postado por Matheus em 04 agosto 2014

O Que Passou Por Meus Fones #43

Olá amados hunters. Como estão? Espero que bem...
Um mês após a última postagem da coluna, aqui estou eu para lhes mostrar o que ando ouvindo por aí. Em sua maioria foram lançamentos do ano passado, mas ouvi também um ótimo clássico desconhecidíssimo. 
Quer ver um disco que você gosta aqui na coluna? Sugira-o nos comentários! Regrinhas gerais para sugestão aqui.
Não viu o post anterior? Veja aqui!



Lightning Bolt | Pearl Jam

É de se espantar que, mesmo depois de tanto tempo, o Pearl Jam ainda desfrute de grande sucesso. Surgido na mesma época grunge da qual saíram Nirvana, Alice In Chains e Soundgarden, a banda é a única que ainda traz consigo grande sucesso. O fato de terem lançado esse disco em 2013 que foi muito bem recebido pelo público (#1 em sete países) comprova isso perfeitamente.
“Lighting Bolt” aposta no mesmo ritmo de rock alternativo e hard dos tempos remotos do Pearl Jam, com direito aos vocais ácidos do Eddie Vedder e as guitarras rápidas do Mike McCready e também do Stone Gossard. Tudo isso é muito bem transmitido na primeira faixa, a contagiante “Getaway”, que conta com um refrão potente devido à ótima bateria ao fundo. A próxima música, o single “Mind Your Manners”, se inicia com um riff de guitarra muito bem tocado, se tornando uma boa música de hard rock quando os vocais do Eddie chegam para eletrizar ainda mais. A letra crítica à questão da religião – mesmo não sendo magnificamente escrita – merece uma boa observada. Felizmente, a banda acerta quando vai à fundo nas músicas mais calmas; a primeira delas é “Sirens”, que consegue se mostrar uma ótima música com sua batida bem calma e envolvente, que se completa com os vocais bem medidos do Edder e com a bela composição - incrivelmente sentimental, mas sem melodrama. Mesmo que o tom alternativo da banda percorra todo o disco em algumas faixas ele se sobressai, como na cativante “Infalible”, que deixa de lado o ritmo mais frenético da banda para então dar espaço a uma batida mais amena e alternativa. Esse estilo continua em “Pendulum”, extremamente misteriosa e com um ritmo claustrofóbico que se engrandece com a tensa composição. “Sleeping By Myself” possui uma das melodias mais cativantes do disco, contando com um doce violão que recebe todo destaque, se juntando a outros instrumentos na metade da música, deixando-a ainda mais completa e linda. Ao fim temos a beleza melancólica de “Future Days”, novamente calma (o violão continua se destacando) e igualmente bem desenvolvida.
No final das contas, “Lightning Bolt” se mostra um disco muito satisfatório. Ele possui todos os elementos típicos do Pearl Jam que fez com que incontáveis pessoas se tornassem fãs da banda, além de trazer uma pitada de algo diferente, capaz de angariar novos fãs. Não é um disco inovador para a carreira da banda, mas ele se mantém forte do começo ao fim, mostrando que mesmo depois de um hiato de quatro anos sem um disco de inéditas (o último foi “Backspacer”) a banda continua fazendo suas músicas da melhor maneira possível.

Confira abaixo a ótima "Sirens", segundo single do disco.




Too Weird To Live, Too Rare To Die!Panic! At The Disco
O Panic! At The Disco nunca foi uma banda que causou grande estardalhaço. Seus três anteriores discos de estúdio receberam críticas mornas e não alcançaram o topo das paradas, mas ainda assim eles sempre tiveram boas vendas. Com isso, o maior barulho que fizeram na indústria musical foi com o videoclipe de “I Write Sins Not Tragedies”, o segundo single da banda, clipe esse que foi considerado um dos melhores do ano de 2006 e foi escolhido como o melhor videoclipe dos anos 2000 numa votação realizada online pela MTV. Este disco vendeu bem (nenhum #1) assim como os outros trabalhos da banda, mas aqui as críticas foram melhores. É difícil dizer por que o disco não foi um sucesso de vendas, pois potencial ele tinha.
“Too Weird To Live, Too Rare To Die!” traz consigo muito do rock alternativo típico da banda, mas ele trouxe uma grande novidade: as batidas eletrônicas. Essa mania que pegou completamente no rock atual (quase toda banda de rock do mainstream tem tons eletrônicos) caiu muito bem para o disco, diferente do que acontece com boa parte do restante dos discos que investem na mesma mistura. Com uma ótima produção e com tons que vão do synthpop ao dance e à completa música eletrônica, eles nunca deixam de lado o rock alternativo, e isso faz com que todas as dez músicas do disco sejam agradabilíssimas de ouvir. O início com “This Is Gospel” nos prepara para tudo o mais que ouviremos, contando com uma boa melodia, bons vocais e uma boa composição, que alcança seu ápice no verso “se você me ama, deixe-me ir”. A próxima faixa, “Miss Jackson (feat. Lolo)”, nos mostra outra fonte de inspiração da banda para o disco: o hip hop. Sua batida contagiante e seu refrão com vocais bem medidos conseguem esconder a falta de inspiração na letra, que não se mostra lá das mais bem escritas. “Vegas Light”, um dos destaques do disco, pula de cabeça no dance, criando assim uma ótima melodia: contagiante e pop à medida certa. Tudo se completa com a grande composição, que descreve a vida de sorte e azar em Las Vegas. Faixas como “Girl That You Love” e “Casual Affair” nos levam de volta à época em que os sons computadorizados (e agora ultrapassados) da banda eletrônica Kraftwerk eram o melhor da música eletrônica. Mais old e cool impossível!
Se nessas faixas o Panic! At The Disco nos mostra o melhor da música eletrônica em tempos remotos em “Nicotine” ele nos mostra o melhor do gênero atualmente. Com uma batida completamente eletrônica (digna de balada), a música se sustenta com estilo do começo ao fim, sendo ela outro grande destaque do álbum. “Far Too Young To Die” possui um envolvente ritmo melancólico e antigo, com tons eletrônicos que não soam tão atuais, mais que ainda assim são extremamente atraentes. Por fim, a melancolia infindável de “The End Of All Things” nos atinge em cheio, sendo ela uma ótima finalização para o disco.
Cheio de nuances e ritmos diferenciados, “Too Weird To Live, Too Rare To Die!” conseguiu a proeza de se tornar extremamente homogêneo mesmo com tantos ritmos. Um disco de rock alternativo com ótimas doses de pop, perfeito para ser ouvido a qualquer momento. Ainda é difícil dizer por que não se tornou um sucesso.

Se sinta animado pela enérgica "Nicotine"!


Lucinda Williams | Lucinda Williams

Lucinda Williams é uma daquelas artistas que mesmo inovando o mundo da música não conseguiram se firmar como uma “lenda”. Ela foi uma das percursoras do gênero musical americana, um gênero pouquíssimo conhecido, mas incrivelmente atraente, que consiste numa mistura de country, folk, rock and roll, blues e R&B. Ela continua na ativa, e lançará um disco de inéditas ainda em 2014. O autointitulado “Lucinda Williams”, que foi lançado em 1988, foi relançado no começo de 2014. Isso poderia mostrar todo o talento da cantora a novos ouvintes, mas é claro que a grande maioria das pessoas prefere músicas agitadas e sem conteúdo ao invés de músicas tão geniais e deliciosas como as desse disco, e por isso esse relançamento não mudou em nada o nível de sucesso de Lucinda Williams.
O disco consiste em doze músicas de estúdio e mais seis faixas bônus ao vivo, todas incríveis. A primeira delas é “I Just Wanted To See You So Bad”, que tem uma melodia tipicamente country deliciosa de se ouvir, que se engrandece ainda mais com o solo ao final. A composição romântica da Lucinda não soa nem um pouco melosa: pelo contrário, ela soa divertida e extremamente sincera, combinando perfeitamente com sua voz doce e afinadíssima. Em “The Night’s Too Long” um ritmo calmo percorre toda a música, mas no refrão tudo se anima, deliciando-nos com uma melodia extensivamente cativante. A letra sobre os prazeres da vida noturna completa a música. Mas nem tudo é animação nesse disco, e “Abandoned” nos leva a ouvir os lados mais tristonhos de Lucinda Williams; destaque aqui para a ótima percussão no início do refrão. Mas a composição romântica-deprê da Williams se engrandece ainda mais em “Like A Rose”, uma das faixas mais lindas do disco. Com uma melodia que se sustenta sobre um simplório violão, aqui quem brilha é a voz da Lucinda, que nos encanta com seus versos extremamente emocionais e sinceros (“Tudo bem se sentir bem”). Mas a tristeza não é permanente, e não demora a chegar “Passionate Kisses”, a música que rendeu a Lucinda seu primeiro Grammy. Com sua melodia intimista e deliciosa a música é tipicamente country, mas há nela um quê a mais capaz de nos cativar inteiramente. Essa mesma combinação reaparece em “Cresent City”, aqui acrescentada de uma gaita muito bem tocada. Um country à la Bob Dylan pode ser ouvido na lamuriosa “I Asked For Water (He Gave Me Gasoline)”, comprovando que a Lucinda se sai bem em toda forma de country. Entre as seis faixas bônus ao vivo se destacam a envolvente “Side Of The Road” (que também está presente no disco numa versão de estúdio), a deliciosamente romântica “Something About What Happens When We Talk” e a deprimente (mas ótima) “Sundays”.
O que mais chama atenção nesse disco é a naturalidade da Lucinda Williams. Ela pode compor sobre seus romances alegres, sobre sua vontade de se libertar ou até mesmo sobre suas tristezas, mas em qualquer maneira ela se sai extremamente bem. As melodias estão lá para nos cativar, mas esse disco nada seria sem a sensibilidade da voz e das composições de Lucinda Williams.

Conheça a Lucinda Williams ouvindo "Like A Rose".


Prism | Katy Perry

Quando Katy Perry surgiu para a grande mídia em 2008, com seu “One Of The Boys”, todo mundo podia ver que ela não passava de uma simples cantora pop. Em “Teenage Dream” ela não mostrou grandes sinais de evolução. Com isso, a expectativa para “Prism” não era tão grande para a maioria das pessoas. Mas felizmente Katy Perry conseguiu se desenvolver mais que em seus trabalhos anteriores, e enfim nos mostrou um disco relativamente bom.
Por mais que “Prism” não vá além do pop comum, ele é um disco conciso e bem amarrado, que se mantem firme do começo ao fim. Podemos ver uns deslizes aqui e ali, mas nada que o torne ruim. O começo com o hit “Roar” mostra perfeitamente que nada é inovação; com vocais decentes e uma boa melodia, a boa música se engrandece no refrão, muito bem produzido. “Legendary Lovers” chama atenção com sua melodia com tons orientais muito bem empregados, criando assim uma boa música que mesmo não contagiando ou emocionando se mostra interessante. O disco se torna uma boate anos 80/90 quando “Walking On Air” entra em cena; sua composição fraca (o refrão é desprezível) não tem vez diante da melodia, que com seus ritmos eletrônicos consegue deixar a música uma das faixas mais animadas do disco. O ápice de inspiração da Katy Perry nas composições pode ser visto na atraente “Unconditionally”: sua melhor balada romântica. Sua melodia não é extremamente produzida, sendo ela bem “simples”, e isso combina perfeitamente com o tom romântico proposto pela Katy na sua melódica composição e nos seus vocais (também bons). O refrão com tom épico é a cereja do bolo.
Depois de toda essa inspiração nos deparamos com a faixa “Dark Horse (feat. Juice J)” e a decadência é bem visível. Aqui a melodia soa artificial demais e a composição volta à normalidade de Katy; também é questionável a desnecessária participação do rapper Juice J. Uma boa composição pode ser vista novamente na antirromântica “Ghost”, que mais uma vez se sai bem sem utilizar melodias muito produzidas. A batida (comparável à Robyn) de “This Moment” não cai muito bem com o tema meloso e romântico da letra, mas ainda assim dá um toque bem atraente à faixa. Depois de tanta animação a penúltima faixa, “Double Rain”, pode até passar despercebida numa primeira ouvida, mas ouvindo-a mais atentamente podemos notar a grande qualidade da mesma: melodia singela e muito bem produzida, boa composição, bons vocais e um grande refrão. Por fim temos “By The Grace Of God”, uma ótima canção sobre a superação de Katy de seu divórcio. Mesmo com a melodia contida (o piano foi crucial) a música consegue ser emocionante pelos vocais sensíveis da Katy e por sua grandiosa composição.
Mesmo com uma produção exagerada aqui e uma composição vazia ali “Prism” se mantém consistente até o fim. Com algumas mudanças no alinhamento de faixas ele se mostraria um tanto melhor, principalmente considerando que a versão deluxe possui ótimas músicas (que continuam com o tom alternativo das três últimas faixas).

Assista ao belo videoclipe de "Unconditionally" (uma das melhores faixas do disco).


Night Time, My Time | Sky Ferreira

Se existe algo que chama mais atenção em Sky Ferreira esse “algo” é a sua peculiaridade. Seu estilo musical é algo inclassificável, uma grande mistura de pop, new wave, música alternativa e indie, e sua personalidade é igualmente forte e marcante. Mesmo cantando músicas pop ela não é necessariamente uma diva, e também não desfruta de tanto sucesso. E ela também não faz grande esforço para reverter essa situação. Talvez ela aja dessa forma por ter a noção de que suas músicas, com ou sem sucesso, continuarão sendo incríveis.
Acompanhando o estilo diferenciado de Ferreira, suas composições também não são normais e sem inspiração. Elas, por mais desconexas que pareçam, sempre transmitem algo relacionado às incertezas da juventude, como os relacionamentos amorosos, os sentimentos de culpa e desprezo e outras coisas do tipo. A primeira faixa do disco (“Boys”) nos mostra de cara a posição de Ferreira em relação aos relacionamentos amorosos: ela sabe que os garotos não valem nada, mas sabe que um deles pode lhe mostrar que o amor existe. A melodia da música não poderia se sair melhor! Feita de um synthpop misturado com new wave que remete à anos passados, ela não contagia, mas consegue animar-nos com seu espírito jovial e alegre; os grandes vocais da Sky seguem esse mesmo caminho. O disco continua nessa mesma vibe otimista com a deliciosa “24 Hours”, mas aqui a composição se torna um pouco menos alegre, algo que é amenizado com a ótima melodia (cheia de samples de videogames arcade) e com os vocais introspectivos da Sky.
A talentosa cantora começa a mostrar seu lado mais “baixo-astral” na música “Nobody Asked Me (If I Was Okay)”, que possui uma melodia rápida e certeira que entra em erupção quando se junta com os vocais quase gritantes da Sky em certos pontos. Logo após essa aparece uma das faixas de maior destaque do álbum: “I Blame Myself”. Seu ritmo eletrônico com pegadas vintages cai como uma luva para a composição extremamente sincera e pessoal de Sky, que também se sai muito bem nos vocais. A pulsante “Heavy Metal Heart” volta à animação levemente romântica de antes, aqui mostrando perfeitamente que as composições do disco não precisam fazer completo sentido para serem boas. Um pouco menos animada se encontra “I Will”, novamente contendo uma letra não tão coesa à primeira vista, que se destaca com a ótima utilização da guitarra sobre a melodia new wave, algo que comprova as inspirações da Sky Ferreira em bandas de rock antigas, como Alice Cooper, The Runaways e David Bowie. Quase ao fim está uma das músicas mais divertidas do disco. “Love In Stereo” narra de forma clara a dificuldade de se apaixonar por um amigo, embalada por uma leve melodia synthpop repleta de samples e com um ótimo baixo ao fundo. Por fim, o disco se esvai com a faixa-título, que é pura experimentação com seu ritmo trôpego e com seus vocais praticamente sussurrados. 
Com “Night Time, My Time”, Sky Ferreira consolidou-se no mundo musical (mesmo que sem grande fama). Mais do que isso, ela mostrou que não é necessário ritmos repetitivos e altamente produzidos para criar boa música pop.

Ouçam a incrível "I Blame Myself" logo abaixo.





Sobre o Autor:
Matheus
Matheus é Colaborador do blog, cinéfilo de carteirinha, leitor compulsivo e aficionado por música. Quando não está lendo, pode-se vê-lo re-assistindo Kill Bill ou então ouvindo música com os seus fones inseparáveis.


10 comentários:

  1. Estava inspirado nas músicas, hein! Amei suas escolhas. E já salvei umas aqui pra mim. Vou ouvir muito. Beijos.

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  2. super eclética suas escolhas Matheus. Pearl Jam é minha banda de adolescente que tenho um crush eterno kkkkkkkkkk! pra mim é difícil eles não lançarem música boa apesar de gostar mais do som deles de um tempinho atrás. tiro meu chapéu por vc ter aguentado ouvir Prism todo. pra uma artista que estavam anunciando maturidade e faz um cd assim... bom, enfim, é o estilo dela, o bom pop grude e funciona, eu mesma gosto de algumas músicas. amo Lucinda Williams <3333 super injustiçada a moça! quem sabe um dia ela tem o reconhecimento que merece =) adorei o post Matheus!

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  3. Também achei bem eclético o que andou passando pelo seu fone rsrsrs
    Pearl Jam e Panic! at the disco são bandas que gosto bastante e sempre estou escutando. Gosto bastante das músicas, embora curta um som um pouco mais pesado. As outras bandas/cantores não ouço, mas também nada contra rsrsrs
    Queria dar uma sugestão de banda, mas não consegui abrir as regras gerais. Vou deixar o nome da banda aqui caso tenha curiosidade de escutar, chama-se VAN CANTO. Gosto bastante e poucas pessoas conhecem.

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  4. Pearl Jam ♥ Escuto a um bocado de tempo. Assim como Katy ;)
    Acho algumas música do novo cd interessante, então estou ouvindo .
    Mas no geral, são todas as musicas são ótimas.

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  5. Sobre a Katy Perry, até que foi bom eu escutar Prism até o fim kkkkk
    Se eu não tivesse ouvido ele por completo iria deixar de ouvir as melhores músicas, que são as últimas.
    E que bom que não sou o único que adora Lucinda Williams! <3 hahaha

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  6. Já salvei sua sugestão, e escolhi o álbum Tribe Of Force. Logo, logo sai resenha aqui ;)
    Ahh, e sempre que tiver novas sugestões pode comentar por aqui :v hahaha

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  7. Gostei do que você andou ouvindo por esses dias. A única que não me interessei muito foi a "Lucinda Williams", mas porquê não a conhecia. Vou dar uma pesquisada um pouco mais sobre ela, e ver se me encaixo na vibe dela.
    E "Panic! At The Disco" é massa!!!!

    @_Dom_Dom

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  8. Desbravadores de Livros20 de agosto de 2014 16:32

    Gosto bastante de Pearl Jeam. Katy eu não curto não, mas confesso que a segunda eu fiquei com vontade de saber mais sobre a banda.

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  9. Pearl Jam e Sky Ferreira sempre ouço.
    Panic! at the disco, eu ouvia muito nas antigas e as outras citações não são muito as minhas vibes, não.
    Mas curti demais o gosto musical.

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