu de vez meus fones, nas mais diversas formas, mas ainda assim teve espaço para um icônico disco pop e outra magnífica obra-prima eletrônica. Vejam e espero que gostem!
Quer ver um disco que você gosta aqui na coluna? Sugira-o nos comentários! Regrinhas gerais para sugestão aqui.
Não viu o post da semana passada? Veja aqui!



The Ladder | Andrew Belle 
(sugestão de VANESSA QUEIROS)

Aquele velho pensamento de que tudo já foi criado, agora o que é lançado são apenas “cópias”, pode se encaixar em incontáveis artistas atuais. É cada vez mais difícil achar artistas com brisas inovadoras, capazes de nos mostrar algo que, ao menos, não possa ser facilmente comparável à algo que já vimos. Sendo assim, nossa única escolha é procurar por artistas que façam “cópias” boas. Pensando por esse lado, é impossível não gostar de Andrew Belle e seu “The Ladder”.
Andrew Belle, praticamente desconhecido do grande público, faz um som pop com lampejos de rock num doce e comum estilo melancólico. Como um todo, suas músicas e seu estilo nos faz lembrar-se de bandas como Snow Patrol e Coldplay, o que faz com que suas músicas possam agradar a várias pessoas. O disco se inicia com a faixa-título, calma, melancólica e munida de vocais bem medidos do Andrew, nada de espetacular, mas facilmente adorados. Logo após vem a doce “Static Waves”, que conta com a participação da igualmente desconhecida Katie Herzig. Sua melodia leve e relaxante fica ainda melhor com os arranjos de instrumentos clássicos, deixando a música com uma aura ainda mais melodiosa, algo que combina tanto com a composição quanto com os vocais dos dois. “Add It Up” continua com aquela típica melancolia, agora ainda mais exaltada por conta de melodias de violino que ressaltam os vocais do Andrew. “Reach” segue por uma zona bem mais experimental, principalmente pelo fato de a música inteira só ter quatro versos e por sua melodia, com uma seriedade melodramática ainda mais aguçada. O romantismo, já presente em pequenas doses desde o princípio, encontra seu ápice na calma “Oh My Stars”, mas de uma forma não tão melosa quanto a melodia nos faz pensar. Para amenizar um pouco toda essa melancolia vem “Don’t Blame Yourself” com uma melodia mais animada e com toques mais marcantes de rock, como por exemplo a bateria marcante que aparece em boa parte da música. Um dos destaques do disco aparece logo à frente: “Open Your Eyes”. Sua composição com um adorável senso poético e de um romantismo verdadeiro combina com a melodia, tipicamente melódica em algumas partes, mas com um tom mais forte quando necessário. Para acabar, tanto com o disco como com nossa autoestima, vem “Make It Without You”, que poderia soar bem melhor se a composição não fosse tão melodramática, algo que só é reforçado com uma melodia exageradamente melosa.
No final de tudo, é fácil ficar com a sensação de “nada de mais”. O disco não trás nada de novo aos nossos ouvidos. Mas talvez nem fosse essa a intenção do Andrew Belle... De uma forma ou de outra, ele conseguiu fazer um disco bem desenvolvido, capaz de agradar àqueles que já se sentem agraciados com a infinidade de músicas no mesmo estilo que existem.  

Abaixo está um vídeo com a melódica "Static Waves (feat. Katie Herzig).


Homework | Daft Punk

De longe, “Homework” é um dos discos mais difíceis que já resenhei aqui no “O Que Passou Por Meus Fones”. O disco consiste basicamente em melodias eletrônicas, quase que inteiramente sem a presença de vocais ou composições. Levando em consideração que os vocais e as composições são sempre ressaltados em minhas críticas, escrever uma crítica de um disco com a ausência disso é uma tarefa difícil. Talvez se “Homework” não fosse tão incrível eu não me aventuraria tanto assim, mas aqui estou eu, resenhando um dos discos de música eletrônica mais fantásticos que já ouvi!
O disco de estreia do Daft Punk, já consolidado no mercado musical (seu último disco chegou ao primeiro lugar de diversas paradas musicais), trouxe não uma brisa, mas sim um tornado de inovação ao mundo musical. Antes deles, a música eletrônica nunca tinha feito uma mistura tão perfeita de funk, acid house e techno, algo que resultou em músicas contagiantes, que ficam impregnadas em nossas mentes mesmo depois de dias e dias.
O começo com “Daftendirekt” pode soar estranho no início, mas não demora a ser introduzida uma potente batida eletrônica aos vocais marcantes do início. Essa capacidade de fazer uma ótima batida eletrônica a partir de qualquer som é um dos grandes trunfos do Daft Punk. Um dos grandiosos hits do disco aparece um pouco à frente: “Da Funk”. A faixa, inteiramente instrumental, tem como base uma contagiante batida funky, mas logo ponha em cena uma batida eletrônica retrô e logo depois se joga numa incrível pirotecnia musical. Só ouvindo para ver a loucura perfeita que é essa música. Há também no disco músicas perfeitas para cair na pista (não que o disco inteiro não seja dançante, mas há músicas que se encaixam melhor numa pista de dança). Caso de “Phoenix” e toda sua batida dance e funk, uma mistura que mais uma vez se torna incrível nas mãos dos dois DJs da dupla. O outro grande sucesso do disco é “Around The World”, outra música que, de tão incrível, torna-se quase inexplicável. A batida como um todo é inesquecível, mas há toques ainda mais memoráveis, que fazem com que a música impregne na sua mente e dificilmente saia, algo que só é reforçado com os vocais digitais, que consistem em repetir o título incontáveis vezes. Algo que poderia soar tolo, mas que torna “Around The World” uma grande pérola da música. A pirotecnia fica ainda mais notável em “Rollin’ & Scratchin’”, que conta com ruídos que se juntam com perfeição ao restante da batida. “Indo Silver Club” conta com uma melodia muito bem construída, com grande presença do acid house, criando assim outra magnífica música do disco. Uma das últimas músicas, “Alive”, retém um tom bem mais sério no seu início, mas ela dá uma guinada para uma zona bem mais contagiante e house
Depois disso, a música eletrônica achou meios de ficar ainda mais popular e estar presente nos iPods e celulares de muitos (David Guetta e Calvin Harris que o diga). Mas o Daft Punk e seu disco de estreia, “Homework”, continua sendo algo de uma magnificência inalcançável!  

Logo abaixo está o videoclipe de "Around The World", que diga-se de passagem foi dirigido pelo cineasta Michel Gondry, diretor do clássico cult Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças.


 Night Visions | Imagine Dragons  
(sugestão de VANESSA QUEIROS)

Está cada vez mais difícil achar boas bandas de rock atuais. Aquele incrível rock de épocas passadas está cada vez mais escasso, e a maioria das bandas que ainda seguem firmes com verdadeiras músicas de rock não conseguem o sucesso merecido. Tendo isso em vista, muitas bandas atuais seguem na sua carreira por algum dos subgêneros do rock. Pelo que parece, o rock indie é o que está mais em alta no momento, e bandas do gênero é o que não faltam. Imagine Dragons é uma dessas bandas, que trás em “Night Visions” muito do que conhecemos do rock indie, sem nada de novo.
Estando na estrada desde 2008, foi apenas em 2012 que lançaram seu primeiro disco: “Night Visions”. A recepção do público não poderia ser melhor, tão empolgado o público ficou com a mistura de indie pop, rock alternativo e fortes pitadas eletrônicas que o disco ficou em ótimas posições em diversas paradas musicais. “Radioactive”, a primeira faixa do disco, começa com um delicioso estilo acústico, tendo tudo para se tornar uma grande música. Mas não demora em uma batida exageradamente eletrônica entrar em cena, tornando ela um tanto artificial demais. Mas classificando a música como uma música pop ela é, sim, boa, mas não se enquadra no rock, nem mesmo no alternativo (a melodia pode se tornar melhor se levar em consideração a letra). “It’s Time” ganha um pouco de destaque para seus vocais melódicos e um pouco melancólicos e por não exagerar nos toques eletrônicos, fazendo com que a faixa ficasse com um ar bem mais “rock melódico”. Com sua composição que tenta soar motivacional, “On Top The World” tenta tanto ser uma música animada e contagiante que o resultado não soa tão empolgante assim, sendo que a música soa como um pop alternativo animadinho, e nada mais. Grandes surpresas do disco são “Amsterdam” e “Hear Me”, que mais uma vez tiram de lado muito das batidas eletrônicas (deixando apenas as necessárias) para nos mostrar deliciosos rocks alternativos em suas melhores formas, com boas doses melancólicas nos vocais e nas composições e com uma animação bem medida nas melodias. Se algumas faixas anteriores utilizavam demais toques sintetizados “Underdog” extrapola totalmente, sendo que o resultado final soa artificial e sem nenhum impacto. Para fechar o disco aparece “Nothing Left To Say / Rocks”, que se inicia com um tom misterioso e logo continua num bom rock alternativo, potente nas partes certas; como um todo a faixa seria boa se não fosse a segunda parte (“Rocks”) que mais uma vez trás em cena aquela típica animação que eles tentam por nas músicas, nem sempre conseguindo.
Com toda essa monotonia de estilos, “Night Visions” chega à nós sem muito de novo à nos mostrar. Aqueles que adoram apreciar bons rocks podem achar um tanto estranho a banda ser denominada como uma banda de rock, mas deixando essas rotulações de lado o disco se mostra uma grande linha reta, com alguns picos dispersos que, mesmo sendo bons, não são capazes de compensar o restante do disco.

Um dos "picos dispersos" do disco, "Amsterdam", pode ser vista logo abaixo.


She's So Unusual | Cyndi Lauper 

Longínqua está a década de 80, uma das melhores para a música pop. Na época, os disco eram criados não pensando principalmente em vendas e no sucesso, mas tendo em vista também a qualidade. Foi dessa nostálgica e mágica época que saíram discos icônicos para o pop, como “Thriller”, do rei Michael Jackson, “Like A Player”, da rainha Madonna, e “She’s So Unusual”, da sem-nenhum-grande-título Cyndi Lauper. Nem é preciso um título de honra à Cyndi, esse disco fala por si só!
É impossível achar alguém com mais de 30 anos que nunca se embalou pelo hit contagiante “Girls Just Want To Have Fun”. Mas esse disco não se resumo apena à esse delicioso hit pop (descrito como grudento pelas más línguas). O disco se inicia com “Money Changes Everything”, com sua composição despretensiosa e os vocais icônicos da Lauper, algo que soou como uma leve brisa descontraída na época em que surgiu. Nessa faixa também pode se notar grandes influência do rock, algo que permeia todo o disco, fazendo com que o disco possa ser rotulado como um disco na incrível new wave. Depois disso vem a clássica “Girls Just Want To Have Fun”, uma deliciosa música pop que mostra seu grande valor quando prestamos maior atenção à melodia, que mesmo sendo docemente pop ainda tem grandes vestígios de rock, como a guitarra escondida que permeia toda a música. Também há nesse disco ótimas baladas no melhor estilo oitentista, cheia daquela melosidade que cai tão bem às músicas. A primeira delas é “Time After Time”, com seu ritmo meloso e seu refrão fantástico; os vocais da Cyndi aqui já não soam tão sintetizados (algo que nunca estraga suas músicas), soando bem mais naturais e belos, algo que ajuda numa balada romântica. A segunda dessas baladas românticas épicas é “All Through The Night”, que começa com um pegajoso toque eletrônico que logo acompanha os vocais melódicos da Cyndi, ambos explodindo num refrão inesquecível e de um romantismo cafona fantástico! Juntando no grupo das faixas dançantes, “She Bop” soa bem mais séria que as outras, mas ainda assim ela contém muito da qualidade do disco. O destaque da música fica por conta da letra, tratando da masturbação de uma forma misteriosa e simbólica, algo que pode não soar tão estranho hoje (quando estamos acostumados a ver mulheres seminuas nos videoclipes pops), mas que na época acendeu um grande fogo entre a crítica sobre a restrição da música.  O interlúdio “He’s So Unusual”, com a melodia clássica e os vocais estridentes da Lauper ressaltaram ainda mais a imagem de bonequinha que ela representava. O disco se fecha muito bem com “Yeah Yeah”, uma grande experimentação pop, cheia de vocais de apoio diferenciados, sons estranhos e toques de instrumentos clássicos, mais uma deliciosa loucura da Cyndi Lauper!
O futuro não foi muito carinhoso com Cyndi, e a sua posição nos dias atuais em relação à sua carreira já nos conta tudo. Mas qualquer artista daria tudo de si para criar um disco tão icônico e memorável quanto “She’s So Unusual”, mesmo que o seu futuro fosse incerto.

Preparados para a nostalgia? Vejam e revejam "Girls Just Want To Have Fun"!


Birdy | Birdy

É grande o número de artistas que, no início da carreira, optam por gravar um disco de covers para mostrar ao mundo seu talento (ou não). Muitos desses álbuns-covers não tem nada de novo a mostrar, às vezes mostrando músicas que são idênticas às originais até no estilo. No caso da jovem Birdy, ela também optou por criar um disco de covers, mas fez a escolha certa em colocar na lista de faixas músicas quase que completamente desconhecidas, de estilos tão diversificados, podendo assim dar um tom todo seu a esse disco tão sentimental.
O disco inteiro transcende uma leveza sentimental poucas vezes notada anteriormente. Algo que se deve quase que inteiramente à voz profunda e melancólica da Birdy: algo que não se pode chamar de inovador, mas no mínimo esplêndida. A primeira faixa do disco é um cover de “1901”, da banda pop Phoenix, uma melódica música com um quê romântico que cai perfeitamente à voz da Birdy. Em “Skinny Love” (da banda que já foi mais conhecida Bon Iver) sua voz soa ainda mais perfeita, alternando perfeitamente entre pontos mais leves e outros que utilizam ainda mais de seu poder vocal. Os arranjos de piano daqui são algo mágico. Dificilmente a junção de um piano melancólico com ares nostálgicos junto com a voz de uma jovem soaria tão incrível. Para não cair no marasmo, “People Help The People” trás consigo uma melodia um pouco mais incrementada, com arranjos marcantes de violino, que junto com todo o resto torna-a uma maravilhosa faixa. Um pouco da animação da faixa anterior segue em “White Winter Hymnal” (da banda tida como “clássica moderna” Fleet Floxes), agora ainda mais notável devido à sua doce melodia e aos vocais potentes da Birdy. Como se pode notar, uma marca da Birdy é a melancolia em sua voz e em suas melodias. Quando bem medida, essa melodia melancólica pode tornar músicas incríveis (como essas descritas anteriormente), mas quando exagerada ela pode gerar músicas como “I’ll Never Forget You”, de uma boa qualidade, mas que fica escondida por trás de uma espessa parede melancólica, exageradamente monótona. Mas ela volta em sua melhor forma com “Young Blood” (da banda The Naked And The Famous): uma melodia que ministra muito bem a melancolia e a animação presente em todo o disco (é impossível pensar que o vozeirão que sai dessa faixa é de uma adolescente). Uma única música original da Birdy pode ser ouvida quase no final, “Without A Word”, sonoramente incrível.
A capa de “Birdy” já nos conta muito sobre o que esperar de seu conteúdo: músicas singelas, que remetem à tempos remotos. Mas é inegável que a simples imagem da Birdy não condiz com sua voz inigualável.

Se deliciem com todo o poder vocal da Birdy em "Skinny Love"!



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16 comentários:

  1. Primeiramente parabéns pela coluna que achei bem interessante.Não sou muito de ver os CD's sou daquelas que escuta só as músicas mas já tinha escutado falar de Imagine Dragons que é uma ótima banda.E uma sugestão olha as músicas CD'S do Jame Morrison que tem a voz tão doce quanto a do Andrew Belle

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  2. Obrigado pelo parabéns!! É sempre bom saber q tem mais gente que gosta da coluna... =D
    Realmente, ñ achei Imagine Dragons tão boa assim, mas cada um com seu gosto.
    Tem algum disco em especial do James Morrison que você queira ver aqui ou pode ser qualquer um?

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  3. E eis que tive uma grata surpresa quando comecei a ler o post nº32, de uma vez só foram resenhados dois álbuns que havia sugerido - obrigada Matheus por ter selecionado minhas sugestões fazendo resenhas críticas muito boas,concisas e divertidas com ótima seleção dos videoclipes e no mais estou feliz de poder contribuir para o enriquecimento dessa coluna tão bacana!!!=D
    E voltando a falar de música,indiquei o Andrew Belle por achar as canções dele bem melódicas com letras muito bem escritas que conseguem passar algo como a música In My Veins que não está nesse disco, mas vale a pena ser ouvida.Já conhecia o Daft Punk,realmente é difícil resenhar um álbum desse tipo, mas bom trabalho Matheus,
    pois eles não são muito a minha praia [salvo algumas exceções] por ser do estilo música eletrônica puramente instrumental, no entanto, você conseguiu até me convencer a ouvir esse disco.Na minha opinião, esse som é bom curtir em grupo numa festa ou dançando na pista de um night club.Curto o som da banda Imagine Dragons por ser justamente essa mistura que você mencionou,gosto de algumas músicas desse disco,mas minha favorita é "It's Time" que o pessoal de GLEE até já fez uma versão cover muito boa dela. Cyndi Lauper realmente é dessa safra de ÓTIMOS Cantores POP ícones que foram eternizados,e um dos fatos que comprovam isso são os covers realizados até hoje dos hit "Time After Time" e "Girls Just Want To Have Fun".
    Por fim, o disco da Birdy que eu já conhecia [você já sabe de onde!], então ela realmente possui uma voz singular muito doce que rendeu lhe ouro justamente com o single "Skinny Love" (e curiosamente muito tocado em funerais nos USA) e aguardo o novo Álbum dela Fire Within que sai agora em setembro sendo que o single Wings muito bom já está no youtube.
    =)Espero não estar sendo uma chata total por estar em todo post indicando disco ou cantores,mas dessa vez sugiro os discos 'Dreaming Out Loud' ou 'Waking Up' ambos da banda One Republic!

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  4. nada que me chama atenção. Cyndi Lauper diva e icônica, e Daft Punk são os que conheço, mas faz tempinho que não escuto... realmente não lembro se você já fez algum post sobre, mas se servir de indicação, andei ouvindo Icona Pop, e Ben Howard. gostei muito!

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  5. pode ter certeza que é muito bom poder resenhar discos sugeridos por vc e por outros leitores do blog!! =D
    Em relação às músicas, procurando saber mais sobre o Andrew Belle eu vi In My Veins, que não ouvi, mas que ouvirei agora pela sua sugestão. Daft Punk tem um som contagiante, mas é para poucos. Particularmente, eu adorei o disco: uma faixa melhor que a outra!
    Em relação ao Imagine Dragons, como vc pode ter percebido, ñ gostei muito, mas Amsterdam e Hear Me me agradaram bastante. Mesmo que a Cyndi Lauper esteja esquecidinha nos dias atuais ela sempre será lembrada por esses hits incríveis dela. A Birdy tem uma voz única, achei meio estranho o fato de Skinny Love ser tocada em funerais... Já fiquei sabendo do novo disco dela, assim que for lançado resenha aqui! ;)

    Mais uma vez, sugestões anotadas (as duas, diga-se de passagem)!!! ;)

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  6. As suas sugestões foram anotadas! Como vi que tanto o Ben Howard quanto Icona Pop só tem um disco até agora, anotei Every Kingdom do Howard e o disco homônimo da Icona Pop! ;)

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  7. Realmente parece estranho para nós brasileiros ter alguma música toda em funerais,mas em alguns países como Reino Unido,USA,Austrália,etc é um costume comum e anualmente são listadas as mais executadas.Dá uma olhada nesses links:
    http://lista10.org/musica/as-10-musicas-mais-tocadas-em-funerais/

    http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br/2012/10/15/as-20-musicas-mais-tocadas-em-funerais-no-reino-unido/

    http://www.dementia.pt/funerais-as-musicas-mais-populares/

    http://www.ofuxico.com.br/noticias-sobre-famosos/musica-de-adele-e-uma-das-mais-tocadas-nos-funerais/2012/10/18-151903.html

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  8. realmente, não sabia disso...
    dependendo da música, acho que isso pode soar um pouco estranho (caso da melódica Skinny Love), mas vendo isso até pensei em algumas músicas que cairiam bem para a situação (The Scientist do Coldplay seria uma delas). rsrs

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  9. Ana Carolina Lopes9 de setembro de 2013 14:09

    Não sou muito fã desse estilo de música , eu sou evangélica sabe e não costumo ouvir muito disso , mas tem vários cantores de música gospel maneiros e com lindas canções , adoraria vê-las aqui um dia desses ;)

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  10. Respeito completamente pessoas com opinião como a sua. Música vai do gosto da pessoa, e se alguém não ouve determinada música por sua doutrina religiosa nunca irei obrigá-la a ouvir.
    Eu poderia até me aventurar ouvindo um disco gospel, mas acho que não daria muto certo. Eu sei que há diversos artistas bons no ramo, mas fico com um pé atrás em resenhar algo que trata de Deus e religião.
    Espero q vc entenda minha opinião...

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  11. Ouvi muito Cyndi Lauper por causa da minha mãe e adoro o jeito irreverente dela, além da sua voz, que é inesquecível! Adorei vê-la por aqui =D

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  12. Concordo que estão escassas as boas bandas de Rock, mas não concordo quanto a Imagine Dragons. Gosto muito da banda e apesar da linearidade do cd, as músicas são boas, tem qualidade. Pode não ser a melhor coisa do mundo, mas acho que está bem melhor do que a maioria do que vemos neste estilo.
    bjs

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  13. pessoalmente, achei as músicas bem produzidas, e nada mais. Acho q a banda tinha potencial, e espero mais deles no futuro...
    Ainda assim, respeito sua opinião ;)

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  14. Me surpreendi com Imagine Dragons não curto rock, mas gostei do som dos caras, digamos assim é mais suave... Daft Punk é bom, um eletrônico é sempre bem vindo. Birdy já tinha ouvido falar nela e muito bem aliás, acredito que será e já esteja sendo um grande sucesso com seu quê melancólico.
    Um beijo

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  15. Confesso que fora a Cyndi Lauper, não conhecia nenhum dos outros citados. Gostei do som eletrônico do "Daft Punk". Com certeza entrou pra minha playlist.
    E eu simplesmente adoro essas sessões nostalgias que rolam por aqui. Cyndi Lauper é um máximo.

    @_Dom_Dom

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  16. Eu não conhecia nenhum dos cantores e nenhuma das musicas, e adorei bem legais elas mesmo, adoro conhecer coisas novas faz bem, dá vontade de ficar ouvindo sem parar.
    Beijos

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