postado por Matheus em 17 novembro 2013

O Que Passou Por Meus Fones #38

Boa noite caros hunters! Como estão? Depois de uma semana recheada de trabalhos escolares (algo que me impossibilitou de atualizar a coluna na semana passada) aqui estou eu para lhes mostrar o que eu ouvi por esses dias. Os discos de hoje são bem diversificados, com lançamentos alternativos e pop e também com boa dose de rock. Espero que gostem e até a próxima!
Quer ver um disco que você gosta aqui na coluna? Sugira-o nos comentários! Regrinhas gerais para sugestão aqui.
Não viu o post da semana passada? Veja aqui!


Reflektor | Arcade Fire

Só quem ouviu algum dos discos anteriores do Arcade Fire, como por exemplo o fantástico “Funeral”, sabe o quão perfeitas podem ser suas músicas, na maioria das vezes melancólicas e com vocais mais que perfeitos. Já “Reflektor”, seu último disco lançado há algumas semanas, não manteve boa parte da melancolia anterior, investindo mais no experimental, mas mesmo com melodias que por vezes soam exageradamente experimentais esse disco serve para provar que o Arcade Fire pode se sair bem mesmo saindo da sua zona de conforto.
A primeira faixa, a autointitulada “Reflektor”, já aparece nos mostrando que não podemos esperar o comum da banda. Começando com toques experimentais e mais a frente contando com uma melodia bem diferenciada a música é bem mais alternativa do que suas músicas anteriores. Um pouco a frente vem “Flashbulb Eyes” com sua melodia pulsante, mas não contagiante. Quase no final da música podemos notar sons e ruídos estranhos, algo muito utilizado pela banda nesse disco. Logo à frente “Here Comes The Night Time” traz uma melodia que, sinceramente falando, soa estranha. O começo animado se mistura lentamente com uma melodia bem mais devagar, carregada de uma percussão “diferente” e com leves pitadas da melancolia sincera e jovial de “Funeral”; mas, quase ao fim, a animação do início volta em cena, deixando a música com uma cara ainda mais estranha. “Normal Person”, com sua batida bem feita, mostra que a banda pode ainda ser considerada uma banda de rock. Mesmo que o rock aqui presente seja, em boa parte, experimental, ele ainda é capaz de cativar o ouvinte. A próxima faixa (“Joan Of Arc”) também investe nesse rock experimental, mas aqui ele se torna ainda mais animador, sendo que os vocais da Régine Chassagne presentes no refrão ajudam em deixar a música mais atraente.
Já depois de percorrido mais da metade do disco, enfim podemos nos deliciar com a melancolia que o Arcade Fire produz tão perfeitamente. A primeira música do disco que aposta mais no melancólico é “Awful Sound (Oh Eurydice)”, uma deliciosa mistura experimental com vocais superficialmente incríveis que explode (quase na metade da música) numa melancolia lacrimejante, mas ainda assim extremamente incríveis aos ouvidos. “Porno”, mesmo contando com toques eletrônicos totalmente experimentais no seu início, também agrega uma boa dose de melancolia, perceptível principalmente pelos vocais do Win Butler. Por fim “Supersymmetry” vem carregada de uma melodia calma e arrastada, que transborda melancolia; melancolia essa não tão perfeita quanto antes, mas ainda assim atraente.
“Reflektor” pode não ser uma boa pedida aos principiantes ao som do Arcade Fire. Se diferenciando dos seus discos anteriores devido ao não-excesso de melancolia e sim apostando no alternativo, esse disco pode não ser o melhor da banda (ainda acho praticamente impossível produzirem um álbum tão perfeccionista quanto “Funeral”) mas mostra que a banda pode se sair muito bem mesmo quanto não está no lugar onde todos esperavam. 

Ouça logo abaixo "Awful Sound (Oh Eurydice)" numa versão ao vivo (me desculpem pela qualidade, foi a melhor que encontrei).




Mechanical Bull | Kings Of Leon

No ano de 2009 a banda Kings Of Leon alcançou um sucesso alto demais e rápido demais. Tudo devido ao single de sucesso “Use Somebody”, construída por cima de um rock fantástico e que tinha tudo para agradar a muitos. No final das contas, a música realmente agradou ao mundo inteiro, se tornando um dos grandes sucessos daquele ano. Mas o futuro da banda não foi muito gentil, e acabou que “Use Somebody” se transformou no único hit arrebatador da banda. Mas isso não afetou a banda, que continua na ativa. E “Mechanical Bull”, seu último disco, é a prova de que eles continuam fazendo músicas de qualidade.
Produzidas sob um rock destilado e cru, as músicas desse disco a muito se parecem com músicas de uma banda de garagem. Mas é esse estilo não tão incrementado que deixou o disco com uma cara só dele. A começar pela primeira faixa, “Supersoaker”, com uma batida rápida e sagaz, capaz de contagiar aqueles que se renderem aos vocais do Caleb Followill, fortes ou suaves quando se precisa. “Rock City” tem uma cara ainda maior de “rock despojado”, contando com um solo de guitarra logo no início, nos preparando para o restante da melodia, igualmente boa. Mesmo com todo esse estilo animado e descontraído o disco contém também algumas músicas mais nostálgicas, caso da doce e bela “Beautiful War”, que com sua melodia calma e seus vocais melódicos é capaz de deliciar qualquer um. Começando com um toque calmo “Wait For Me” traz consigo a nostalgia da faixa citada anteriormente, aqui ainda mais cativante e com alguns traços românticos. Um pouco a frente o disco encontra seu ápice com “Comeback Story”. Começando com uma guitarra melancólica a música percorre um caminho igualmente melódico, sempre acompanhada dos vocais cativantes do Caleb Followill, tudo para que, quase no final, a melodia se engrandeça enormemente com a típica batida de rock e alguns violinos, que foram a cereja do bolo. “Tonight” conta com uma melodia tipicamente impecável e com riffs de guitarra que completam os vocais, fortes e profundos. Fugindo da nostalgia de algumas faixas anteriores “Coming Back Again” aposta num rock veloz e potente, com uma batida pulsante que empolga qualquer um. “On The Chin” fecha o disco de uma ótima forma, fugindo do rock destilado e indo para um rock quase acústico, mas ainda assim incrível.
Depois de ouvido, “Mechanical Bull” se mostra um disco de rock com uma profundidade difícil de encontrar nos dias de hoje. Juntando isso aos vocais do  , às batidas pulsantes ou melódicas e às composições sempre muito bem escritas podemos então ver que o disco, mesmo tendo pouco reconhecimento, merece sua atenção.  

Confira abaixo o videoclipe de "Supersoaker", primeiro single do disco.


Dreaming Out Loud | OneRepublic
(sugestão de VANESSA QUEIROS)

O OneRepublic já conseguiu sua posição de sucesso. Com “Apologize” eles conseguiram boas posições nas paradas musicais e também se tornaram mais conhecidos do grande público. O disco onde está “Apologize” não é lá uma maravilha inestimável, mas ele consegue cumprir sua missão de fazer boas músicas pop-rock. Se for isso que você procura esnobe a capa, de gosto extremamente duvidoso, e confira suas músicas.
“Say (All I Need)” abre o disco mostrando muito bem o que podemos esperar dele. A música se inicia com um toque experimental desnecessário, mas não demora em dar lugar a uma melodia melódica e aos bons vocais do Ryan Tedder, que conseguem segurar a música até em suas partes mais difíceis. Logo à frente “Mercy” mostra que a banda pode sim fazer pop-rock de qualidade, e que de quebra consegue animar o ouvinte, mesmo que os vocais soem mais melódicos, em contraponto com a melodia. Depois disso não demora em aparecer “Apologize”, que mostra que seu sucesso veio por merecer. Sua melodia se torna quase que inteiramente pop para que o violino choroso e o piano ao fundo se encaixem perfeitamente, formando uma grande melodia que acompanha com presunção os vocais bem medidos do Ryan Tedder. Os violinos dessa música aparecem em outros momentos do disco, como em “All Fall Down”, sempre deixando as músicas melhores. Nesse caso o violino caiu bem com um violão acústico do início, mas também consegue se entrosar quando a melodia se torna mais completa e com a típica batida pop-rock. “Prodigal” aposta num tom místico melancólico, sempre acompanhado por bons vocais, mas em um ponto a música se completa, trazendo em cena as típicas melodias da banda. Quase no fim do disco as melodias pop-rock da banda são muito bem utilizadas em “Someone To Save You”, criando uma música simples e sem nada de diferente, mas que contém um quê a mais que a deixa mais atraente que outras músicas. Já o final do disco é novamente melancólico, melancolia essa que vem de “Come Home”, que conta com uma melodia bem simplória, com grande presença de um doce piano, e com ótimos vocais, que alavancam a música acima da qualidade que somente o piano permitia.
Sempre intercalando músicas feitas de um bom pop-rock com músicas mais melancólicas “Dreaming Out Loud” pode até ser um disco instável em sua sonoridade, mas sua qualidade pode sim ser provada. Músicas de pop-rock com pianos marcantes e violinos chorosos sempre acompanhadas de bons vocais não são fáceis de encontrar... 

Relembre do sucesso "Apologize" ouvindo-a abaixo.


(sugestão de Julia)

O rock nacional já não é mais o mesmo! Foi-se o tempo em que novas bandas conseguiam cativar o público por próprio mérito, fazendo músicas com qualidade sonora e também com composições com conteúdo. Ainda assim, há bandas que tentam a sorte no mercado musical brasileiro fazendo o bom e puro rock. Não é o caso do Forfun, que traz em suas músicas, além do rock, pitadas de reggae e tons eletrônicos. Isso poderia sim, cair bem, mas a impressão que podemos ter é que esses dois estilos tão diferentes foram simplesmente misturados, sem criar melodias que conseguissem “homogeneizar” esses estilos e então criar boas músicas.
A faixa-título abre o disco mostrando que a banda, mesmo não fazendo o som mais lapidado possível, é capaz de agradar a alguns. Sua melodia é calmante, devido principalmente ao leve estilo “reggae” empregado nela; sua composição, mesmo não tendo conteúdo, pode também soar legal aqueles que não esperam grandes pensamentos. Se “Alegria Compartilhada” era suportável mesmo não tendo nada de especial não se pode dizer o mesmo de “A Garça”. A começar pela melodia, que poderia ser boa, mas que se perde quando começa a inserir diversos toques eletrônicos; mas o que faz com que a música seja tão fraca é a composição, sem nenhum conteúdo, narrando apenas o cotidiano de uma garça. Posso estar enganado, mas isso não é algo para se por em uma boa composição. “Cosmic Jesus” se inicia com uma batida bem mais hard rock, mas não demora em aparecer a comum batida reggae, que mais uma vez não consegue se encaixar muito bem. Aqui também podemos notar outro problema do disco, os vocais, que na maioria das vezes soam “falados” e não “cantados”. “Tropicália Digital” aparece para mostrar que a banda pode sim fazer boas músicas, mas para isso tem que canalizar bem suas inspirações, para criar assim melodias bem produzidas e também sonoramente boas. O reggae transborda em “Minha Joia”, que poderia ser uma boa música romântica se não fosse os vocais superficiais, que não são capazes de passar os sentimentos que a música contém. “Quando A Alma Transborda” mais uma vez mostra que a banda se sai bem quando ministra bem seus estilos. No caso, o rock predomina; rock esse muito bom, um tanto hard, mas que diminui de intensidade quando se é preciso.  
Mesmo não sendo um disco muito bem finalizado “Alegria Compartilhada” é capaz de agradar a diversos gostos. Aqueles que gostam de um rock mais leve e despretensioso podem até se deixar levar pelas músicas aqui contidas, e aqueles que gostam de reggae também podem gostar do disco devido aos diversos tons de reggae que ele contém. Ainda assim podemos notar que a banda poderia fazer um disco melhor, bem melhor...

Ouça abaixo "Quando A Alma Transborda", um dos destaques do disco.


ARTPOP | Lady Gaga

O que pode ser considerado arte dentro do pop atual? Danças sensuais com mulheres seminuas? Talvez não. Músicas melódicas e sem muita animação? Não necessariamente. A mistura do simples pop com outros estilos? Talvez. Entre esses e outros dilemas se viu a Lady Gaga quando se comprometeu em criar um disco conceitual e artístico. Se ela conseguiu seu objetivo ainda é cedo dizer, mas de uma forma ou de outra ela fez com que “ARTPOP” se tornasse um grande disco.
Num todo, “ARTPOP” é bem menos pretencioso que seu antecessor, “Born This Way”. Aqui não há composições políticas, religiosas e nem mesmo composições que tentam passar uma grande mensagem. Ainda assim as composições desse disco são bem escritas, mas a relação da Gaga com a cultura pop na faixa-título e a sinceridade da mesma ao escrever sobre o amor e seus vícios em “Dope” chamam mais atenção. O disco se inicia com três músicas bem despretensiosas e no melhor estilo “Gaga” de ser: com versos irônicos, vocais por vezes “eletronizados” e batidas que são puro electro-pop. São elas, respectivamente, “Aura”, “Venus” e “G.U.Y.” (que conta com uma melodia extremamente contagiante e com ótimos vocais da Gaga). Logo após esse início “mais-do-mesmo” “Sexxx Dreams” aparece para mostrar toda a perversidade de Lady Gaga, apostando numa composição extremamente sensual e em vocais e batidas que só aumentam o clima hot. Nesse disco podemos notar que a Gaga já não está tão presa ao simples pop, se jogando num hip-hop bem produzido e com direito a boas parcerias em “Jewels n’ Drugs (feat. T.I., Too Short and Twista)”. “Manicure” também não se mantém sobre o simples pop, sendo que aqui aparece um fantástico estilo “rock feminino dos anos 70/80”, com direito até a uma parte instrumental munida de uma boa guitarra no final. Mas o ápice dessa experimentação de estilos aparece em “Do What U Want (feat. R. Kelly)”, uma potente música que é uma mistura de R&B com sintetizadores. Num todo, a melodia é simples, mas ela se completa com a composição sensual e com os vocais igualmente atraentes; observação: os vocais da Gaga estão com uma força nunca vista em suas músicas!  
A relação de Lady Gaga com a moda também é retratada no disco. Primeiro em “Donatella”, uma ótima música que conta com uma animação própria. Depois em “Fashion!”, uma música bem mais limpa e, por certo ponto, mais atraente. Além de tudo isso também pode se notar em “ARTPOP” sentimentos contraditórios. Enquanto no maravilhoso electro-pop de “Mary Jane Holland” ela diz que estará bem sendo a “maconha holandesa” na simplória perfeição romântica de “Dope” ela diz estar mal por ficar chapada. Depois disso vem “Gypsy”, munida de um tom épico magnífico e com uma composição fantasticamente poética (um dos grandes destaques do álbum) e então “Applause”, um tanto grudenta, mas bem diferente do pop comum da Gaga. Um grande disco como esse merecia um primeiro single melhor...
Críticos e até admiradores podem dizer que Lady Gaga não conseguiu criar músicas inovadoras e artísticas em “ARTPOP”. Mas quem vai ligar para o que os outros dizem quando se tem diante de si um disco tão diversificado e incrivelmente pop? 

Enquanto não é lançado o videoclipe, se deliciem com o áudio de "Do What U Want (feat. R Kelly)".



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Sobre o Autor:
Matheus
Matheus é Colaborador do blog, cinéfilo de carteirinha, leitor compulsivo e aficionado por música. Quando não está lendo, pode-se vê-lo re-assistindo Kill Bill ou então ouvindo música com os seus fones inseparáveis.


26 comentários:

  1. Realmente, as escolhas dos álbuns foi bem diversificada. Ouço muito sobre Arcade Fire, mas nunca escutei de fato. Não faz muito meu tipo de música. Kings of Leon, conhecia poucas músicas que antecederam ao grande sucesso de "Use Somebody". Não é uma banda que ouço sempre, mas devo reconhecer que eles são bons e realmente não merece ser uma banda de um hit só. One Republic, digo o mesmo sobre Kings of Leon, são poucas as músicas que gosto, até porque não procurei conhecer a banda a fundo. Adoro música brasileira, principalmente as que fazem parte dos clássicos da MPB, mas ultimamente são poucas as bandas que me agradam, Forfun certamente não é uma delas. Ah, o que falar da Lady Gaga? Ela pode ser estranha e o que for, mas é sim uma artista completa e produz músicas ótimas, além de ter uma voz extremamente potente. Já vi shows dela (no conforto de casa, é claro) e a voz dela é maravilhosa, assim como o show todo artístico. Não ouvi todo o álbum, mas "Applause" e "Do What You Want" me agradaram.

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  2. Foi uma escolha bem variada e eclética pra mim. Gostei de duas escolhas suas: Apologize e a mais nova da Lady Gaga - Do what u want. ft. R. Kelly. Muito show. Amei, de verdade. Beijos.

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  3. Uma variação enorme esta viu? Indo de Lady Gaga para One Republic... Realmente você é bem eclético. Eu curto muito rock então One Republic e Kings Of Leon estão sempre em minha lista. Eu agora esqueci o nome da música, mas tem uma que tem um clipe que os guris do Kings Of Leon gravaram hipnotizados eu achei isso muito maneiro, o clipe ficou bem interessante e diferente.

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  4. Mesmo q vc ache q ñ faz mt seu estilo é mt bom procurar saber mais sobre Arcade Fire, pq, na vrdd, a banda é demais! Se vc acha q ñ gosta por ser mt melancólico procure "Rebellions (Lies)", é uma das melhores dele e é bem mais animada.
    OneRepublic e Kings Of Leon realmente são bandas talentosas. Diferente do Forfunm, q ainda precisa aperfeiçoar seus talentos...
    Q bom q vc tbm gosta da Gaga! Sou um grande admirador do seu trabalho, e como vc disse acho q ela tem um voz potente mas tbm consegue criar espetáculos artísticos fantasticamente pops como ninguém mais consegue hj em dia (digo isso tanto pelos shows como pelos videoclipes). "Do What U Want" é uma das melhores faixas do disco, mas "ARTPOP" inteiro é mt bom!

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  5. esse clipe q vc falou é "Sex On Fire", não é??

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  6. Kings of Leon, meu vício! s2
    One Republic é ótima também!

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  7. Não, o nome da música é Charmer... Eu amo aquele clipe. Me disseram que eles fizeram ele hipnotizados achei extraordinário

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  8. Me confundi então... :P
    vou procurar esse "Charmer" pra assistir e ver como é! :D

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  9. É uma das minhas músicas favoritas, adoro os gritinhos que o Caleb dá auhsauhsauhs quando estou escutando aqui em casa minha avó fica toda: baixa isso menina que coisa de doido!

    ahsauhsauhsuahs

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  10. gosto muito do som do Kings of Leon, músicas bem feitas, voz marcante do vocalista Caleb, é uma mistura muito boa. mas sem dúvida nenhuma e parabéns por vc ter trazido esse cd a coluna, e que mesmo quem não curta o estilo, tem que ouvir é ARTPOP da Lady Gaga. um cd a altura da excêntricidade da artista que é Lady Gaga. meio maluquinha, extravagante, mas todo o cd é muito bom! me surpreendi um pouco, não esperava tanta qualidade nesse cd. as minhas preferidas são Venus, Do What U Want, Artpop, Swine e Gipsy. amei, amei, amei!

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  11. Bem indie esse mês ein? haha, eu não consigo curtir Lady Gaga e sou um grande fã de Forfun, mas tenho que dizer que o Alegria Compartilhada me decepcionou - pelo simples fato de eles mudarem completamente o estilo. Sou fã de pop punk e quero Hidropônica e Good Trip de volta!

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  12. Procura, você vai gostar, não tem como não gostar ^^

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  13. Exatamente isso, não sou muito fã de música pop mesmo. Ah, escuta lá as antigas do forfun *-* Eles tocavam pop-punk, muito bom.

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  14. Menino...você é muito eclético. O único que eu já ouvi foi o One Republic. Adoro esta música. Gosto da Lady Gaga, mas só escuto o que tá bombando mesmo...

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  15. vou procurar pra ouvir, parece ser legal! :)
    (se quiser q eu resenhe algum dos discos anteriores do Forfun é só sugerir ;) )

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  16. OMG! Kings of Leon e One Republic!!! Gosto muito das músicas deles.
    Lady Gaga a que mais curto é Poker Face. Não ouvi nenhuma desse álbum ArtPop.

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  17. vale a pena ouvir as músicas de ARTPOP, todas são mt boas! ;)

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  18. É massa quando uma banda ou artista foge um pouco da sua zona de conforto e se dar bem, né?!?! Gostei bastante desse som do "Arcade Fire".
    Não conhecia essa "Forfun", mas como você disse, achei o som dele um pouco estranho demais. Não curti muito.
    E a Lady Gaga pode ser criticada por todos os lados, mas temos que dar o braço a torcer que ela é uma das grandes artistas pop's do momento.


    @_Dom_Dom

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  19. karolyne kazakeviche30 de novembro de 2013 19:43

    One Republic, quero ouvir mais o som deles, só tenho uma música deles no meu celular no momento =/
    Gostei de algumas dicas... Lady Gaga eu cheguei a ouvir algumas músicas dela... mas é difícil eu gostar de mais de 3 de um cd... mas vamos lá.

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  20. palmas p/ seu comentário sobre Lady Gaga! /\

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  21. Lady Gaga nunca consegue fazer algo que nao chame atenção.




    xx

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  22. E essa coluna está ficando cada vez melhor, adorei as escolhas dos
    álbuns,fiquei mais uma vez muito feliz de estar colaborando de alguma
    maneira para o enriquecimento musical da galera hunter.Bom, voltando ao
    que interessa, já conhecia o som do Arcade Fire graças ao seriado TVD e
    também acho as músicas deles bem melancólicas.Curto muito o som do Kings
    of Lion [banda maravilhosa !!! - reforço minha sugestão do álbum Only by the Night (2008)],
    pra mim eles fazem um som ótimo pra quem vai cair na estrada.Esse disco
    do OneRepublic é muito bom, adoro o trabalho dessa banda e quando eles
    fazem parcerias os resultados são ótimos.O Forfun não é muito meu estilo
    no cenário musical brasileiro, mas gostei de conhecer o som deles. E
    por fim,Lady Gaga que já conseguiu se firmar com unhas e dentes no
    universo musical vem com esse disco que realmente oferece o que promete "músicas POP" e sabiamente ela optou por buscar reforço nas parcerias,mas pecou na escolha do single carro chefe desse álbum.

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  23. ouça sim ARTPOP. há grandes chances de vc gostar ;)

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  24. pode ter certeza que, msm apenas sugerindo um disco, vc contribui mt para essa coluna e para o blgo! :D


    Enfim, se vc achava o som do Arcade Fire bem melancólico te aconselho a ir com calma nesse álbum, que é bem diferente dos anteriores da banda. Já o Kings Of Leon realmente faz um som mt bom. E eles estão de parabéns por esse grande disco!O OneRepublic, msm ñ ficando fã, admito q tem talento e que conseguem cumprir com o seu dever em fazer boas músicas de pop-rock. E Forfun tbm não é mt meu estilo, e essa música q pus o vídeo pra mim é uma das poucas q se salvam no disco....
    E Lady Gaga! O q dizer dela? Com certeza ela cumpriu o q prometia no disco, e tbm acho q Applause ñ foi uma boa escolha para primeiro single. Donatella, G.U.Y. ou Gypsy cairiam mt melhor... Mas enfim, é esperar para ver o q ela nos trará...

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  25. tbm gosto mt do som do Kings Of Leon! :)
    Obrigado pelo parabéns! e q bom q vc gostou de ARTPOP, é sempre bom saber q mais alguém gostou tanto do disco. Realmente, eu estava esperando tanta qualidade assim (rsrs), tanto é que nas duas primeiras vezes que ouvi pensei "é só isso"? Mas agr ARTPOP se define em vício!! *-*

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  26. pq vc ñ curti Lady Gaga? Algum motivo especial ou apenas ñ curte música pop em geral?
    Sério q Alegria Compartilhada é bem diferente do estilo anterior do Forfun? Como era o estilo deles de antes? Realmente, ñ sabia disso...

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