postado por Paulo Cezar em 23 fevereiro 2015

Resenha | Endgame: O Chamado

Autores: James Frey e Nils Johnsom-Shelton
Editora: Intrínseca
Páginas: 504
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Sinopse: Terra. Agora. Hoje. Amanhã. O Endgame é real e vai começar. O futuro ainda não está escrito. O que tiver que ser será. Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais. Das quais descende toda a humanidade. Linhagens escolhidas milênios atrás. E que vêm se preparando desde então. Eles não têm poderes sobrenaturais. Não podem voar, não transforma chumbo em ouro nem curam a si mesmos. Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós. São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação. Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos. Leia o livro. Encontre as pistas. Decifre o enigma. Só um pode ganhar. O Endgame é real e vai começar.




Doze jovens são os escolhidos para jogar o Endgame. Nenhum deles sabe ao certo quando isso irá acontecer, nem se será na época em que são os eleitos para jogar. O que eles sabem é que apenas um irá ganhar, apenas uma das doze linhagens ancestrais irá sobreviver...
No fim das contas, o como não importa. Temos este planeta, este mundo, esta Terra. Chegamos aqui, vivemos aqui e estamos aqui agora. Você, eu, nós, a humanidade inteira. O que quer que você ache que aconteceu no começo não tem importância. O fim, no entanto. O fim tem.
Isto é o Endgame.
Página 09

A cada geração novos jogadores são escolhidos quando o anterior chega a idade limite para o jogo. Eles são treinados de uma forma que os faça serem os melhores, para sobreviver, para lutar, para matar. Tudo para que consigam conquistar as chaves do jogo. Três foram espalhadas pela Terra e o vencedor deve encontrar e possuir as três, nem duas, nem uma, somente as três o fará vencedor.

Nenhum deles se conhece, o que torna o jogo um pouco mais fácil de ser disputado. Mas serão eles capazes de acabar com uma vida se for preciso? A que ponto eles podem chegar para conquistar a chave da etapa que estão disputando?
– Se eu lhe contasse que sou o Jogador da 21ª linhagem, isso significaria alguma coisa para você?
– Eu lhe contaria que sou a Jogadora da 233ª linhagem.
– Trégua, pelo menos por enquanto?
– É, por enquanto.

Vocês devem estar se perguntando que, criou o jogo e as 12 linhagens ancestrais, não é mesmo?
A muito tempo, alienígenas vieram até a Terra e a povoaram com as linhagens. Todas as outras pessoas são descendentes indiretos dessas 12 famílias originais, mesmo que não saibam de nada que irá acontecer.
De uma forma interessante, os autores souberam utilizar essa informação e seres de forma natural. Eu os imaginei com apenas algumas diferenças dos humanos.
Não foi apresentado uma resposta para o motivo do Endgame acontecer. Também não foi revelado nada mais sobre as duas outras provas e chaves, o que e deixou extremamente curioso, já que a história termina de uma forma completamente inesperada.


O Chamado, por ser o primeiro livro da trilogia, apresenta uma introdução aos personagens. Não se assustem como eu me assustei! Não serão 12 capítulos só com as apresentações, conhecemos melhor apenas os que, de certa forma, terão alguma importância para a história, ou não... E não pensem que por conter 12 jogadores, todos são radicais no estilo Jogos Vorazes. Alguns morrem, outros matam óbvio, mas a história não perde o seu foco e proporciona uma excelente leitura. 


Os doze jogadores e os países onde moram (Clique para ampliar)

Sarah, umas das jogadoras é a que mais despertou minha simpatia. A forma como os autores a fizeram mudar de uma garota do colégio para uma possível assassina é esplêndida. Nunca desconfiaria que uma garota dessas era treinada em diversas artes de ataque e defesa.
Jago Tlaloc é outro jogador que desperta uma certa curiosidade. É difícil saber o que Sarah e ele planejam, eles sempre me pegaram de surpresa. Tanto que ela teve que tomar uma terrível decisão, algo que não achei que ela seria capaz. Nessa hora eu não acreditei no que estava acontecendo!

A capa é belíssima, a editora utilizou um amarelo metalizado que passa a impressão de ouro, matéria que os annunakis vieram buscar na Terra. Quanto a diagramação, achei estranho o texto não ter sido justificado. Mesmo que tenha um propósito, me incomodou muito durante a leitura. Os capítulos sempre apresentam o nome do jogador, o símbolo de sua linhagem e o local onde o que iremos ler vai acontecer, o que é bem interessante e me animava sempre que a Sarah aparecia por lá.

Endgame: O Chamado é um livro que nos apresenta lugares que eu nunca tinha ouvida falar de sua existência. É uma leitura fluida e instigante, que vicia e sempre desperta o desejo de saber o que irá acontecer. É uma obra repleta de ação, traição, morte e desastres (no início do livro =/). É uma história completamente diferente de outras que já li e quero logo a continuação!








Sobre o Autor:
Paulo Cezar
Paulo Cezar é Administrador e Cofundador do blog, descobriu o fantástico mundo dos livros quando leu, pela primeira vez, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Além dos livros, também é apaixonado por filmes e séries.


13 comentários:

  1. Sou perdidamente apaixonada por distopias e esta me parece ser maravilhosa! Amei a resenha, me lembra muito Jogos Vorazes hahahaha 12 famílias, disputas... um livro que promete! <3
    Beijo

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  2. Eu gostei bastante da apresentação da história. E por ser mais uma distopia, eu adoraria poder ler. Gosto deste universo distópico. Tem bastante emoção. Espero poder ler logo. para poder conferir cada detalhe e personagens.
    Beijos.

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  3. Ao começar a ler essa resenha, foi impossível não fazer logo o link com "Jogos Vorazes", mas, pelo que você disse, ele difere um pouco. Eu simplesmente adoro livros com essa pegada de ação, aventura e caça ao tesouro. Mas o que mais me chamou a atenção foi essa questão de ser surpreendido. Ultimamente o fator surpresa tem sido um artefato escasso nas tramas em geral. Espero ler em breve.

    @_Dom_Dom

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  4. OBRIGADA PELA RESENHA DE UM LIVRO QUE EU QUERO LER AGORA E NÃO TENHO COMO. OBRIGADA POR SEMPRE FAZER ISSO COMIGO.


    NÃO TEM GRAÇA.


    Adoro livros assim, com muita ação, aventura e mortes. Sou bem sanguinária. E fiquei com vontade de ler hoje. E adoro saber que tem muitas surpresas durante a obra, me deixa muito feliz e animada com a leitura. Asssim que puder lerei.

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  5. Paulo!
    Não conhecia o livro, porém gostei muito da premissa onde há uma disputa no jogo que dará o destino das famílias envolvidas.
    É uma distopia entre as muitas que vem sendo escritas, porém vejo que tem um diferencial e que me deixa ainda mais curiosa pela leitura.
    cheirinhos
    Rudy

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  6. AMO FICÇÃO;ALIAS TEM TIDO MUITO FALATÓRIO SOBRE A POVOAÇÃO DA TERRA OU COLONIZAÇÃO QUEM SÃO OS CRIADORES?!!AGORA UM JOGO ONDE VALE UM PREMIO.ONDE SÓ UM PODE RESTAR?ME LEMBRA OUTROS LIVROS.MAS COMO SOU CURIOSA DEMAIS DOU UM PITACO CREIO QUE NINGUÉM VAI QUERER MATAR NINGUÉM E AI SURPRESA QUAL O MOTIVO PORQUE ESTA LUTA ESTE JOGO.COMO POR A SALVAÇÃO NAS MÃOS DE UM SÓ.????

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  7. Tenho tantas séries literárias na lista que estava pensando em deixar essa passar. Mas depois desses comentários não posso mais

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  8. Essa capa me lembra a um outro livro, só não lembro qual.
    A história parece ser muito boa, e com sua resenha tenho certeza que esse livro nunca pode passar despercebido.

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  9. Nossa, não sei o que dizer, só sentir (...) Quero muito ler esse livro, tipo muito mesmo. Gosto muito de distopias, apesar de não ter lido muitas. Eu já tinha ouvido falar desse livro em um blog ou outro, em algumas páginas também, mas nunca fui atrás de informação sobre o mesmo. Mas depois de uma resenha dessas, como não comprar? Prevejo ele passando na frente de muitos livros da minha lista interminável ;-;

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  10. Desbravadores de Livros28 de fevereiro de 2015 23:40

    Deve ser incrível esse livro e a ideia de procurar sempre novos jogadores para reiniciarem os jogos.
    Fiquei com muita vontade de ler. Aventura e ação são as mais pedidas pra mim.

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  11. outra distopia, mortes, traições, 12 famílias... talvez pq não seja muito fã de distopias, o livro não me chamou atenção =/ e isso de alienígena (?) sei que não vai funcionar pra mim. a capa é simples mas bem trabalhada, e se é metálica, deve ser muito bonita mesmo. ñ vou dizer que NUNCA vou ler, se aparecer oportunidade sim, eu leio, mas não agora.

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  12. Oi, Paulo! Não sei se gostei muito desse livro não. :/ Já li Divergente e amei, então o gênero não é problema. Mas não sei, faltou algo que me fizesse ter vontade de ler assim de cara. Mas de repente se eu começar a ler, posso gostar...
    A capa deve ser linda mesmo, por ser metalizada. Ainda não vi.

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  13. Um estilo que eu gosto, ação e aventura. Eu não li ainda Jogos Vorazes,então não sei se exite mesmo ou não esta semelhança que para você não ocorreu.
    Bjs, rose

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