postado por Funs Hunter em 31 janeiro 2017

Resenha | O Código Da Vinci



                              


Robert Langdon, um renomado simbologista, está na França para uma palestra e se encontrar com o curador do Louvre, Jacques Saunière. Sua ida até Paris muda drasticamente quando o curador não aparece ao encontro marcado e é encontrado morto dentro do museu.
Bezu Fache, responsável pela investigação, convoca Langdon até o local para tentar desvendar alguns mistérios nesse assassinato. O que o simbologista não sabe é que ele se tornou suspeito dessa atrocidade devido detalhes que o inspetor esconde.
Sophie Neveu, criptógrafa e neta de Jacques, é quem irá ajudá-lo a descobrir o que realmente aconteceu a seu avô.

Cortesia da editora

Esse é o segundo livro de Dan Brown que leio e pela segunda vez me surpreendi com a capacidade do autor em criar enigmas e situações que se encaixam. Mesmo tendo algumas falhas, a situação em um todo não deixa de ser agradável e surpreender.
Por ser especialista em símbolos, acontecimentos e história, Langdon é um personagem que cativa o leitor em suas explicações. Visto que essa edição é para jovens, o conteúdo flui muito bem e não possui nada difícil de entender. Quando Robert e Sir Leigh Teabing, que é obcecado pelo cálice, fazem a explicação do Santo Graal é um momento único para a história. A forma como o autor liga fatos com obras e teorias é fascinante!

Misturar ficção com realidade, temas polêmicos e tudo relacionado com a religião, poderia muito bem dar algo errado, mas em O Código Da Vinci acontece exatamente o contrário. O livro narra perfeitamente os acontecimentos e os argumentos são capazes de convencer o leitor.



A única coisa que não me agradou foi o início, ele é um pouco parado e melhora depois que Langdon e Sophie se encontram.
A participação da Igreja nos acontecimentos se dá perante o Opus Dei, que quer evitar a todo custo que o Priorado de Sião revele ao mundo o segredo que pode acabar com o que as pessoas foram levadas a acreditar. Bispo Aringarosa é capaz de muita coisa para manter esse segredo.

O filme passou a essência da história de Brown, mas difere em diversas partes e no final. Aconselho a leitura para descobrir a verdadeira história pela busca do Santo Graal e o motivo dele estar perdido a tanto tempo.

Essa edição da Editora Arqueiro, que é especial para jovens, conta com uma nova capa, texto adaptado e ilustrações coloridas mostrando em detalhes o que é apresentado durante a história. A revisão deixou passar pouca coisa, que não atrapalha na leitura, mas que é fácil de perceber. O tamanho da fonte e o espaçamento está o padrão que a editora usa.






Sobre o Autor:
Paulo Cezar
Paulo Cezar é Administrador e Cofundador do blog, descobriu o fantástico mundo dos livros quando leu, pela primeira vez, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Além dos livros, também é apaixonado por filmes e séries.


3 comentários:

  1. Já li esse livro faz um bom tempo, mas foi uma grata surpresa porque no final da leitura a gente acaba aprendendo tanta coisa e questionando tanto do que já conhece...
    Não é preciso crer naquela conspiração louca e tudo mais, mas achei interessante porque desperta uma vontade de conhecer mais da história da igreja, de obras famosas e etc. Isso foi o que mais gostei dele, o fato de misturar tantas coisas interessastes e verdadeiras sobre história para contar a trama.
    Vi um pessoal falando que essa edição era bem diferente da antiga, que podia deixar a desejar, mas aí só lendo pra ver se acharia alguma coisa diferente...
    De qualquer forma vale a pena conhecer essa história. É um bom livro.

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  2. Paulo, lembro até hoje no ensino fundamental quando um colega meu pegou esse livro pra ele, quando ele explicou pra sala toda fiquei encantada com a história, e sempre fiquei na cabeça que deveria ler esse livro mas nunca nem o peguei, mas depois dessa resenha vejo que tenho que lê-lo.
    Todos esses enigmas que se completam, o suspense e o mistério tornou o livro fantástico. Gostei dessa nova edição, a capa está bem mais bonita, e realmente, deve atrair bem mais o público jovem.

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  3. Paulo!
    Li o livro e assisti o filme e ambos são totalmente empolgantes.
    Essa nova edição para jovens deve ser bem lúdica por conta das ilustrações.
    Depois vou conferir.
    Desejo uma semana alegre e feliz!
    “Um saber múltiplo não ensina a sabedoria.” (Heráclito)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
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