postado por Matheus em 01 julho 2014

O Que Passou Por Meus Fones #42

Olá queridos hunters! Tudo bem com vocês?
Aqui venho eu, novamente atrasado, para lhes mostrar o que ando ouvindo esses dias. Os discos foram bem diferenciados, mas na sua maioria foram lançamentos bem comentados de 2013. Espero que gostem.
Quer ver um disco que você gosta aqui na coluna? Sugira-o nos comentários! Regrinhas gerais para sugestão aqui.
Não viu o post anterior? Veja aqui!



The Diving Board | Elton John

2013 parece ter sido o ano do renascimento de gigantes do rock. Primeiro tivemos o inusitado e ótimo “The Next Day”, do mestre David Bowie, que não lançava um disco decente à tempos. Depois conferimos “13”, que mostrava o quanto a banda Black Sabbath se engrandecia com a presença do icônico Ozzy Osbourne. E também fomos agraciados com “The Diving Board”, que mostrava o retorno do Elton John como nos velhos tempos. Infelizmente, nesse caso o resultado observado não conseguiu ser tão esplêndido quanto aquele observado nos outros dois discos citados; ainda assim, isso não desmerece esse bom disco.
Produzido pelo T-Bone Burnett, responsável pela produção de bons discos de trilha-sonora (incluindo a trilha-sonora country de Coração Louco e a trilha de Jogos Vorazes), esse disco tenta voltar aos velhos tempos do Elton John, tempos de sucessos inigualáveis. Para os fãs, essa empreitada pode ter dado muito certo, mas ao ouvi-lo não é admirável perceber que faltou algo a mais. “Ocean Away”, que abre o disco, conta com o piano característico e ótimo do Elton John, mas temos a impressão de que a música se perdeu em algum momento entre sua melodia quase country e seu refrão morno. O country-rock predomina em “A Town Called Jubilee”, que conta com bons vocais do Elton e com uma ótima composição, contando as desventuras de Lily até a cidade Jubilee do título. Por mais que todas as melodias sejam bonitas e bem produzidas não demora ao disco se mostrar um tanto cansativo e monótono, algo que se impulsiona com músicas como “My Quicksand” e “The New Fever Waltz”, calmas e sem nenhum grande atrativo. Por sorte, o disco encontra suporte em algumas outras músicas. “Home Again” é uma delas, se mostrando bem atraente com seu toque de piano marcante e sua ótima composição, uma das melhores do disco. Vale ressaltar a excelência do refrão, realmente contagiante, diferente da maioria dos outros. Outra música do tipo é “Mexican Vacation (Kids In The Candlelight)”, bem animada e com um delicioso ritmo que remete aos cabarés country.
O disco também conta com pequenos interlúdios instrumentais, denominados “Dream #1”, #2 e #3. Ambos dão grande destaque ao piano do Elton John (sacada certeira), mas mesmo sendo bem produzidos eles não se mostram tão necessários ao disco como um todo.
Bem produzido e com vocais concisos do Elton John, “The Diving Board” é um disco para ser digerido aos poucos. Logo na primeira ouvida é comum ele causar certo estranhamento e cansaço, mas ao decorrer de futuras ouvidas ele vai revelando pequenas pérolas ao ouvinte, caso de “Home Again”.

Confira o grande destaque do álbum, "Home Again", abaixo.



Spirit | Leona Lewis
(sugestão de Rossana Moraes)

Ligue a TV ou procure na internet. Quantos programas de talento você consegue identificar? Sim, são muitos. Mas, considerando todas as edições desses programas, quantos foram os vencedores que desfrutaram de grande sucesso após o programa? Sim, são poucos. Kelly Clarkson está entre as vencedoras que mais se destacam, fazendo sucesso até os dias atuais. Mas ainda assim sair vencedor(a) de um programa do tipo facilmente trará um sucesso momentâneo ao artista. Caso de Leona Lewis.
Com suas músicas românticas R&B no melhor estilo arrasa-corações, “Spirit” alcançou um estrondoso número de vendas, quebrando recordes e ficando em #1 em nove países. Depois desse disco os outros trabalhos da Leona Lewis foram decaindo aos poucos em vendas. “Echo” vendeu muito bem, até chegou em #1 em alguns países, mas não foi um grande sucesso como seu antecessor. “Glassheart” decaiu drasticamente, não chegando ao #1 em nenhum país, nem mesmo no Reino Unido, onde Leona desfrutava de grande sucesso. Dizer o que causou essas decaídas em venda é difícil, mas dizer o que resultou no grande sucesso de “Spirit” é fácil. Desde o single de sucesso “Bleeding Love” que abre o disco até a última faixa, “Footprints In The Sand”, tudo transborda o mais belo - e por vezes clichê - romantismo. A já citada faixa de abertura possui uma bela melodia e vocais potentes da Leona Lewis (algo que percorre todo o álbum) e nem a letra excessivamente melosa consegue fazer com que a música decaia de qualidade. Logo em seguida “Whatever It Takes” surge com o mesmo nível de qualidade, mas com um quê a mais, algo que a deixa mais graciosa. Sua composição não sai da mesma linha romântica melódica e, é claro, os grandes vocais da Leona continuam ali.
O disco se mostra menos agradável quando tenta embarcar em baladas românticas dramáticas, como em “Homeless”. Em faixas como essas a composição alcança um nível melodramático espantoso, e nem mesmo os vocais potentes da Leona podem salvar a música, que se afunda ainda mais quando tenta agregar melodias com tons mais épicos e grandiosos. Ainda assim, duvido que isso desagrade a qualquer ouvinte romântico que se aventurar a ouvi-la. Diferente do restante das músicas, “Take A Bow” se mostra com uma composição forte e consistente. Com traços de um romantismo forte e não meloso, a música também se diferencia por sua melodia, que foge do doce tom romântico de antes, seguindo por um lado bem mais R&B. E assim vai seguindo o disco, levitando entre um tom tipicamente romântico e um ritmo puramente R&B, até que ele se acaba com “Footprints In The Sand”, novamente apostando em uma melodia épica, com direito a coro de igreja no final e tudo mais.
Com seus altos e baixos, “Spirit” consegue cumprir sua tarefa de ser um bom disco de músicas românticas. Por mais que algumas delas soem exageradas, aqueles que se jogarem de cabeça nesse disco nem notarão esses deslizes. De uma forma ou de outra, Leona Lewis conseguiu alcançar o nível de qualidade mais alto de sua voz do começo ao fim desse disco.

Ouça (ou reouça) o single de sucesso "Bleeding Love". 


Pure Heroine | Lorde 
(sugestão de VANESSA QUEIROS)

É fácil classificar a Lorde de antemão. “Esnobe” e “chata” são adjetivos que comumente são utilizados para descrevê-la; e não é pra menos: depois de se referir às músicas de diversos artistas (entre eles Drake e Lana Del Rey) como irrelevantes era de se esperar que boa parte do público torcesse o nariz quando seu nome fosse falado. Felizmente, sua música fala mais alto que sua personalidade forte, e “Pure Heroine” está aqui para nos comprovar isso.
Do começo ao fim o disco segue firme um caminho repleto de boas composições e melodias synthpop e alternativas muito bem produzidas. Mesmo com um estilo diferenciado e único, o disco conseguiu agradar enormemente o público. Enganam-se aqueles que pensam que o disco se sustenta apenas sobre o hit “Royals”. “Pure Heroine” se mostra grandioso no conjunto inteiro da obra, sendo que cada faixa, mesmo tendo uma “personalidade” própria, consegue seguir a mesma linha rítmica do disco inteiro. E isso começa com “Tennis Court”, que com sua melodia pulsante e sua boa composição nos prepara para tudo o que veremos a seguir. Não demora a aparecer o ilustre hit “Royals”! Sua melodia simplória é cativante de um jeito quase mágico, e isso dá um destaque a mais aos vocais da Lorde, que mesmo não sendo dos mais potentes conseguem segurar qualquer música. A composição da música também é de grande destaque, mostrando o ponto de vista da Lorde sobre a vida e sobre a inutilidade da riqueza. Logo após essa faixa conhecidíssima, “Ribs” pode até parecer acanhada no disco. Com sua introdução minimalista e simplória ela apenas está se preparando para a ótima melodia que virá a frente, animada e melancólica ao mesmo tempo. A ideia de repetir as mesmas estrofes com melodias diferentes torna a música ainda mais incrível; sua ótima composição só ajuda a torna-la uma das melhores músicas do disco. A Lorde também consegue mostrar seu lado mais enigmático e sombrio em músicas como “Buzzcut Season”, que tiram de cena qualquer sinal de uma melodia animada, nos entregando uma melodia simples e envolvente, que quando se junta à tensa composição torna a música quase gélida. O contagiante sucesso “Team” chega logo depois, nos animando com sua batida magnífica e com sua ótima composição, melancolicamente linda; outra música que entra no time (me desculpem pelo trocadilho) das melhores do disco. “Glory And Gore” se sai muito bem mostrando novamente o lado mais sombrio da Lorde, mas aqui temos uma melodia bem mais contagiante que em “Buzzcut Season”, mas em termos de qualidade as duas estão no mesmo alto patamar. “White Teeth Teens” merece certo destaque por sua ótima utilização da percussão (que toma conta no refrão) e por sua ótima composição, que mais uma vez mostra a relação da Lorde com a adolescência. Por fim temos a magnificência de “A World Alone”, uma das faixas mais melancólicas do álbum e também uma das mais cativantes, se mostrando grandiosa com sua melodia simples e sua composição icônica sobre a amizade.
É de discos como “Pure Heroine” – sinceros e animados a sua maneira – que a música pop precisa.

Veja o videoclipe de "Team" abaixo.


Days Are Gone | HAIM

A banda HAIM foi uma grata surpresa no ano passado. “Days Are Gone” foi o primeiro disco da banda, e mesmo assim eles conseguiram atingir vendas bem sucedidas, conseguindo o #1 lugar apenas no Reino Unido, mas ainda assim tendo seu grande lugar de destaque ao redor do mundo. Além disso, o disco foi muito bem recebido pela crítica, figurou entre 17 listas de melhores discos do ano passado, inclusive ficou em 31º na lista da Rolling Stones. Ao ouvi-lo é certo dizer que a banda fez por merecer.
Tudo se inicia com a deliciosa “Falling”, que dita o ritmo do disco com algumas passagens calmas e amenas e outras bem mais contagiantes, feitas de um pop-rock diferenciado e nem um pouco enjoativo como a maioria das músicas de pop-rock o são. Depois conferimos a animação de “Forever” e sua ótima melodia, que conta com ótimos instrumentais da banda, com destaque para a guitarra que percorre toda a música e para o baixo que deixa sua marca quando aparece; a composição deliciosamente romântica também merece uma conferida, principalmente levando em consideração que, mesmo sendo romântica, ela não possui nada meloso. “The Wire” continua com uma pitada do romantismo contido da faixa anterior - aqui de uma forma ainda mais doce - mas nessa faixa o destaque vai para os vocais, que se mostram ótimos e coerentes mesmo quando passam de uma integrante da banda para outra. Uma ótima sacada! Já em “If I Could Chance Your Mind” o destaque fica com a ótima melodia, que consegue ministrar muito bem o pop-rock convencional da banda com pitadas alternativas, tudo muito bem produzido, tornando-a realmente contagiante. O disco muda um pouco de ritmo com “My Song 5”, onde mostram mais nitidamente a inspiração R&B que a banda também traz consigo; ainda assim, a música é atraente e consegue ser tão boa quanto o restante do disco.
Depois de toda essa animação o disco dá uma ótima acalmada em suas três últimas faixas. A primeira delas, “Go Slow”, transcorre com uma melodia bem calma e contida, mas os ótimos vocais da banda (que mostram o máximo de qualidade no refrão) seguram a música até o fim. “Let Me Go” se mantém com a mesma melodia contida, mas aqui temos também uma ótima percussão marcante, que dá um tom próprio a música. Por fim, temos “Running If You Call My Name”, uma das músicas mais lindas do disco, algo que se deve aos vocais sinceros e simplórios, à melodia igualmente simples e à composição muito bem escrita, narrando o fim de um relacionamento de uma ótima forma.
Dizer que “Days Are Gone” é um disco indie não é algo de todo errado, isso porque todas as músicas aqui contidas guardam uma pitada de tons indies. Mas isso diminuiria o alcance musical do disco, que vai além dos gêneros convencionais, fazendo com que a banda HAIM chegasse perto de criar um novo (e delicioso) gênero musical.

Confira o videoclipe de "If I Could Change Your Mind" a seguir.


Bangerz | Miley Cyrus

Pronto! Agora não tem mais volta. Se em “Can’t Be Tamed” Miley Cyrus já dava indícios de que estava deixando de lado a Hannah Montana que fora, com “Bangerz” ela “demoliu” qualquer indício de que já fora uma estrela juvenil da Disney. É difícil dizer se isso foi realmente bom ou não. Olhando pelo lado positivo, pôde notar-se que ela atingiu um sucesso estratosférico: suas músicas não saiam do #1 lugar e seu nome não saia das colunas de notícias musicais. Mas também houve um (grande) lado negativo de tudo isso, onde boa parte da crítica e uma enorme quantidade de ouvintes chamaram a de propositalmente polêmica, controlada pela mídia e outras coisas nada educadas. Só ouvindo "Bangerz" para poder tirar suas conclusões...
“Bargerz” dá a largada com “Adore You”, e já aqui percebemos que as coisas não andam muito bem. O romantismo da letra é completamente inconvincente, sendo que seu refrão, mesmo investindo em versos “bonitinhos”, é extinto de qualquer romantismo. Depois nos deparamos com “We Can’t Stop”, e o disco não dá sinais de grande crescimento. A música pode até contar com uma melodia pop (com traços de hip-hop) bem produzida e com vocais persistentes da Miley, mas ela se perde completamente na sua composição que beira o desprezível. Sua proposta de mostrar uma realidade festeira é interessante e até poderia render em algo bom, mas tudo decai com certos versos desnecessários e quase degradantes (“Para as minhas amigas aqui com as bundas grandes”). Os produtores do disco também se mostraram bem inteligentes colocando diversas participações especiais no disco. “SMS (Bangerz) (feat. Britney Spears)” é a primeira dessas participações, que logo mostra que nem todas essas participações deram muito certo; num certo momento, a música se torna enjoativa com os vocais “autotunizados” da Britney e com o ritmo frenético. “My Darlin’ (feat. Future)” consegue ser melhor que a música anterior citada, e isso se deve aos vocais bem medidos da Miley e a melodia, que consegue ser bem atraente. Mas as qualidades da música param por aí, sendo que os vocais robotizados do Future não caem nada bem e a composição que tenta ser romântica acaba sendo risível. Depois disso vem a tão controversa “Wrecking Ball”. Não é difícil considera-la como uma das melhores faixas do disco: sua composição é certeira no quesito romantismo, a melodia - mesmo sendo simples - conseguiu ser muito bem produzida e os vocais da Miley estão em sua melhor forma. É uma pena que toda essa qualidade foi jogada no lixo com um videoclipe tão banal e sem sentido. No extenso time de produtores, Pharrel Williams se destaca com sua produção característica em “#GETITRIGHT”, que consegue se mostrar boa mesmo contendo os traços de hip hop que antes não caíram tão bem. A partir daqui há duas músicas que conseguem se destacar: a animada “FU (feat. French Montana)” e a romântica “Maybe You’re Right”, que conta com uma melodia bem produzida (mais ainda assim mais-do-mesmo).
E é assim, aos trancos e barrancos, que segue “Bangerz”. O sucesso que a Miley Cyrus (que está muito bem na maioria dos vocais) atingiu com esse disco foi grandioso, mas ouvindo-o não é fácil identificar o motivo de tanto sucesso.

Reveja o polêmico videoclipe de  "Wrecking Ball".





Sobre o Autor:
Matheus
Matheus é Colaborador do blog, cinéfilo de carteirinha, leitor compulsivo e aficionado por música. Quando não está lendo, pode-se vê-lo re-assistindo Kill Bill ou então ouvindo música com os seus fones inseparáveis.


17 comentários:

  1. Eu amo esta musica da LOrd, é uma das minhas preferidas.
    Não tinha ouvida Haim ainda..não conhecia o grupo, vou procurar mais musicas delas.
    Ja Miley eu não curto muito, acho que tenho problemas com esta menina rsrs e não bem sua musica :)
    Leona Lewis, não precisa de comentario é uma diva, amo suas musicas, acho sua voz linda,
    beijos.

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  2. Sobre suas músicas:
    - Já chorei muito ouvindo Bleending Love, principalmente quando estou na fossa.
    - de Lorde, só ouvi Royals e porque fui obrigada, já que passava nas rádios.
    - Miley, mesmo ela estando numa onda muito diferente do que eu estava acostumada a ouvir dela, eu gosto dessa nova fase e estou sempre observando. *-*


    Beijos

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  3. RUDYNALVA SOARES2 de julho de 2014 19:06

    Matheus!
    Quantas músicas boas.
    Gosto muito a Miley Cyrus e do Elton John, simplesmente fascinante.
    Tem bom gosto, parabéns!
    cheirinhos
    Rudy

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  4. Nossa. Amo Elton John. Este é um dos músicos que mais ouço em casa. Está música que escolheu foi perfeita pra mim. Beijos.

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  5. Gostei que colocou Leona Lewis, a voz dela é muito linda (eu acho), irei comprar o album semana que vem1

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  6. Genteee,, que fascinantee Elton John.

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  7. Sinceramente o que mais gostei da Lorde e miley pois adoro elas cara . Ela cantam demais e ate conheço os outros cantores mais elas ser estaca em meu fone hiihih

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  8. Oi Matheus!
    Quanta coisa variada. Adorei a musica do Elton John e da Lorde. Na verdade, eu só conheço a música da Miley (e adoro, por sinal).
    Leona Lewis já está aqui nos favoritos!
    Beijos,
    Marcela.

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  9. Adriane Rodrigues Silva6 de julho de 2014 22:11

    Fui até o youtube assistir ao clip do Elton John, fazia muuito tempo que não ouvia alguma música dele e OMG!!! que música linda essa tal de Home Again e que clipe fantástico!!! Já estou baixando o clip. ^^

    A outra música que fui atrás conhecer é a SMS da Miley Cyrus, só porque a Britney participa e devo dizer que não gostei. :p

    Os demais cantores não me atraem.

    Bj ^^

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  10. tô me sentindo a chata, mas, tirando Elton Jonh que é quase uma unanimidade, nada que eu curta muito. mas tiro meu chapéu pra vc, ter que aturar Miley Cyrus... rsrs

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  11. Rafaela Saturnino11 de julho de 2014 15:48

    O que eu mais gostei é o da Lorde, adorei esse álbum dela. Não gostei muito desse álbum da Miley Cyrus, mas eu confesso que não gosto muito dela.
    Gostei bastante do Elton Jonh também. E o da Leona eu não conhecia.

    Beijos!

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  12. Temos gostos musicais beeeem diferentes, exceto por Leona Lewis *________________*

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  13. Oi, eu adorei as musicas, eu não conhecia algumas delas, como Team da Lorde, eu curto algumas musicas dela, também gosto muito de ouvir Miley Cyrus acho as musicas dela super legais.
    Beijos!!!!

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  14. A única dessas que eu conhecia era Wrecking Ball da Miley. Mas gostei também da If I could change your mind - HAIM que eu nunca tinha ouvido falar e da Leona Lewis. Agora Lorde não adianta que não consigo ouvir, acho muito depressiva. Não consegui gostar de nenhum do album, me deixam meio pra baixo.

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  15. Ana Carolina Ribeiro26 de agosto de 2015 14:46

    é verdade são poucos cantores que ficam na mídia
    Gostei de Leona Lewis, vai pra minha playlist ;)

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  16. Oie..
    Os discos escutados foram bem diversificados não?! rsrsrs
    Não temos o mesmo gosto musical, mas achei legal que vc trouxe esse material aqui para o blog.
    É uma forma de o conhecermos melhor.

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